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•ANS
determina cobertura obrigatória para Embolização Uterina- 22/12/11
•Matéria
da Revista Veja - 15/12/11
•Veja
reportagem no Jornal da Rede TV- 20/05/10
•Dr.
Nestor participa de reunião no Ministério da Saúde em Brasília- 01/03/10
•História
publicada na Folha de São Paulo- 15/11/09
•Dr.
Nestor visita o Senado Federal- 11/11/09
•Dr.
Nestor com a Ana Maria Braga na TV Globo- 04/11/09
•Resultados
Preliminares do Projeto ANGIOMOVEL- 20/05/09
•UNIMED
de POA tenta desqualificar Embolização Uterina-
17/03/09
•Sociedade
Americana Homenageia o Dr. Nestor Kisilevzky- 09/03/09
•Iniciado
o programa de assistência social ANGIOMÓVEL-
17/10/08
•Sociedade
Americana de Ginecologia reconhece impoirtância da embolização-
10/09/08
•
Grande Sucesso do Embolution 2008 - 30/08/08
•Embolution
2008 será no mês de Agosto - 25/06/08
•Sucesso
do programa Angiomóvel pelo Dia Internacional da Mulher
- 07/03/08
•Novo
Consultório da Equipe WebMioma no Hospital Israelita
Albert Einstein - 22/02/08
•Impacto da
Embolização na Qualidade de Vida da Mulher com
Miomas.- 30/10/07
• Embolution
2007 agita São Paulo- 06/10/07
• Jornada
Bom Viver no Prof. Edmundo Vasconcelos. - 22/03/07
• Novidades
do maior congresso de Radiologia Intervencionista - SIR 2007.
- 07/03/07
• Palestra Gratuita
para a Comunidade.
- 20/02/07
• Sucesso
do Curso de Capacitação - Embolution 2006.
- 20/08/06
• Novidades
do maior congresso de Radiologia Intervencionista - SIR 2006.
- 05/04/06
• Leia
artigo publicado na Folha de São Paulo e comentários
do Dr. Néstor. -28/03/06
• Dr.
Nestor é convidado do Congresso Uruguaio de Ginecologia
- 15/11/05
• Curso
de treinamento Médico EMBOLUTION 2005 em Campinas
- 01/11/05
• Veja
matéria publicada no jornal Correio Popular de Campinas
- 24/06/05
• Simpósio Internacional agita
Campinas em Junho
• Conferência e demonstração
em Passo Fundo / RS - 23/05/05
• Conferência em Belém
- 23/04/05
• Participação Internacional
do Dr. Nestor Kisilevzky - 18/04/05
• Gravidés é possível
após embolização de miomas!! - 03/01/05
• Saiu na imprensa americana!! -
05/12/04
• Mulher poderosa do governo Americano
passa por embolização uterina - 20/11/04
• Reunião com Ginecologistas
em Piracicaba - 19/11/04
• Sucesso do Dr. Nestor na Inda
- 12/11/04
• Palestra para Médicos
de Piracidaba - 15/10/04
• Leia materia publicada no jornal THE
WALL STREET JOURNAL - 13/10/04
• Atualização Bibliográfica
- Novos trabalhos publicados - 12/10/03
• Palestras em Nova Delhi - India -
10/10/04
• Participação no Congresso
Europeio em Barcelona - 01/10/04
• WebMioma - agora também
em Campinas - 10/07/04
• Demonstrações ao vivo
em Buenos Aires - 24/04/04
• Presença Brasileira no
Maior Congresso Mundial - 04/04/04
• Palestras para a comunidade
- 20/01/04
• Atualização Bibliográfica
- Novos trabalhos publicados - 10/11/03
• Saiu na Folha de São
Paulo. - 24/08/2003
• Saiu na revista Isto
É. - 10/09/2003
• Saiu na Tribuna de
Santos. - 30/08/2003
• Simpósio Internacional
é destaque em São Paulo. - 28/08/2003
• Entrevista com o Dr.
Jean-Pierre Pelage. - 28/08/2003
• Atualização
Bibliográfica. - 30/09/2003
• Simpósio Internacional
sobre Mioma de Útero. - 05/08/2003
• Chega ao Brasil o novo material
para embolização uterina. - 17/05/2003
• Visita à Universidade
de British Columbia em Vancouver – Canadá
- 12/04/2003
• Congresso Internacional de Radiologia
Intervencionista - 14/04/2003
• Visita a Universidade - 01/03/2003
• Congresso Americano - 27/03/2003
• Diário do Pará
- 30/01/2003
• Publicação: Journal
of Vascular and Interventional Radiology - 10/01/2003
• Congresso da Society of Interventional
Radiology - 20/12/2002
• Comunicado SIR - 14/12/2002
• Workshop sobre Embolização
- 10/12/2002
• V Encontro Anual da SOBRICE -
30/11/2002
21/12/11 Convênios e
Planos de saúde devem dar cobertura para Embolização Uterina.
Rol de Procedimentos 2012
Data de publicação: Quarta-feira, 21/12/2011
A embolização é uma técnica de
radiologia intervencionista aplicada à área
ginecológica para abordagem terapêutica de várias
situações, como no tratamento do leiomioma
uterino sintomático. Miomas uterinos são nódulos
de tecido muscular liso e tecido conjuntivo fibroso que se
desenvolvem na parede do útero. São os tumores
benignos mais comuns observados na prática ginecológica.
Apesar do rol já apresentar uma opção
terapêutica para o tratamento do mioma com preservação
do útero - a miomectomia uterina - a embolização
constitui uma alternativa minimamente invasiva ao tratamento
cirúrgico para esta patologia.
Na revisão da Resolução Normativa 211/2010,
que deu origem à Resolução Normativa
262/2011, publicada em 02/08/2011, e que entrará em
vigência a partir de 01/01/2012, o procedimento foi
excluído. A exclusão teve como base decisão
da Comissão de Incorporação de Tecnologias
do Ministério da Saúde (Citec) em fevereiro
de 2011, que considerou o procedimento com insuficiente evidência
cientifica quanto à efetividade e à segurança.
Contudo, a apresentação de novos estudos a
respeito do procedimento por parte das sociedades médicas
fez com que a Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS) solicitasse uma nova avaliação desta
tecnologia pela Associação Médica Brasileira
(AMB), que após a avaliação dos estudos
mais recentes, construiu uma Diretriz de Utilização
- DUT, delimitando a população que melhor se
beneficia desta técnica e para a qual tal procedimento
passaria a ser coberto pelo Rol de Procedimentos.
Assim, a ANS resolve adotar a DUT estabelecida para este
procedimento, a saber:
1. Cobertura obrigatória nos casos de:
a. Mulheres portadoras de leiomiomas uterinos intramurais
sintomáticos ou miomas múltiplos sintomáticos
na presença do intramural (sintomas expressos através
de queixa de menorragia/metrorragia, dismenorreia, dor pélvica,
sensação de pressão supra-púbica
e/ou compressão de órgãos adjacentes).
2. Não há indicação para realização
do procedimento nos casos abaixo que, portanto, não
teriam cobertura obrigatória pelo Rol de Procedimentos:
a. Mulheres assintomáticas;
b. Adenomiose isolada;
c. Mioma subseroso pediculado;
d. Leiomioma submucoso (50% do diâmetro na cavidade
uterina);
e. Leiomioma intraligamentar;
f. Diâmetro maior que 10 cm;
g. Extensão do mioma acima da cicatriz umbilical.
h. Neoplasia ou hiperplasia endometriais;
i. Presença de malignidade;
j. Gravidez/amamentação;
k. Doença inflamatória pélvica aguda;
l. Vasculite ativa;
m. História de irradiação pélvica;
n. Coagulopatias incontroláveis;
o. Insuficiência renal;
p. Uso concomitante de análogos de GnRH
Link:
http://www.ans.gov.br/index.php/a-ans/sala-de-noticias-ans/consumidor/1261-rol-de-procedimentos-2012#
19/12/11 Leia Matéria
informativa publicada na Revista Veja.

Embolização de miomas
Técnica minimamente invasiva é alternativa
para o tratamento, principalmente para mulheres que desejam
engravidar

Desde que o médico francês Jacques Ravina realizou,
há cerca de duas décadas, a primeira embolização
de mioma uterino, a técnica vem evoluindo e beneficiando
um número crescente de mulheres portadoras desse tipo
de tumor, particularmente as que desejam o tratamento sem
a retirada do útero. A embolização consiste
em bloquear os vasos sanguíneos que nutrem o tumor
por meio de um procedimento minimamente invasivo. Sem irrigação,
o mioma diminui. E o útero é preservado.
Na quase totalidade dos casos, o mioma é um tumor
benigno. Mas tem grande incidência entre as mulheres
na fase reprodutiva, afetando mais da metade dessa população.
Destas, porém, apenas cerca de 30% precisam de tratamento.
São pacientes que apresentam sintomas como sangramentos,
cólicas e fluxos menstruais excessivos, sensação
de peso no baixo ventre, dor durante a relação
sexual, dificuldade para engravidar e até abortos
espontâneos. As demais devem apenas fazer o acompanhamento
regular com o ginecologista.
Embora associados à produção de hormônios
na fase reprodutiva, as causas do surgimento de miomas são
desconhecidas. Contudo, estudos apontam que a incidência é maior
em mulheres da raça negra e naquelas com histórico
familiar ou com alterações genéticas
nas células uterinas. O diagnóstico se baseia
na entrevista do médico com a paciente (anamnese),
exame ginecológico e ultrassonografia.
O tratamento varia conforme a gravidade, a localização
dos miomas e – aspecto importante – o desejo
reprodutivo. Em algumas situações a terapia
com hormônios é suficiente para controlar o
problema, embora algumas pacientes se ressintam de efeitos
colaterais como náuseas, dor de cabeça, retenção
de líquido e ganho de peso, entre outros. Quando o
tratamento hormonal não resolve e a mulher já é mãe, é mais
frequente a retirada do útero (histerectomia). Já para
as pacientes que desejam ter filhos, uma das alternativas é a
embolização. As chances de engravidar após
esse procedimento variam de 30% a 35%.
Outro diferencial da embolização é que
ela permite o tratamento de mulheres que apresentam múltiplos
miomas, mais difíceis de serem removidos pela miomectomia.
O procedimento é indicado ainda em casos de recidiva
após esta cirurgia (o que ocorre em cerca de 30% das
pacientes) e também quando há tumores maiores.
Aqui o objetivo é reduzir seu tamanho antes da intervenção
cirúrgica, tornando a operação mais
simples e diminuindo os riscos. A embolização
pode ser ainda uma opção para mulheres que,
mesmo já tendo filhos, querem preservar o útero,
pois vêem nele um símbolo de sua feminilidade
e sexualidade.
Envolvendo sempre uma equipe multidisciplinar (ginecologista
e radiologista vascular intervencionista, entre outros),
o procedimento para embolizar o tumor é feito por
meio da punção da artéria femoral, na
região da virilha, com a introdução
de um cateter. Guiado por imagens de fluoroscopia, um tipo
de raio-X dinâmico, o médico irá posicioná-lo
na artéria uterina. Para acessá-la, é colocado
um cateter ainda mais fino dentro desse primeiro. O tempo
todo, a radiação é controlada por um
dosímetro, garantindo níveis seguros de exposição.
Após a avaliação anatômica (em
4% dos casos a artéria uterina irriga o ovário,
o que impede a embolização, já que esta
afetaria o órgão que se pretende preservar)
e a visualização dos nódulos, o médico
faz a injeção de uma microesfera, o agente
embolizante, que vai bloquear o fluxo de sangue nos vasos
que alimentam o tumor. Sem irrigação sanguinea,
seu tamanho vai diminuindo gradativamente. Seis meses após
o procedimento, registra-se uma redução média
de 40% do volume do útero. Feito com a paciente sob
anestesia raquidiana ou peridural, o processo todo leva em
torno de 1h30, incluindo preparo. Em poucos dias, a paciente
pode retomar suas atividades de rotina.
Dispor de alternativas para tratamento de miomas preservando
o útero é algo que ganha maior importância
nos dias atuais. Investindo no desenvolvimento pessoal e
profissional, cada vez mais mulheres deixam a maternidade
para depois dos 30 anos. Estão na fase reprodutiva
e, portanto, arriscadas a estar no grupo das portadoras de
mioma. Para quem sonha ter um bebê, a embolização
pode ser uma boa opção.
20/05/10 Veja reportagem
no Jornal da Rede TV.

http://www.youtube.com/watch?v=sroxdRJiScY
01/03/10 -Dr. Nestor Kisilevzky
participa de reunião
no Ministério da Saúde para discutir a incorporação
da Embolização Uterina ao SUS.
No dia 01 de Março de 2010 o Dr. Nestor esteve reunido
como o Dr. José Luiz Telles, Diretor responsável
da área da Saúde da Mulher do Ministério
da Saúde e com a Dra. Ana Cláudia Murahovschi
do Grupo Técnico Assessor da Comissão de Incorporação
de Tecnologia/CITEC,
Secretaria de Ciência Tecnologia e Insumos Estratégicos/SCTIE.
Na oportunidade o Dr. Nestor argumentou sobre a necessidade
de incorporar o procedimento de Embolização
Uterina ao SUS para que esteja disponível para as
mulheres que dependem exclusivamente do sistema público
de saúde. Recebeu a orientação para
o envio de um relatório técnico junto de estudo
de impacto econômico e de custo/beneficio.

15/11/09 - História publicada
na Folha de São Paulo.
Ela quase perdeu o útero
Cristiane Faccioli, 31, ia ao hospital todo mês por
causa das cólicas geradas por três miomas; após
quase perder o útero, passou por um tratamento menos
invasivo e conseguiu ser mãe
Caio Guatelli/Folha Imagem
Cristiane Faccioli com a filha, Maria Laura
FLÁVIA MANTOVANI
EDITORA-ASSISTENTE DO EQUILÍBRIO
Durante toda a adolescência e o início da vida
adulta, Cristiane Faccioli, 31, ficava ao menos quatro dias
no mês "fechada para balanço". O fluxo
menstrual era tão intenso que ela usava dois absorventes
e os trocava a cada meia hora. Tinha tanta cólica que
perdia o movimento das pernas.
Invariavelmente, ia parar no hospital para tomar remédio
na veia -os comprimidos tradicionais eram como "água
com açúcar", conta.
Nesse período, não conseguia fazer nada: quando
adolescente, pedia para a mãe buscá-la onde
estivesse e faltava às aulas. Mais tarde, começou
a trabalhar como advogada e precisava cancelar reuniões
e audiências. "O problema complicava minha vida
profissional absurdamente. No primeiro dia de menstruação
eu já desmarcava reuniões. Tinha que pedir a
um colega que fosse às audiências no meu lugar",
diz.
Como se sentia assim desde que começou a menstruar,
achava aquilo natural. Os médicos diziam que o que
ela tinha era algo normal da adolescência e passaria.
Mas foi só piorando e, na época da faculdade,
o problema agravava-se com o estresse. Até que, aos
26 anos, Cristiane teve uma hemorragia que durou três
meses. Foi seu período mais crítico. "Resolvi
dar um basta. Não dava para viver daquele jeito",
afirma.
Mudou de ginecologista e a nova médica lhe receitou
um remédio anti-hemorrágico. Era para tomá-lo
por poucos dias, mas ela o usou continuamente por mais três
meses, porque sempre que parava de tomar o sangramento voltava.
Foi quando a ginecologista pediu um ultrassom e detectou o
que estava causando todos os problemas: ela tinha três
miomas, tumores benignos que se formam no útero e,
em alguns casos, podem provocar os sintomas que incomodavam
Cristiane desde nova.
A advogada ficou assustada com o que ouviu da médica:
teria que passar por uma histerectomia, ou seja, a retirada
do útero. "Falei que não ia fazer aquilo.
Eu tinha 24 anos, nem tinha casado, queria ter filhos."
Foi seu namorado na época, hoje seu marido, que leu
numa revista informações sobre a embolização
de miomas, técnica existente há cerca de dez
anos que trata o problema de forma menos invasiva.
Cristiane buscou um especialista no procedimento e ouviu dele
respostas tranquilizadoras. "Perguntei: "Não
vou ter mais cólica? Nem hemorragia?" Ele respondeu
que não. "Vou poder ter filhos?" Ele disse
que sim. Nem acreditei."
O tratamento não deixa cicatrizes, exige anestesia
local e só um dia de internação -para
controlar a dor, frequente no pós-operatório.
A eficácia é de 95% a 97%. A melhora foi imediata.
"Nunca mais tive cólica ou sangramentos anormais.
Vi o que é ter uma vida normal", diz Cristiane.
Um ano depois, os miomas estavam de tamanho insignificante.
O médico disse que ela poderia demorar a engravidar,
mas, com dois meses de tentativa, deu certo. Hoje, ela é
mãe de Maria Laura, de três meses.
Até o sexto mês de gravidez, os miomas apareciam
no ultrassom, com o bebê. O ginecologista queria retirá-los
definitivamente no parto, aproveitando que teve que ser cesariana.
"Eu estava na sala de parto com a minha filha e falava:
"Não esquece os miomas'", conta ela, rindo.
Mas ele não conseguiu encontrá-los: seu organismo
já os havia absorvido.
Sintomas
Ao menos metade das mulheres com idade entre 30 e 45 anos
apresenta miomas. A questão é que a maioria
delas não tem nenhum sintoma. "Muitas vezes eles
passam desapercebidos e só vão ser notados em
exames de rotina", diz o radiologista intervencionista
Nestor Kisilevzky, especialista na embolização
de miomas.
Ele ressalta que o mioma é totalmente benigno -"ninguém
morre por causa dele e ele não se transforma em câncer".
Só devem ser tratadas -com qualquer técnica-
as mulheres que têm sintomas.
"O mioma pode ter um impacto severo na qualidade de vida.
Há pacientes que precisam usar até fraldas [para
conter o sangramento]", diz.
Ele afirma que muita gente acaba perdendo o útero desnecessariamente
porque alguns ginecologistas não orientam as pacientes
de que é possível fazer a embolização.
O procedimento não é coberto pelo SUS.
Em 2008, Kisilevzky fundou, com o hospital Albert Einstein,
onde trabalha, um projeto que fazia embolizações
gratuitas em quatro hospitais públicos. Foram tratadas
106 pacientes, mas hoje o projeto está suspenso para
buscar uma ampliação. Já há uma
lista de espera de 300 mulheres que querem se submeter ao
procedimento.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd1511200901.htm
Cristiane foi operada pela equipe WebMioma do
Dr. Nestor Kisilevzky.
11/11/09 - Dr. Nestor Kisilevzky visita
o Senado Federal em Brasília.
No dia 11 de novembro o Dr. Nestor esteve no Senado
Federal a convite do Senador Gim Arguello (DF). Na oportunidade
o Dr. Nestor explicou ao Senador as características
do procedimento de embolização uterina e a sua
importância para a saúde da mulher. O Senador
se pontificou a trabalhar para inclusão do procedimento
na Tabela do SUS e dessa forma fez um pronunciamento no plenário
do Senado no dia 12 de novembro. O Senador enviou também
um requerimento ao Senhor Ministro da Saúde solicitando
a inclusão da embolização uterina na
tabela do SUS.
04/11/09 - Ana Maria Braga entrevista
o Dr. Nestor na Rede Globo.
No último dia 4 de novembro o Dr. Nestor Kisilevzky
participou do programa Mais Você da Rede Globo com a
apresentadora Ana Maria Braga. Na oportunidade foi discutida
a importância da técnica de embolização
para mulheres portadoras de miomas no útero.
Veja a entrevista completa:
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=j8UNuaXcAZ4
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=bCy4va_7kO8
20/05/09 - Resultados Preliminares
do Projeto ANGIOMOVEL.
No dia 18 de Maio de 2009 o projeto ANGIOMÓVEL atingiu
a marca de 106 pacientes tratadas com a técnica de
embolização uterina. Embora os cálculos
estatísticos estão em fase de elaboração
e analise, alguns dados podem já ser apresentados.
Obteve-se 98% de sucesso técnico; o tempo médio
de procedimento foi de 45 minutos com tempo de fluoroscopia
de 22 minutos. Foram consumidos 2,5 vidros de micro-esferas
por paciente e 150ml de contraste radiológico. 97%
das pacientes permaneceram apenas 1 noite no hospital. Não
houve nenhuma complicação maior decorrente do
procedimento. No acompanhamento pós-operatório
verificou-se que 80% manifestaram que se encontravam clinicamente
melhor. O retorno para as atividades foi, em media, de 10
dias. 95% das pacientes se manifestaram satisfeitas ou muito
satisfeitas e 97% recomendariam o procedimento para mulheres
com miomas. Na comparação dos questionários
para avaliação da qualidade de vida verificou-se
que os escores, que antes do procedimento eram de 41 pontos
(qualidade de vida muito ruim), se elevaram para 80 pontos
(qualidade de vida similar a população normal
sem miomas).
Dessa forma pode-se concluir preliminarmente que o projeto
ANGIOMÓVEL é perfeitamente viável, tremendamente
eficiente e absolutamente seguro.
O projeto ANGIOMÓVEL não somente leve bem estar,
mas também esperança para uma parcela da população
que não está habituada à aceder ao que
existe de mais moderno na Medicina atual.
17/03/09 - UNIMED de Porto Alegre tenta
desqualificar o procedimento de Embolização
Uterina.
A UNIMED de Porto Alegravem tentando desqualificar a Embolização
Uterina mediante a elaboração de um Parecer
Técnico/Científico. Dr. Nestor Kisilevzky
Responde o parecer!
PARECER TÉCNICO CIENTÍFICO
Elaborado por:
Andry Fiterman Costa e Paulo Dornelles Picon
Após reuniões com Grupo Compromisso e reunião
de Consenso com Comitê de Especialistas em Ginecologia
da Unimed-PoA
QUESTÃO
No tratamento dos pacientes com miomatose uterina em que situações
a abordagem por embolização supera a abordagem
tradicional?
PARECER
MIOMATOSE UTERINA
Leiomiomas uterinos são tumores benignos originados
de células musculares lisas do útero contendo
uma quantidade aumentada de matriz extracelular. São
envoltos por uma fina pseudocápsula de tecido areolar
e fibras musculares comprimidas. Miomas são costumeiramente
descritos de acordo com sua localização:1
intramural: desenvolvem-se dentro da parede uterina. Podem
ser grandes o suficiente a ponto de distorcer a cavidade uterina
e a superfície serosa.
submucoso: derivam de células miometriais localizadas
imediatamente abaixo do endométrio. Estes tumores freqüentemente
crescem para a cavidade uterina.
subseroso: originam-se sob a superfície serosa do útero.
Podem ter uma base ampla ou pedunculada e podem ser intraligamentares.
cervical: localizados na cérvice uterina.
Leiomiomas são uma causa comum de morbidade
em mulheres em idade reprodutiva. Não têm sido
descritos em meninas pré-puberais, embora já
tenham sido descritos em adolescentes2. A maioria das mulheres
sintomáticas apresenta-se na 4ª e 5ª décadas
de vida.3 A incidência varia grandemente – de
5% a 80% –, de acordo com o método diagnóstico
utilizado.
Alívio dos sintomas comumente ocorre no momento da
menopausa, entretanto, a freqüente utilização
de terapia de reposição hormonal na pós-menopausa
tem levado a manutenção dos sintomas nesta situação
clínica.2,3
TRATAMENTO TRADICIONAL
Alguns fatores devem ser inicialmente considerados ao se avaliar
o tratamento de pacientes com miomatose:2,3
Tamanho do(s) mioma(s)
Localização do(s) mioma(s)
Sintomatologia
Idade da paciente
Plano de gestação
O momento da intervenção deve
ser individualizado, baseados no desconforto gerado na paciente,
seus planos obstétricos e a probabilidade de progressão/regressão
da doença de acordo com a idade da paciente e necessidade
de manipulação hormonal.2
Cirurgia é o tratamento de eleição para
leiomiomas. Histerectomia é o tratamento definitivo;
miomectomia por várias técnicas, miólise
e embolização das artérias uterinas são
procedimentos alternativos.2 Ressecção do mioma
– miomectomia – é uma opção
para mulheres que desejam engravidar ou que não aceitam
a perda do útero.3-6 Contra-indicação
para estes procedimentos é rara. Terapia farmacológica
tem as vantagens de não submeter a paciente aos riscos
cirúrgicos e permite a preservação do
útero. Cirurgia continua como tratamento de primeira
escolha pois a suspensão do tratamento clínico
associa-se a rápida recorrência dos sintomas.
A ablação endometrial pode ser utilizada no
tratamento conservador.
EMBOLIZAÇÃO DA ARTÉRIA UTERINA
Esta técnica baseia-se na hipótese de que o
controle do fluxo sangüíneo miometrial pode controlar
as manifestações clínicas.4,7
Em pesquisa no Pubmed® utilizando-se o termo Uterine Artery
Embolization (que é um termo MeSH, porém sem
restringir a pesquisa a termos MeSH) encontramos 2 metanálises
e 25 ensaios clínicos randomizados.
Das duas metanálises, uma delas8 não compara
a eficácia/efetividade da embolização
com outras técnicas de tratamento. A outra9, que incluiu
dois ensaios clínicos randomizados10,11 e avaliou a
embolização, quando comparada com histerectomia,
demonstrou que aquela demorou menos tempo (-16 minutos), apresentou
menor perda sangüínea (-405 ml), menor tempo de
hospitalização (-3,3 dias) e mais rápida
retomada das atividades diárias (-27 dias).9 Apresentou,
entretanto, maior necessidade de atendimentos após
a alta hospitalar (1,8 vezes mais) e maior necessidade de
readmissões após 42 dias (6 vezes mais). Os
motivos destas readmissões foram febre, dor, sepse
e mioma nascens.11 Dados semelhantes foram encontrados quando
o grupo de comparação foi miomectomia.
Dos 25 ensaios clínicos encontrados, a maioria não
compara a eficácia/efetividade da embolização
com outras técnicas de tratamento. Seis publicações
são derivadas de um único ensaio clínico,
o estuto EMMY.11-16
As duas primeira publicações encontradas10,11
como ensaios clínicos randomizados que compararam embolização
com tratamento cirúrgico foram incluídas na
metanálise9.
Outro ensaio clínico que comparou embolização
com miomectomia encontrou, na publicação dos
dados preliminares, resultados semelhantes ao da metanálise:
menores tempo de internação e do procedimento
e maiores taxas de re-in tervenção.17 Na publicação
final,18 analizando taxa de fertilidade, encontrou maiores
taxas de gravidez e parto e menores taxas de aborto com o
procedimento cirúrgico, sem diferenças significativas
nos demias desfechos.
Outra publicação foi um ensaio clínico
randomizado que avaliou qualidade de vida (através
do SF-36) e não demonstrou diferenças entre
os grupos embolização e cirurgia.19 Controle
sintomático ao final de 1 ano foi melhor no grupo de
tratamento cirúrgico.
Embora os benefícios no curto prazo estejam bem estabelecidos,
no longo prazo a embolização apresenta limitações.20
Embora até 75% das pacientes relatem melhora do sangramento,
20% das pacientes relatam terem-se submetido a outros procedimentos
(histerectomia, miomectomia ou nova embolização).21-23
No seguimento de 2 anos do ensaio EMMY, 23,5% das pacientes
randomizadas para embolização acabaram necessitando
submeter-se a histerectomia, demonstrando que no médio-longo
prazo a eficácia da embolização é
limitada.15
Complicações significativas são raras
e mais prováveis em miomas únicos e grandes;7
morte secundária a sepse já foi descrita.24
De maneira geral, complicações ocorrem em 5%
a 11%.25 Alguns autores sugerem este procedimento como ainda
sendo experimental.4
Contra-indicações relativas para este procedimento
incluem uso associado de agonistas do GnRH, miomas pedunculados
ou submucosos, adenomiose extensa, ligadura prévia
da artéria ilíaca interna, miomas grandes ou
numerosos e planos de gestação futura, uma vez
que até o presente momento não houve nenhum
estudo que tenha avaliado a possibildiade de gestação
após esse procedimento.20 Contra-indicações
absolutas incluem gravidez, infecção do trato
gênito-urinário, malignidade, imunossupressão,
doença vascular que limite acesso e risco elevado de
complicações com o contraste.20
Conclusões
Com base nas evidências acima discutidas,
pode-se concluir que embolização somente se
justifica para pacientes apresentando miomatose uterina com
contra-indicação absoluta para procedimento
cirúrgico e que não desejem gestar. Nos casos
de sangramento uterino não responsíveis aos
tratamentos clínicos, onde não haja indicação
de tratamento cirúrgico, a embolização
poderá ser justificada em casos excepcionais: nunca
como tratamento primário.
• Sugere-se que estas pacientes devam assinar termo
de consentimento livre e esclarecido juntamente com o médico
ginecologista e radiologista explicando todos os benefícios
e riscos deste procedimento considerado ainda, por alguns,
como experimental (modelo anexo).
Referências Bibliográficas
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RESPOSTA ELABORADA PELO DR NESTOR KISILEVZKY A PEDIDO
DA DRA. LINDALVA BERTELI – RADIOLOGISTA INTERVENCIONISTA
DE POA. (C/Cópia para o Colégio Brasileiro de
Radiologia)
Em relação ao Parecer Técnico
Científico de embolização de artéria
uterina em pacientes com miomatose – fevereiro 2009
– elaborado pelo Comitê de Especialistas em Ginecologia
da Unimed-PoA gostaríamos de manifestar:
Muitos são os questionamentos que podem
ser realizados ao parecer técnico científico
supracitado, mas o que definitivamente agride na leitura do
mesmo é a sórdida tentativa de subliminarmente
atribuir ao procedimento de embolização uterina
o caráter de “procedimento experimental”
que definitivamente não possui. Em duas ocasiões
isso é sugerido no texto:
No texto =......“Alguns autores sugerem
este procedimento como ainda sendo experimental.”
Na conclusão= ......” Sugere-se que estas pacientes
devam assinar termo de consentimento livre e esclarecido juntamente
com o médico ginecologista e radiologista explicando
todos os benefícios e riscos deste procedimento considerado
ainda, por alguns, como experimental (modelo anexo).”
Atribui-se a autoria dessa conotação
(procedimento experimental) a “alguns” e referencia-se
no Boletim Prático número 16 publicado pelo
Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas em
maio de 2000.
· ACOG practice bulletin. Surgical
alternatives to hysterectomy in the management of leiomyomas.
Number 16, May 2000 (replaces educational bulletin number
192, May 1994). Int J Gynaecol Obstet 2001 Jun;73(3):285-93.
O que chama poderosamente a atenção
é que o rito metodológico e científico
utilizado pelos autores do parecer técnico científico
em sua pesquisa bibliográfica foi tão apurado
e estrito que negligenciaram a existência do Boletim
Prático número 96 publicado pelo Colégio
Americano de Obstetras e Ginecologistas em Agosto de 2008,
e que justamente substituiu aquele referenciado pelos autores.
· ACOG practice bulletin. Alternatives
to Hysterectomy in the Management of Leiomyomas. NUMBER 96,
AUGUST 2008. Replaces Practice Bulletin Number 16, May 2000
and Committee Opinion Number 293, February 2004. Obstetrics
& gynecology 2008. VOL. 112, August NO. 2, PART 1; 387-400.
Neste último Boletim Prático publicado
pelo Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas
(ACOG) estabelece-se categoricamente que a Embolização
Uterina possui NIVEL A de EVIDÊNCIA CIENTÍFICA
(boa e consistente evidência científica) e afirma
textualmente nas suas conclusões:
“Based on long- and short-term
outcomes, uterine artery embolization is a safe and effective
option for appropriately selected women who wish to retain
their uteri.”
Tradução livre = “Com
base em resultados a curto e longo prazo, a embolização
da artéria uterina é uma opção
segura e efetiva para mulheres apropriadamente selecionadas
que desejem preservar o seu útero.”
Portanto, a ocultação, sonegação
ou ignorância desta informação, seja de
forma intencional ou inadvertida, desqualifica e invalida
integralmente o conteúdo desse parecer técnico
científico e as suas conclusões e sujeita os
seus autores a questionamento ético perante o Conselho
Regional de Medicina e/ou a impetração de medida
de ação cível por aqueles que se sintam
prejudicados em seus direitos de consumidor.
No entanto o manifestado acima seja determinante
em relação ao parecer técnico científico
gostaríamos de aproveitar a oportunidade para acrescentar
algumas informações sobre o procedimento de
embolização das artérias uterinas visto
que o parecer em questão foi elaborado exclusivamente
por médicos ginecologistas e não incluiu a visão
e conhecimento de qualquer Radiologista Intervencionista.
- A técnica de Embolização
Uterina
A embolização uterina tem por
objetivo causar necrose isquêmica completa dos miomas
e assim controlar a sintomatologia provocada por esses tumores.
Estudos histológicos demonstraram que para obter esse
resultado devem ser bloqueados os ramos do plexo vascular
peri-tumoral, cujos vasos medem aproximadamente 500 mícras.
Esse conhecimento tem sido fundamental para os radiologistas
apurarem a técnica e assim maximizar os resultados
e evitar as falhas.
· Spies J et al. Uterine Artery Embolization
for Fibroids: Understanding the Technical Causes of Failure.
J Vasc Interv Radiol 2003; Vol 14, January, 11-14.
· Pelage JP et al. Limited Uterine
Artery Embolization with Trisacryl Gelatin Microspheres for
Uterine Fibroids. J Vasc Interv Radiol 2003; Vol 14, January,
15-20.
Resulta fácil compreender que o refinamento técnico
e a experiência do operador influenciam diretamente
nos resultados de qualquer procedimento, mas um exemplo claro
disso em relação à embolização
uterina pode ser comprovado no estudo EMMY, tão comentado
pelos autores do parecer técnico científico.
Esse foi um estudo randomizado multicêntrico conduzido
na Holanda que comparou a Embolização Uterina
(88 pacientes) com a Histerectomia (89 pacientes) e cujo primeiro
artigo foi publicado em Novembro de 2005.
· Hehenkamp WJ, et al. Uterine artery
embolization versus hysterectomy in the treatment of symptomatic
uterine fibroids (EMMY trial): peri- and postprocedural results
from a randomized controlled trial. Am J Obstet Gynecol 2005;
193:1618–1629.
Nesse estudo se verifica que dos 26 Radiologistas
Intervencionistas que contribuíram com casos, somente
7 tinham realizado mais de 10 procedimentos de embolização
uterina antes do estudo e a grande maioria (19 deles) tinham
realizado menos do que 10 procedimentos de embolização
uterina. Ou seja, cada radiologista contribuiu em média
com 3 casos, muitos dos quais foram os primeiros realizados
por esses médicos. Talvez, essa inexperiência
com a técnica de embolização uterina
dos radiologistas que participaram do estudo explique em parte
o alto índice de insucesso técnico da embolização
uterina que nesse estudo alcançou 5,3%. A embolização
bilateral das artérias uterinas somente foi conseguida
em 82,7% e portanto, o procedimento foi considerado falho
em 17,3%.
· Volkers NA et al. Uterine artery
embolization in the treatment of symptomatic uterine fibroid
tumors (EMMY trial): periprocedural results and complications.
J Vasc Interv Radiol 2006; 17:471– 480.
Provavelmente a melhor evidência em relação
ao procedimento de embolização uterina venha
do maior estudo de Registro multicêntrico conduzido
pela Society of Interventional Radiology (SIR) que analisou
mais de 2700 casos realizados em 72 centros ao redor do mundo.
Nesse estudo a Embolização bilateral foi realizada
em 92,8% e, portanto, o procedimento falhou somente em 7,2%.
· Worthington-Kirsch R et al. The
Fibroid Registry for Outcomes Data (FIBROID) for uterine artery
embolization: short term outcomes. Obstet Gynecol 2005; 106:52–59.
- A eficácia da embolização uterina
Como bem afirmado no parecer técnico
científico o tratamento dos miomas uterinos é
indicado em pacientes sintomáticas. O referido estudo
EMMY utilizou como “end-point” primário
a eliminação de menorragia após o período
de 2 anos considerando a embolização uterina
equivalente a histerectomia se resolvesse a menorragia em
pelo menos 75% das pacientes (conceito de não inferioridade).
Pois o estudo mostrou que a embolização foi
NÃO INFERIOR a histerectomia já que controlou
a sintomatologia em 76% dos casos.
· Hehenkamp WJK, et al. Symptomatic
uteine fibroids: treat with uterine artery embolization or
hysterectomy--results from the randomized clinical Embolisation
versus Hsterectomy (EMMY) Trial. Radiology 2008;246:832-32.
Ou seja, mesmo com todas as falhas técnicas
o estudo EMMY evidenciou que a embolização evitou
a histerectomia em 76% das mulheres!
Poderíamos nos perguntar sobre a eficácia
da miomectomia cirúrgica e iríamos verificar
que este procedimento apresenta uma taxa de necessidade de
um segundo procedimento em 21,8% (histerectomias em 75%) e
não por isso se considera este um procedimento ineficaz
e/ou experimental!
· Reed SD et al. The incidence of
repeat uterine surgery following myomectomy. J Women’s
Health 2006;15:1046-1052.
Muito mais importante que o controle de sintomas
subjetivos é seguramente o impacto que o tratamento
pode provocar na Qualidade de Vida. O acompanhamento após
36 meses no estudo de registro multicêntrico da SIR
mostrou que a severidade dos sintomas e a qualidade de vida
relacionada com a saúde avaliados com um questionário
específico melhoraram com significância estatística
após a embolização uterina levando as
pacientes para a zona de absoluta normalidade.
· Goodwin SC et al. Uterine artery
embolization for treatment of leiomyomata: long-term outcomes
from the FIBROID Registry. Obstet Gynecol. 2008 Jan;111(1):22-33
Isso não é exclusivo da população
americana já que no Brasil verificamos resultados similares
em relação com a qualidade de vida após
o tratamento da miomatose sintomática com embolização
uterina.
· Kisilevzky N. Embolização
uterina para tratamento de miomas sintomáticos: impacto
na qualidade de vida”. Radiol Bras 2007. vol.40, outubro,
no.5, 289-296.
- Segurança da Embolização
Uterina
O estudo de Registro multicêntrico da
SIR apurou uma incidência de complicações
menores após a embolização da ordem de
31% enquanto o estudo EMMY revelou uma incidência da
ordem de 58% após a embolização e 40%
após a histerectomia.
As re-internações ao longo do primeiro mês
das pacientes embolizadas no estudo EMMY foram de 11,1% enquanto
no estudo de Registro Multicêntrico conduzido pela SIR
foram somente 4,8%.
Complicações menores freqüentes após
a embolização no estudo EMMY foram Dor e Febre,
mas há que se salientar que o acompanhamento pós-operatório
foi conduzido exclusivamente pelas equipes de ginecologia
e sem qualquer participação dos radiologistas.
Os esquemas de analgesia utilizados nas pacientes submetidas
à embolização não respeitaram
as recomendações dos “Standards”
na época. As pacientes foram somente prescritas com
antiinflamatório não esteróide e paracetamol.
Somente depois de experimentar dor intensa é que foi
prescrita a utilização de narcóticos.
Sabe-se que com um bom esquema de analgesia que inclua uma
bomba de PCA (personal controlled analgesia) ou bloqueio peridural,
re-internações após a embolização
uterina são raramente necessárias.
· Bruno J et al. Recovery after uterine
artery embolization for leiomyomas: a detailed analysis of
its duration and severity. J Vasc Interv Radiol 2004; 15:801–807.
Nos três estudos randomizados comparando
embolização uterina com histerectomia (EMMY,
REST, PINTO) verificou-se uma incidência similar de
complicações para ambos os tratamentos.
Outro estudo comparativo (retrospectivo) entre
Embolização e Histerectomia conduzido no Reino
Unido verificou menor incidência de complicações
(com significância estatística) nas pacientes
tratadas com embolização (17,6 contra 26,1%
respectivamente).
· Dutton S et al. A UK multicentre
retrospective cohort study comparing hysterectomy and uterine
artery embolisation for the treatment of symptomatic uterine
fibroids (HOPEFUL study): main results on medium-term safety
and efficacy BJOG 2007 Nov;114(11):1340-51.
Num estudo para avaliação específica
das complicações após a embolização
uterina em 400 pacientes verificou-se uma incidência
global de apenas 10,5%. Entre essas, somente 5 (1,25%) foram
consideradas maiores (“significativas”) e requereram
terapia adicional não prevista e prolongaram a internação.
Nessa casuística não houve mortalidade.
· Spies JB et al. Complications after
uterine artery embolization for leiomyomas. Obstet Gynecol
2002 Nov;100(5 Pt 1):873-80.
Alias, mortalidade após a embolização
é um evento raríssimo do qual há somente
relatos anedóticos na literatura médica, embora
os autores do parecer técnico científico mencionem
de forma quase sarcástica que “morte secundária
a sepse já foi descrita” .
Embora não existam estatísticas
publicadas pode-se estimar que no pior cenário a mortalidade
de embolização seria algo em torno de 0,0005/1000
ou 1/200.000
Certamente jamais alcançaria a incidência
de mortalidade apresentada pela histerectomia que já
tem sido verificada em 3,8/1.000 ou 380/100.000.
· McPherson K et al. Severe complications
of hysterectomy: the VALUE study. BJOG 2004 Jul;111(7):688-94.
- Vantagens da Embolização
Uterina
O próprio relatório técnico
científico menciona que já foi verificado que
a embolização propicia menor tempo de hospitalização
e mais rápida retomada das atividades diárias
após o tratamento quando comparado com a histerectomia.
Isto sem dúvidas representa uma vantagem adicional
deste tratamento minimamente invasivo.
- Impacto da Embolização
na fertilidade
O parecer técnico científico afirma
que o desejo de fertilidade é uma contra-indicação
relativa.
“Contra-indicações relativas
para este procedimento incluem............planos de gestação
futura, uma vez que até o presente momento não
houve nenhum estudo que tenha avaliado a possibilidade de
gestação após esse procedimento.”
Utiliza-se como referência para essa afirmação
um livro de texto ao qual não se tem acesso mediante
pesquisa no Pubmed®.
Todavia, utilizando essa metodologia de pesquisa bibliográfica
sim se tem acesso a numerosos artigos que demonstram a viabilidade
da fertilidade após a embolização uterina.
· Ravina J et al. Pregnancy after
embolization of uterine myoma: report of 12 cases. Fertility
and Sterility 2000;73:1241-1243.
· McLucas B et al. Pregnancy following
uterine fibroid embolization. Int J Gynaecol Obstet 2001;74:1-7.
· Pron G et al. Pregnancy after uterine
artery embolization for leiomyomata: the Ontario multicenter
trial. Obstet Gynecol. 2005 Jan;105(1):67-76
· Carpenter TT et al. Pregnancy following
uterine artery embolisation for symptomatic fibroids: a series
of 26 completed pregnancies. BJOG 2005 Mar;112(3):321-5.
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uterine artery embolization with polyvinyl alcohol particles
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uterine artery embolization for leiomyomata: a series of 56
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· Pinto I et al. Pregnancy after uterine fibroid embolization:
follow-up of 100 patients embolized using tris-acryl gelatin
microspheres. Fertil Steril 2008 Dec;90(6):2356-60.
Até o Colégio Americano de Obstetras
e Ginecologistas (ACOG) já reconhecia em 2004 que a
Gravidez é possível após a embolização.
Por tanto, não pode se afirmar que o
desejo de fertilidade seja contra-indicação
absoluta ou relativa.
No único estudo comparativo entre embolização
uterina e miomectomia os índices reprodutivos mostraram-se
mais favoráveis para as pacientes tratadas com miomectomia
e por isso a miomectomia, quando viável, deve ser indicada
em primeira instância.
· Mara M et al. Uterine fibroid embolization
versus myomectomy in women wishing to preserve fertility:
preliminary results of a randomized controlled trial. Eur
J Obstet Gynecol Reprod Biol 2006 Jun 1;126(2):226-33.
Mais o bom senso deve prevalecer na indicação
de miomectomia já que como comentado anteriormente
as taxas de conversão para histerectomia e a morbidade
deste procedimento podem ser consideráveis.
Assim, ante a existência de miomas múltiplos
onde a miomectomia é improvável e incerta, a
embolização continua a ter um papel apropriado
para controlar a sintomatologia da miomatose com preservação
do útero e eventualmente da fertilidade.
- Custo da Embolização
Uterina
Vários estudos já publicados na
literatura médica têm comparado o custo de embolização
em relação ao tratamento cirúrgico: histerectomia
e miomectomia. Entre eles destaca-se um artigo que foi referenciado
no parecer técnico científico, mas do qual não
se fez qualquer comentário sobre o seu conteúdo.
Em todos se verifica que o custo do tratamento por embolização
é similar ou até inferior que o tratamento cirúrgico.
· Subramanian S et alUterine artery
embolization for leiomyomata: resource use and cost estimation.
J Vasc Interv Radiol 2001 May;12(5):571-4.
· Baker CM et al. Estimated costs
for uterine artery embolization and abdominal myomectomy for
uterine leiomyomata: a comparative study at a single institution.
J Vasc Interv Radiol. 2002 Dec;13(12):1207-10.
· Beinfeld MT et al. Cost-effectiveness
of uterine artery embolization and hysterectomy for uterine
fibroids. Radiology. 2004 Jan;230(1):207-13.
· Mauskopf J et al. The economic
impact of uterine fibroids in the United States: a summary
of published estimates. J Womens Health 2005; Oct;14(8):692-703.
Vale salientar que esses estudos foram realizados
na America do Norte onde os insumos têm um custo bastante
diferente dos que são praticados no Brasil. É
de se compreender que as fontes pagadoras de serviços
médicos como a UNIMED se preocupem com o custo dos
procedimentos, mas ao invés de impedir o acesso de
seus associados à tecnologia médica de ponta
com base em relatórios de valor científico questionável,
deveriam negociar valores de material e insumos condizentes
com a nossa realidade ou até estimular o desenvolvimento
de pesquisas para obtenção de material de origem
nacional.
Conclusão:
1) A embolização uterina
é um procedimento extremamente eficaz para controle
da sintomatologia provocada pela miomatose uterina e absolutamente
seguro conforme demonstrado por evidência científica
farta e consistente, devendo ser oferecido como opção
terapêutica a pacientes que desejam evitar uma histerectomia
e/ou preservar o útero.
2) A embolização uterina tem como vantagens
uma curta estadia hospitalar e uma rápida recuperação
com retomada rápida das atividades.
3) O desejo de engravidar NÃO contra-indica a embolização
uterina em pacientes com miomas sintomáticos que requeiram
de tratamento.
4) A aceitação para realização
de embolização uterina não requer de
assinatura de termo de consentimento livre e esclarecido de
rotina a não ser que se trate de paciente incluída
em projeto de pesquisa, o qual deverá ser previamente
aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, ou
for uma norma Institucional ao igual que para qualquer outro
procedimento cirúrgico ou intervencionista.
Nestor Hugo Kisilevzky
CRM: 79.119
Médico Especialista em Radiologia Intervencionista
– AMB
Mestre em Cirurgia – UNICAMP
Fellow da Society of Interventional Radiology
09/03/09 - Dr. Nestor Kisilevzky é
escolhido Fellow da SIR.
Dr. Nestor Kisilevzky recebeu homenagem da Society of Interventional
Radiology sendo escolhido como FELLOW da SIR. O anuncio oficial
foi realizado em Jantar de Gala que teve lugar no dia 09/03/09
na cidade de San Diego – EUA. É a primeira vez
que um Latino-americano que trabalha fora dos EUA recebe esta
homenagem que aconteceu em virtude da enorme contribuição
e dedicação do Dr. Nestor com a especialidade.

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17/10/08 - Iniciado projeto de assistência
social inédito no mundo.
Na sexta-feira 17 de Outubro de 2008 foi iniciado
o Programa ANGIOMÓVEL com a realização
dos primeiros atendimentos no Hospital Universitário
de Jundiaí. Na ocasião quatro pacientes portadoras
de miomatose uterina sintomática foram tratadas com
sucesso com a técnica de embolização
uterina com material e equipamentos fornecidos pelo Instituto
Israelita de Responsabilidade Social Albert Einstein.
O ANGIOMÓVEL – Unidade de Radiologia Intervencionista
Móvel – chegou ao Hospital Universitário
de Jundiaí as 06:30 horas e em quarenta minutos os
equipamentos foram descarregados e conduzidos ao Centro Cirúrgico
onde a sala de procedimentos foi temporariamente montada e
preparada para a realização dos procedimentos.
A primeira embolização começou as 08:00
horas e em tempo recorde foram seqüencialmente realizados
os quatro procedimentos programados concluindo-se os atendimentos
as 13:00 horas. Obteve-se 100% de sucesso técnico e
não houve qualquer intercorrência clínica
durante os procedimentos. A sala foi então desmontada,
os equipamentos foram novamente acondicionados no transporte
e o ANGIOMÓVEL retornou para a Unidade Morumbi do HIAE
as 14:00 horas.
O sucesso dessa primeira experiência com a utilização
do ANGIOMÓVEL muito se deveu à inestimável
colaboração da equipe de médicos ginecologistas,
anestesistas e pessoal de enfermagem do HU de Jundiaí,
além obviamente, da equipe de apoio a serviços
do HIAE que foi responsável pela condução,
preservação e transporte dos equipamentos.
Vale salientar que o conceito de unidade de radiologia intervencionista
móvel é absolutamente inédito e essa
é a primeira experiência no mundo neste tipo
de assistência médica.
O programa ANGIOMÓVEL terá continuidade no dia
24/10/08 com atendimentos no Hospital do Mandaqui e posteriormente
serão visitados o Hospital Regional de Cotia no dia
31/10/08 e o Hospital Leonor Mendes de Barros no dia 06/11/08.
Continuamos trabalhando no desenvolvimento da agenda de visitas
para os meses de Novembro, Dezembro e Janeiro.
Para os Drs. Henrique Elkis e Nestor Kisilevzky, especialistas
em Radiologia Intervencionista e idealizadores desse programa,
foi motivo de muita honra a obtenção do apoio
do IIRS e de todos os que colaboraram para tornar possível
esse programa.
Para eles, não teve oportunidade melhor para comemorar
o dia do médico, que fazendo o que sabem e gostam,
e assim, oferecer o seu conhecimento de forma absolutamente
gratuita para pacientes que de outra forma jamais teriam acesso
a essa terapia.
Maiores informações podem ser obtidas com a
Enfermeira Francielle Gusmão por e-mail: francielle@einstein.br
ou pelo telefone 11,5089-0200 Ramal:2420
A seguir fotos do primeiro atendimento realizado no Hospital
Universitário de Jundiaí em 17/10/2008.
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O ANGIOMÓVEL chega ao Hospital Universitário
de Jundiaí.
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O ANGIOMÓVEL é posicionado
para decarregar os equipamentos.
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Os equipamentos são descarrergados.
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Os equipamentos são colocados numa sala do
centro cirúrgico.
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A sala de procedimentos é montada no Centro
Cirúrgico.
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Os Drs. Nestor Kisilevzky e Henrique Elkis da equipe
WebMioma.
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Os procedimentos de Embolização começam
a ser realizados.
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A equipe WebMioma e a equipe de médicos do
HU de Jundiaí após os procedimentos
serem finalizados.
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A equipe WebMioma e o ANGIOMÓVEL.
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O ANGIOMÓVEL deixa o HU de
Jundiaí de retorno para o Hospital Israelita
Albert Einstein. |
10/09/08 - Ginecologia Americana afirma:
Embolização uterina tem Evidência científica
NIVEL A - Forte e consistente!
Sociedade Americana de Ginecologia reconhece
a importância da Embolização Uterina.
Em agosto de 2008 foi publicado na revista Obstetrics &
Gynecology o Boletim Prático do Colégio Americano
de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) “Alternativas à
histerectomia no manejo de Miomas”. Nesse salienta-se
definitivamente que a Embolização Uterina possui
NIVEL “A” de EVIDÊNCIA CIENTÍFICA
(boa e consistente evidência científica) e afirma-se
textualmente nas suas conclusões:
“Based on long- and short-term outcomes, uterine artery
embolization is a safe and effective option for appropriately
selected women who wish to retain their uteri.”
· ACOG practice bulletin. Alternatives to Hysterectomy
in the Management of Leiomyomas. NUMBER 96, AUGUST 2008. Replaces
Practice Bulletin Number 16, May 2000 and Committee Opinion
Number 293, February 2004. Obstetrics & gynecology 2008.
VOL. 112, August NO. 2, PART 1; 387-400.
30/08/08 - Mais um ano de sucesso
do Simpósio Internacional Embolution.

Entre os dias 26 e 29 de Agosto de 2008 teve lugar mais uma
vez o Simpósio Internacional em Técnicas de
Emboloterapia – Embolution 2008. Assim como no ano anterior
o Embolution 2008 aconteceu no Centro de Convenções
do Mercure Grand Hotel na cidade de São Paulo reunindo
mais de 200 profissionais que vieram de diversas cidades do
Brasil e alguns do exterior. A embolização uterina
foi mais uma vez um dos temas de destaque que teve como ponto
alto a apresentação feita pelo Dr. James Spies
feita diretamente desde a Cidade de Washingnton – EUA
através de sistema de teleconferência. Vale destacar
que o Dr. Spies é uma das maiores autoridade no mundo
nesse tema e foi o responsável pelo tratamento da Sra.
Condoleezza Rice há já alguns anos. Também
foram realizadas três demonstrações de
Embolização Uterina transmitidas ao vivo via
satélite desde a Unidade de Radiologia Intervencionista
do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos para o Centro de
Convenções.
25/06/08 - Embolution 2008 acontecerá
em São Paulo no mês de Agosto.

Sob a coordenação geral do Dr. Nestor Kisilevzky
o IV Simpósio Internacional em Técnicas de Emboloterapia
– Embolution 2008 terá lugar entre os dias 26
2 29 de Agosto no Centro de Convenções do Mercure
Grand Hotel – São Paulo – Ibirapuera. Esse
ano o evento contará com oito professores estrangeiros
de renome internacional e mais de 40 professores nacionais.
Durante o evento será apresentado e discutido o que
há de mais atual no tratamento de emboloterapia. Também
serão realizadas cirurgias de demonstração
com transmissão “ao vivo”.
Informações:
www.embolution.com.br
07/03/08 - Sucesso do programa AMGIOMÓVEL
no Hospital Geral do Grajaú em comemoração
do Dia Internacional da Mulher.
A equipe WebMioma, realizou com tremendo sucesso
a operação ANGIOMÓVEL. Em tempo recorde,
a equipe liderada pelos Doutores Nestor Kisilevzky e Henrique
Elkis transportou os equipamentos e montou uma sala de Radiologia
Intervencionista no Centro Cirúrgico do Hospital Geral
de Grajaú onde foi realizado com sucesso um procedimento
de embolização uterina. Toda a logística,
desde a chegada do ANGIOMÓVEL até a sua saída
do hospital, demorou 2 horas e 45 minutos.
Esse evento vem a demonstrar a viabilidade operacional do
projeto, abrindo uma alternativa para torna-lo permanente.
Nessa ocasião, o projeto foi integralmente patrocinado
pela equipe WebMioma e como homenagem ao Dia Internacional
da Mulher. Mas a manutenção desse programa inovador
dependerá da obtenção de patrocínios
junto a empresas que compreendam o valor social desse projeto
o que possibilitará o acesso de milhares de mulheres
de baixa renda à tecnologia médica de ponta.
A equipe WebMioma vem aqui manifestar o seu
agradecimento as empresas que colaboraram com empréstimo
de equipamento ou doação de material: Novo Médica,
J.Procópio, Line Life e E.Tamussino.
Especial agradecimento a toda a equipe do Hospital
Geral do Grajaú, ao seu Diretor Executivo Sr. Manoel,
a seu Diretor Técnico Dr. Paulo, a Diretora do Serviço
de Ginecologia Dra. Lúcia e a todos os Colegas, Médicos
Residentes e Internos pela afetuosa recepção
e cordialidade.
A equipe WebMioma continuará na busca
de apoios junto a entidades públicas, privadas ou filantrópicas
com intuito de manter esse programa em funcionamento e fazer
de cada dia, o dia da MULHER.
 |
O ANGIOMÓVEL frente a empresa Novo Médica
que forneceu o Arco Cirúrgico para realização
das Embolizações Uterinas.
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Os idealizadores e coordenadores
do projeto ANGIOMÓVEL, Dr. Nestor Kisilevzky
e Dr. Henrique Elkis, especialistas em Radiologia Intervencionista
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Os equipamentos são acomodados
para o transporte.
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A equipe ANGIOMÓVEL pronta para partir.
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O ANGIOMÓVEL circulando pelas
ruas de São Paulo. |
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O ANGIOMÓVEL chega ao Hospital Geral do Grajaú
na zona Sul de SP. |
| O ANGIOMÓVEL deixa o Hospital Geral do Grajaú. |
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O ANGIOMÓVEL circula de regresso
pela cidade de SP. |
Novo consultório
da equipe WebMioma!
A partir de Março de 2008 a equipe WebMioma estará
atendendo pacientes em consulta no Centro Médico do
Hospital Israelita Albert Einstein.
As consultas serão atendidas as Terças e Sextas
Feiras das 12:00 as 16:00 horas pelos Doutores Nestor Kisilevzky
e Herique Elkis.
O endereço é: Av. Albert Einstein, 627 - 13
andar – Sala 1315. As consultas podem ser agendadas
pelo telefone: 11,37473315
30/10/07 Impacto da Embolização
Uterina na Qualidade de Vida!
Num estudo científico conduzido pelo Dr. Nestor
Kisilevzky e publicado recentemente na revista Radiologia
Brasileira - Radiol Bras 2007;40(5) -
verificou-se a enorme melhora experimentada pelas pacientes
que foram submetidas a embolização uterina para
tratamento dos seus miomas. As pacientes responderam um questionário
elaborado especificamente para avaliar o impacto da miomatose
uterina na qualidade de vida da mulher. As respostas foram
obtidas antes e 12 semanas após a embnolização
e constataram científicamente que esse grupo de mulheres
recuperaram integralmente a sua qualidade de vida em níveis
similares aos da população noirmal.
Leia esse trabalho científico e verifique como os miomas
impactam na sua qualidade de vida respondendo o questionário
anexo ao artigo.
Clique
aqui para ler o artigo completo e verificar a sua qualidade
de vida
06/10/07 Simpósio Internacional em
Técnicas de Emboloterapia agita São Paulo.
Mais de 200 médicos vindos de várias cidades
do Brasil e alguns do exterior participaram do Simpósio
Internacional em Técnicas de Emboloterapia –
Embolution 2007 – que teve lugar de 3 a 6 de Outubro
no Mercure Grand Hotel – São Paulo - Ibirapuera.
Sob a coordenação geral do Dr. Nestor Kisilevzky,
esse ano o Evento foi organizado pelo Hospital Professor Edmundo
Vasconcelos e recebeu o apoio do Departamento de Ciência
e Tecnologia do Ministério da Saúde e da Organização
Pan-americana da Saúde, sendo o primeiro evento na
área de endovascular a receber esse reconhecimento
do Governo Federal.
Participantes vieram de cidades como Araraquara, Bauru, Belém,
Belo Horizonte, Botucatu, Brasília, Cabo Frio, Cachoeira
de Itapemirim, Campinas, Campos, Caxias Do Sul, Cuiabá,
Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Guaratinguetá,
Ipatinga, Itabuna, Itajubá, Joinville, Linhares, Maringá,
Mogi Das Cruzes, Montes Claros, Natal, Niterói, Passo
Fundo, Piracicaba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São
José do Rio Preto, São José dos Campos,
Salvador, Santa Maria, São Bernardo do Campo, São
Luís, São Paulo, Sobradinho, Sorocaba, Teresina,
Uberlândia, Vargem Pequena, Vila Velha, Vitória
e Votuporanga. Teve ainda a participação de
Médicos que vieram de Lima no Peru, Maracaibo na Venezuela,
Montevideu no Uruguai e Buenos Aires na Argentina.
Durante os quatro dias de Simpósio no Mercure Grand
Hotel os participantes tiveram a oportunidade de assistir
as apresentações realizadas por 35 Professores
Nacionais e 6 Professores Estrangeiros, entre os que se encontravam
o Professor Ricardo Garcia Monaca, Professor Titular de Radiologia
da Universidade de Buenos Aires e Chefe do Serviço
de Radiologia do Hospital Italiana da mesma Cidade, O Professor
Ziv Haskal, Chefe da Divisão de Radiologia Intervencionista
da Universidade Columbia em Nova Iorque, o Professor Jafar
Golzarian, Chefe da Divisão de Radiologia Intervencionista
da Universidade de Iowa nos EUA, a Professora Gloria Salazar
da Universidade de Harvard, o Professor João Pisco
da Universidade Nova de Lisboa e o Professor Shinichi Hori
de Osaka no Japão.
Destaque também para a presença da Diretora
do Departamento de Ciência e Tecnologia do MS, Dra.
Suzanne Jacob Seruje que apresentou as estratégias
e realizações do seu Departamento.
Entre os assuntos apresentados e discutidos houve grande destaque
para o tratamento dos miomas uterinos.
Durante o evento foram realizados cinco procedimentos de emboloterapia
e transmitidos “ao vivo” desde a sala de procedimentos
do Hospital para o anfiteatro no Hotel por sistema de micro
ondas o que permitiu a condução de sessões
interativas entre operador e audiência.
Paralelamente foi organizado o curso prático de capacitação
em técnicas de emboloterapia onde cinqüenta médicos
tiveram a oportunidade de testar e trabalhar com diferente
tipo de material, cateteres e agentes embólicos, em
modelos animais vivos.
Houve, ainda, uma ampla exposição comercial
onde 12 empresas do setor apresentaram os seus produtos e
material.
Dessa forma o Embolution 2007 atingiu plenamente os objetivos
pedagógicos traçados inicialmente e preencheu
integralmente as expectativas dos participantes que manifestaram,
sem exceção, o seu agradecimento e satisfação.
Veja imagens do Embolution 2007
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O Dr. Nestor Kisilevzky, Diretor
Geral do Embolution 2007 faz apresentação
de boas vindas ao Simpósio Internacional. |
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Professores do Embolution 2007.
Dr. Jafar Golzarian, Dra. Gloria salazar, Dr. Ricardo
Garcia Monaco, Dr. Néstor, Dra. Thais Helena,
Dr. Henrique Elkis, Dr. João Pisco e Dr. Shinichi
Hori (de esquerda a direita). |
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Dr. Luis Bahamondes, Professor Titular
de Ginecologia da Universidade Estadual de Campinas
- UNICAMP. |
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Dra. Suzane Jacob Seruje, Diretora
do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério
da Saúde. |
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Transmissão de caso "ao
vivo" |
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Médicos assistem as apresentações
no Mercure Grand Hotel. |
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Recepcionistas "Embo-cats"
que trabalharam durante o simpósio |
22/03/07 Jornada Bom Viver no Hospital Professor
Edmundo Vasconcelos.
O Hospital Professor Edmundo Vasconcelos organiza as Jornadas
Bom Viver abertas para a comunidade e em 22 de março
de 2007 contou com a participação do Dr. Nestor
Kisilevzky.
Na ocasião o Dr. Nestor ministrou palestra gratuita
e aberta para a população sobre a técnica
de embolização uterina. Compareceram mais de
80 pessoas, a maioria mulheres, que tiveram a oportunidade
de ouvir a apresentação do Dr. Nestor e tirar
as suas dúvidas na sessão de perguntas e respostas
que teve lugar após a apresentação.
Alguns dos comentários surgidos dos participantes
após o evento:
1) “Palestra muito esclarecedora. Parabéns ao
Dr. Nestor que forneceu todos os períodos em que a
mulher passa. Parabéns ao Hospital Prof. Edmundo Vasconcelos
e a toda a equipe de funcionários.”
2) “Parabéns, palestra muito esclarecedora”.
3) “A palestra foi muito transparente e esclarecedora”.
4) “Parabéns. Foi além das expectativas.
Esclarecedor, atual e científico”.
5) “A palestra foi de extrema importância”.
6) “Que essas palestras sejam divulgadas em extensão,
para que mais e mais mulheres sejam integradas a esses procedimentos.
Interadas do assunto, com conhecimento, poderemos preservar
muitos úteros, levando a qualidade de vida e a reprodução
humana”.
7) “Apenas um elogio para o Dr. Nestor Hugo Kisilevzky
que é extremamente atencioso, claro, didático
e demonstra grande amor à profissão. Parabéns”.
8) “Informação eficiente e ampla, instrutor
qualificado e rico em conhecimento. Ambiente agradável
e gostoso”.
9) “Muito bom, o Dr. Nestor foi prático e objetivo,
esclareceu todas as minhas dúvidas sobre os miomas”.
10) “Foi muito bom saber que hoje existe uma outra alternativa
de tratamento para mioma, além de os já “tradicionais”
retirada de útero, aliás, sugerido pelo meu
ginecologista. É uma luz no fundo do túnel.
Tomara que esse tratamento seja divulgado no Brasil o quanto
antes, e que se torne acessível para todos nos. Grata”.
11) “O Dr. Nestor tem conhecimentos acima do normal.
Vou informar as pessoas interessadas para entrar em contato
com o Hospital”.
Veja algumas fotos do evento


07/03/07 - Novidades apresentadas
no Maior Congresso de Radiologia Intervencionista

No recente congresso anual da SIR (Society of Interventional
Radiology), maior congresso mundial de Radiologia Intervencionista
que contou mais uma vez com a participação do
Dr. Nestor Kisilevzky como moderador de temas científicos
sobre embolização uterina, foram apresentadas
e discutidas as novidades sobre esse tema.
Destaque para o estudo europeu de registro multicéntrico
patrocinado pela Sociedade Européia de Radiologia Intervencionista
(CIRSE) que agrupou 536 pacientes de 34 centros diferentes
de Europa.
Foram também apresentados e discutidos vários
aspectos técnicos relacionados com a embolização
uterina, especificamente relacionados com o material utilizado
para realizar a embolização uterina. Nesse sentido,
um estudo realizado no Hospital Northwestern de Chicago comparando
a utilização de PVA esférico (Bead Block)
com micro esferas calibradas (Embospheres) demonstrou que
o PVA esférico provocou um inaceitável índice
de falha com relação ao objetivo central do
procedimento que é causar isquemia completa dos miomas.
Ficou evidente também a preocupação com
o controle da dor no pós-operatório. Um estudo
realizado na Universidade de Harvard mostrou que a dor pós-operatória
não tem relação com o tamanho ou quantidade
de miomas. O estudo salienta que há, no entanto, uma
pequena tendência dos miomas intramurais a provocar
maior dor após a embolização.
Um outro estudo de Portugal destaca a utilização
de partículas misturadas com um antiinflamatório
o que reduze a sensação dolorosa pós-operatória.
Essa manobra, permite que as pacientes possam fazer o procedimento
de forma ambulatorial.
Uma outra preocupação discutida no congresso
foi o impacto da embolização na sexualidade
da mulher. Um estudo de Nova York mostrou que não houve
impacto negativo e sim um controle importante da dor durante
a relação sexual após a embolização.
Um outro estudo realizado em Boston, utilizou uma escala conhecida
com Índice da Função Sexual Feminina
(FSFI) para avaliar o impacto na sexualidade de 100 pacientes
submetidas a embolização uterino e evidenciou
uma melhora estatisticamente significativa em todos os aspectos
relacionados com a sexualidade da mulher.
20/02/07 - Palestra Gratuita
para a Comunidade no Hospital Professor Edmundo Vasconcellos.
Miomas, como tratar sem traumatizar
Os miomas são formações nodulares que
se desenvolvem na parede do útero e comumente são
chamados de tumores benignos. Estima-se que entre 40 a 80%
das mulheres em idade reprodutiva são portadoras de
miomas e, destas, pelo menos um terço deverá
fazer tratamento devido à presença de sintomas.
Existem basicamente três tipos de tratamento para os
miomas uterinos: medicamentoso, cirúrgico ou por embolização.
Muitas mulheres acabam buscando uma solução
drástica para o problema dos miomas, como a cirurgia
de retirada do útero (histerectomia). Mas elas não
têm uma visão clara de como esse tratamento mudará
as suas vidas.
Nesta palestra, iremos explicar como é realizada a
embolização uterina, uma técnica muito
segura, minimamente invasiva, que preserva o útero
e pode ser aplicada em praticamente todos os casos. Também
esclareceremos as principais dúvidas sobre este procedimento,
que é feito com anestesia local e permite a volta às
atividades normais em poucos dias.
Dr. Nestor Hugo Kisilevzky
Mestre em cirurgia – UNICAMP
Médico Especialista em Radiologia Intervencionista
– AMB
Palestra Gratuita
Local: Anfiteatro Horácio Lafer
Rua Borges Lagoa, 1.450 – Vila Clementino
Hospital Professor Edmundo Vasconcelos
Horário: 15h às 17h
Telefone de informações e agendamento para
participação
(11) 5080—4350 / 5080-4127
20/08/06 - Sucesso
do Curso de Capacitação Profissional em Técnicas
de Emboloterapia – Embolution 2006
Mais de 150 profissionais da saúde participaram
do II Curso Internacional sobre Técnicas de emboloterapia
– EMBOLUTION 2006 - que teve lugar na cidade de São
Paulo entre os dias 16 e 19 de Agosto de 2006 e que foi coordenado
pelo Dr. Nestor Kisilevzky.
Participaram médicos que vieram de diversas cidades
do Brasil, como São Paulo, Piracicaba, Campinas, Juiz
de Fora, Blumenau, Cuiabá, Brasília, Londrina,
Rio de Janeiro, Passo Fundo, Porto Alegre, Curitiba, Belém,
Manaus, Sobradinho, Belo Horizonte, São Luis, Florianópolis,
Vitória, Riberão Preto, Uberlândia, Cascavel,
Fortaleza, Recife, Montes Claros, Ponta Grossa, além
de participantes que vieram de Chile, Uruguai, Argentina e
Costa Rica.
A programação teórica teve lugar no Teatro
do Hospital Santa Catarina e a programação prática
aconteceu no laboratório de cirurgia experimental do
Hospital Dante Pazzanese.
Durante o curso foram realizados vários casos de procedimentos
de emboloterapia com transmissão “ao vivo”
desde a sala de procedimentos para o teatro Santa Catarina.
Também foi realizada uma teleconferência com
a Universidade British Columbia de Vancouver – Canadá.
Dessa forma, foram integralmente alcançados os objetivos
educacionais e pedagógicos traçados para o curso,
preenchendo plenamente as expectativas dos participantes,
que manifestaram, sem exceção, o seu agradecimento
e satisfação. Mais informação
em www.embolution.com.br
Veja algumas imagens do Curso
O Dr. Nestor faz a abertura do Curso no Teatro do Hospital
Santa Catarina.
Profissionais presentes durante o Curso Embolution 2006.
Médicos trabalham no laboratório experimental.
O Dr. Nestor com os Professores Convidados, Dr, Lohle da Holanda
e Dr. Pelage da França durante a confraternização
no Mosteiro de São Bento.
05/04/06 Novidades apresentadas
no Maior Congresso de Radiologia Intervencionista
Entre os dias 29 de março e 4 de abril de 2006 teve
lugar o Congresso Anual da Sociedade Americana de Radiologia
Intervencionista – SIR, que nesta oportunidade ocorreu
na belíssima cidade de Toronto no Canadá. O
Dr. Nestor foi mais uma vez convidado para coordenar a sessão
científica sobre embolização uterina
que teve lugar no dia 30/04/06 e onde foram apresentados vários
trabalhos científicos de importância para a embolização
uterina. Veja dois importantes trabalhos apresentados:
1) Embolização de Miomas em Pacientes
pós-Menopáusicas. Este trabalho foi
apresentado pelo grupo da Universidade Northwestern de Chicago
e avaliou o resultado da embolização de 24 mulheres
com idade média de 52 anos e que estavam na menopausa
porem continuando a apresentar sintomas importantes devido
ao tamanho aumentado do útero. O estudo mostrou que
a embolização foi tecnicamente bem sucedida
em 100% dos casos e causou uma melhora clínica em 92%
sem ser observadas complicações do procedimento.
Este trabalho mereceu destaque da coordenação
científica do congresso uma vez que deu indícios
para mais uma utilidade da embolização uterina.
O resumo de este trabalho pode ser encontrado como Abstract
107 no site www.SIRmeeting.org
2) Estudo compara a embolização uterina
com vários tipos de tratamentos cirúrgicos evidenciando
maior incidência de complicações graves
nas pacientes submetidas à cirurgia. Este
estudo foi realizado no Hospital Geral Scarborough de Toronto
– Canadá, comparando 313 pacientes que foram
tratadas com cirurgia (194 histerectomias abdominais, 47 miomectomisas,
30 histerectomias vaginais e 42 histerectomias videolaparoscópicas)
com 65 pacientes que realizaram embolização
uterina num período de 2 anos (2003-2004). A média
de estadia hospitalar foi de 3,5 dias no grupo de pacientes
submetidas a cirurgia contra 1,2 dias daquelas que fizeram
embolização. Houve 20 casos (6,3%) de complicações
graves no grupo cirúrgico que incluíram morte,
perfuração intestinal e anemia. Não houve
complicações nas pacientes tratadas com embolização.
Houve três casos de embolia pulmonar no grupo cirúrgico
e nenhum no grupo embolizado. Houve 27 casos (10,5%) de infecção
no grupo cirúrgica e nenhum no grupo embolizado. O
resumo de este trabalho pode ser encontrado como Abstract
146 no site www.SIRmeeting.org
28/03/06 Artigo publicado na Folha
de São Paulo e comentário do Dr. Néstor.
SAÚDE
Custo alto de tratamento alternativo de doença em
órgão faz com que paciente de baixa renda se
sujeite a riscos de morte e infecção
Mulher pobre retira mais o útero, diz estudo
CLÁUDIA COLLUCCI
DA REPORTAGEM LOCAL
Quanto menor a renda familiar e o grau de escolaridade da
mulher, maior é a chance de ela passar por uma histerectomia
(retirada do útero) na rede pública, revela
um estudo do Instituto de Medicina Social da Uerj (Universidade
Estadual do Rio de Janeiro).
No SUS, a histerectomia é a segunda cirurgia mais freqüente
entre as mulheres em idade reprodutiva, só perdendo
para as cesáreas. Em 2005, foram feitas 112,2 mil retiradas
de útero, ao custo de R$ 67,5 milhões. Os sistemas
privado e suplementar de saúde não têm
esses dados.
No estudo da Uerj foram avaliadas 1.945 mulheres, entre 25
e 60 anos, que retiraram o útero por causas benignas
(miomas e sangramentos, principalmente). Essas situações
respondem por 90% das histerectomias no país. Segundo
os médicos, muitas delas poderiam ser tratadas com
técnicas capazes de preservar o órgão
da mulher, mas que não estão disponíveis
no serviço público em razão do alto custo.
Os riscos de morte (seis a cada dez mil, em indicações
benignas) e de infecções pós-cirúrgicas
já justificariam um maior critério na indicação
da cirurgia, avalia a médica Renata Aranha, professora
de ginecologia da UERJ e que fez o estudo para a tese de doutorado.
Para ela, grande parte das histerectomias feitas no país
são desnecessárias. "As mulheres pobres
estão mais expostas, porque não têm escolha,
não podem ouvir segundas opiniões."
No estudo de Aranha, a taxa de histerectomias entre as mais
pobres (menos de três salários mínimos)
foi duas vezes e meia maior em relação ao grupo
com renda per capita acima de seis salários mínimos.
Entre as menos escolarizadas (primeiro grau incompleto), a
prevalência foi quase quatro vezes maior em comparação
ao grupo com ensino superior.
O ginecologista Marcos de Lorenzo Messina, do grupo de miomas
do Hospital das Clínicas de São Paulo, também
acredita que haja um excesso nas indicações
de histerectomias no serviço público. "Os
gestores querem resolver o problema a curto prazo, tirar a
mulher da fila. As mais esclarecidas não aceitam a
indicação de retirada do útero, procuram
uma segunda opinião e podem arcar com outros tipos
de tratamento."
Não é o que acontece com a mulher pobre. Um
tratamento alternativo para alguns casos de miomas, chamado
de embolização, custa entre R$ 10 mil a R$ 15
mil e não está disponível no SUS.
Para o controle dos sangramentos uterinos intensos, muitas
mulheres poderiam poupar seus úteros com o uso de um
dispositivo intra-uterino (DIU) com progesterona, que custa
entre R$ 500 e R$ 600 e que também não é
ofertado pelo governo federal.
Rede Privada
A indicação desnecessária de histerectomias
não está restrita aos serviços públicos
e também acontece no sistema privado de saúde
por desconhecimento ou relutância do médico em
adotar novos procedimentos, afirma o ginecologista Claudio
Basbaum, do Hospital São Luiz.
"Muitos médicos preferem a forma mais simplista
[de extirpar o útero]. Ainda têm a mentalidade
de 40 anos atrás quando se pensava que o útero
só serve para gerar o bebê e dar câncer",
diz ele, idealizador da campanha "Mulheres, salvem seus
úteros."
Nela, o médico defende que as mulheres que receberem
diagnóstico de retirada de útero busquem outras
opiniões médicas antes de aceitarem a histerectomia.
Ele afirma que sete em dez mulheres que atendem com indicação
cirúrgica acabam tendo o problema resolvido por meio
de técnicas menos invasivas.
Para Manoel Girão, chefe do departamento de ginecologia
da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), já
houve excesso de histerectomias no passado, mas, atualmente,
há uma diminuição na freqüência.
"Mas há situações que poderiam ser
evitadas."
Negras
A médica Fátima Oliveira, secretária-executiva
da Rede Feminista de Saúde, lembra que a incidência
de histerectomias entre as negras é cinco vezes maior
do que entre as brancas. Uma das razões apontadas por
estudos científicos é que as afro-descendentes
têm mais miomas do que as brancas por fatores genéticos.
Em 2002, a pesquisadora Vera Cristina de Souza, em sua tese
de doutorado pela PUC-SP, acompanhou a via-sacra das mulheres
negras portadoras de miomas em busca de um tratamento.
Em geral, o motivo alegado pelos médicos para a indicação
de histerectomia era a gravidade do quadro clínico,
atribuída ao fato de as mulheres terem abandonado o
tratamento médico e à baixa freqüência
às consultas.
Para Fátima Oliveira, as negras têm mais dificuldades
de acesso aos serviços públicos de saúde
e a tratamentos menos mutiladores.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2703200611.htm
PERSONAGEM
Dentista foi a 14 médicos para não perder o
órgão
DA REPORTAGEM LOCAL
Inconformada com a indicação de histerectomia,
a dentista Victória Regia Tappis Alberto, 30, passou
por 14 especialistas em busca de um tratamento que evitasse
a retirada do seu útero.
Ela tinha um mioma de 630 gramas e 13 dos médicos particulares
consultados disseram que a histerectomia era necessária.
Leia trechos de seu depoimento.
"Há quatro anos, percebi um caroço quando
apalpava a barriga. Não tinha hemorragia, cólica
ou dor. Fui ao ginecologista e descobri um mioma de 630 gramas
no útero. De cara, o médico indicou uma histerectomia.
Fiquei assustada. Tinha 26 anos e planejava ter filhos.
Aí começou minha via-sacra. Em um ano e meio
fui a 14 médicos. Alguns diziam: "se quiser um
bebê, adote" . Até que achei um ginecologista
que me deu esperança. Indicou uma embolização,
que fez com que o mioma diminuísse 200 gramas.
Também tomei injeções de hormônio,
que pararam a menstruação. Depois foi feita
uma miomectomia, o mioma foi retirado, e o útero, preservado.
Foi uma alegria muito grande poder ficar com ele. Agora, vou
curtir a lua-de-mel [ela se casou em 2005] e, mais para frente,
me planejar para ser mãe."
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2703200612.htm
"Critério técnico define cirurgia"
DA REPORTAGEM LOCAL
O Ministério da Saúde admite a possibilidade
de haver uma superindicação de histerectomias
no país, mas diz que as cirurgias são realizadas
com base em critérios técnicos -exames de imagem
e de sangue-, tanto no sistema público quanto no suplementar
de saúde.
Segundo Ziani Cezimbra, da área técnica da saúde
da mulher do ministério, a pasta está realizando
um levantamento sobre a incidência das histerectomias,
especialmente em relação à mulher negra.
A partir desses dados, serão estudadas ações
que possam evitar a retirada desnecessária do útero,
entre elas, o oferecimento de novas tecnologias no SUS.
Questionada sobre o motivo da não-oferta do DIU de
progesterona e da embolização na rede pública,
Cezimbra diz que os tratamentos ainda não têm
comprovação científica. O ginecologista
Marcos Messina, do grupo de miomas do HC, está convencido
de que os tratamentos podem ser eficazes -o hospital já
fez 200 procedimentos de embolização.
Ziani Cezimbra lembra que existem outras técnicas disponíveis
no SUS, como a histeroscopia e a laparoscopia, que podem ser
usadas em situações específicas.
Para ela, as mulheres pobres acabam sendo mais histerectomizadas
porque, em geral, chegam ao sistema público com a doença
em grau mais avançado.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2703200613.htm
Comentário do Dr. Néstor
Kisilevzky
São Paulo, 28 de Março de 2006.
Congratulo-me com a matéria intitulada “Mulher
pobre retira mais útero, diz estudo” publicada
no Caderno Cidade no dia 27/03/06. Como médico especialista
em Radiologia Intervencionista dedicado ao tratamento dos
miomas uterinos pela técnica de embolização,
não posso resistir a possibilidade da fazer algumas
correções e tecer comentários adicionais
sobre este assunto.
A matéria reflete de forma clara a realidade das mulheres
que dependem exclusivamente do sistema público de saúde.
Porem, o abuso na indicação para fazer histerectomia
não é uma exclusividade da mulher pobre. Um
levantamento feito da minha atividade de consultório
particular mostrou que em dois anos fui consultado por 320
mulheres que desejavam informação sobre tratamento
de miomas. Todas elas pagaram a consulta no valor de $R 200,00.
Entre essas, 302 (94%) já tinham passado por pelo menos
um ginecologista e obtiveram a indicação de
fazer algum tipo de tratamento, sendo que em 247 mulheres
(77%) tinha sido indicado a histerectomia. Diferentemente,
a minha avaliação considerou desnecessário
qualquer tipo de tratamento em 141 (44%) e somente concordei
com a possibilidade de histerectomia em 27 mulheres (8,4%).
Se no sistema público de saúde a escusa é
a indisponibilidade de recursos tecnológicos, qual
é o motivo que leva ao exagero na indicação
de histerectomias em mulheres com condições
a aceder à medicina de ponta? Uma pergunta cuja resposta
pode ultrapassar questões éticas e transformar-se
num dilema corporativo. É evidente que médicos
ganham mais quando indicam procedimentos cirúrgicos
realizados por eles mesmos que quando desaconselham o tratamento
ou encaminham as pacientes para outros especialistas. A utilização
de argumentos “terroristas” é comum para
forçar à mutilação; “o mioma
vai virar câncer”, ‘você vai nunca
engravidar”, “você pode morrer de hemorragia”,
“a histerectomia vai melhorar a tua vida sexual”
e outros são alguns dos comentários que as pacientes
referem ter ouvido em consultórios de ginecologia.
Esta realidade também não é exclusiva
da mulher brasileira, mas ocorre no mundo inteiro. Inúmeras
matérias foram já publicadas na imprensa internacional
abordando este assunto e chamo a atenção para
o artigo publicado no THE WALL STREET JOURNAL de 24 de Agosto
de 2004 sob o título “Ginecologistas amiúde
não citam procedimento menos invasivo para tratar fibromas”
que pode ser acessada em http://webreprints.djreprints.com/1202630411278.html
No artigo publicado na Folha sob o título “Critério
técnico determina cirurgia” chama também
a atenção o comentário da funcionária
da área técnica da saúde da mulher do
Ministério da Saúde que em relação
a embolização afirma, segundo a reportagem,
“......os tratamentos ainda não têm comprovação
científica que justifique a sua implantação”.
Essa afirmação denota uma profunda ignorância
ou no mínimo, um enorme desinteresse pela atualização
científica.
Desde a publicação do primeiro artigo científico
sobre embolização de miomas na prestigiosa revista
The Lancet em 1995 (Arterial Embolisation to Treat Uterine
Myomata. Lancet 1995; 346:671-672), centenas de artigos foram
sendo sucessivamente publicados na literatura médica
estimando-se que ate o momento mais de 200.000 casos de mulheres
tratadas com embolização têm sido reportados
ao redor do mundo. Entre essas, destaca-se a atual Secretária
de Estado Americana Condoleezza Rice que em Novembro de 2004
passou por uma embolização uterina na Universidade
de Georgetown em Washington, fato que oportunamente foi amplamente
divulgado pelos meios de informação pública,
inclusive pela Folha de São Paulo em 20/11/04.
Até o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas
afirma que a embolização, não só
é um método eficiente para controlar os sintomas
dos miomas, mas também permite a possibilidade de futura
gravidez. (http://www.ourgyn.com/article_retrieve_printer.php?articleid=38)
A argumentação de haver falta de comprovação
científica ou, similarmente, de ser um método
experimental tem sido também motivo de negação
de cobertura por parte de algumas operadoras de planos de
saúde do setor privado. Recentemente fui consultado
por uma paciente jovem residente de Proto Alegre (RS) que
requeria de tratamento para os seus miomas. Por ser jovem
e nunca antes ter engravidado indiquei a embolização
como melhor alternativa. Entretanto, o seu convênio
UNIMED negou a cobertura argumentando se tratar de um método
experimental. A paciente, em posse de farta informação
científica, recorreu à justiça e conseguiu
uma liminar obrigando o plano de saúde a outorgar cobertura
integral para o procedimento de embolização.
É compreensível, na visão das empresas
de saúde privada bem como dos administradores da saúde
pública, o temor de elevação dos custos
que provoca a aquisição de novas tecnologias
médicas. Mas no caso do tratamento de miomas, vários
estudos científicos foram já publicados demonstrando
que a embolização pode constituir-se numa alternativa
mais barata quando comparado com a histerectomia. Saliente-se
que as mulheres tratadas com embolização retomam
as suas atividades integrais muito antes que aquelas submetidas
à cirurgia convencional. Possibilitar uma pronta retomada
da atividade produtiva individual é seguramente uma
das maiores vantagens da tecnologia aplicada à saúde
da mulher.
Prof. Dr. Nestor Kisilevzky
Mestre em Cirurgia – UNICAMP
Médico Especialista em Radiologia Intervencionista
– AMB
www.webmioma.com.br - drnestor@webmioma.com.br
15/11/05 Palestra do Dr. Nestor
em Montevidéu
A convite da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia
do Uruguai o Dr. Nestor participou do XIV Congresso Uruguaio
de Ginecologia e Obstetrícia que aconteceu entre os
dias 9 e 12 de Novembro de 2005 no Radisson Vitória
Plaza Hotel da cidade de Montevidéu. Nessa oportunidade
o Dr. Nestor fez uma conferencia sobre Embolização
Uterina e respondeu as perguntas dos ginecologistas uruguaios.
O Dr. Nestor foi também convidado pelo Dr. Ariel Duran,
Médico Intervencionista do Hospital Universitário
de Montevidéu para realizar demonstrações
da técnica de embolização, realizando
procedimentos em duas pacientes uruguaias que foram assistidas
pela equipe de ginecologistas do Hospital das Clínicas.
Veja Imagens de Montevidéu.

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Com o Dr. Ariel Duran, o Dr. Nestor realizou duas
embolizações uterinas no Hopsital
Universitário de Montevidéu.
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De esquerda a direira: o Dr. Ariel Duran, o Dr. Nestor
e os ginecologistas Dra. Mary
Nela Santos e Víctor Machin.
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Apresentação do Dr. Nestor no Congresso
Uruguaio de Ginecologia.
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01/11/05 Curso de Treinamento
Médico Organizado pelo Dr. Kisilevzky em Campinas
Enorme sucesso do curso EMBOLUTION em Campinas.
Nos dias 28 e 29 de outubro de 2005 teve lugar o 1o Curso
de Treinamento Médico sobre Técnicas de Emboloterapia
– EMBOLUTION 2005 - na Cidade de Campinas sob a organização
do Centro Radiológico Campinas e coordenação
geral do Dr. Nestor Kisilevzky.
Participaram do Curso, 47 médicos que vieram de várias
capitais brasileiras como Manaus, Belém, Vitória,
Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo,
Porto Alegre e de outras cidades do interior além de
colegas de Montevidéu em Uruguai e Lima no Peru.
No primeiro dia o Curso aconteceu no Salão No0bre
do Hospital Vera Cruz e foi de cunho teórico, sendo
abordados temas gerais sobre embolização bem
como discutidas todas as aplicações clínicas
da emboloterapia. Para isto foi convidado um grupo de Professores
de indiscutível renome entre os que se destacam o Professor
Renan Uflacker que é chefe do Serviço de Radiologia
Intervencionista da Universidade de Carolina do Sul em Charleston
– USA.
Também houve uma demonstração da técnica
de embolização uterina transmitida “ao
vivo” desde a sala de procedimentos para o salão
nobre que foi conduzida com sucesso pelo Dr. Nestor Kisilevzky.
Para finalizar a jornada todos os participantes compartilharam
um jantar de confraternização que contou ainda,
com a apresentação sobre “Estratégia
de Marketing” realizada pelo Sr. Celso Skrabe, Presidente
da Associação Brasileira de Marketing em Saúde.
No segundo dia do curso teve lugar a parte prática
no Laboratório do Núcleo de Cirurgia Experimental
da UNICAMP onde duas estações de trabalho com
arco cirúrgico foram montadas com vários animais
disponibilizados para experimentação de material
e técnicas de embolização.
Os objetivos educacionais traçados para o curso foram
integralmente alcançados, preenchendo-se plenamente
as expectativas dos participantes, que manifestaram, sem exceção,
o seu agradecimento e satisfação.
Vários outros cursos similares serão programados
para acontecer em 2006.
VEJA IMAGENS DO EMBOLUTION 2005
Médicos assistem às conferências
no Salão Nobre do Hospital Vera Cruz em Campinas
durante o Embolution 2005. |
O Dr. Néstor Kisilevzky e o Convidado, Dr. Renan
Uflacker apresentam durante o Curso
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Os Doutores Néstor Kisilevzky e Alexandre Borges
conduzem os trabalhos.
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O Dr. Nestor e o Dr. Renan durante o Embolution 2005.
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No jantar de confraternizaçao o Dr. Nestor apresenta
o Convidado Sr. Celso Skrabe.
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Imagens do Laboratório do Núcleo de Cirurgia
Experimental da UNICAMP.
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23/06/05
25/06/2005
Simpósio Internacional em Campinas
Foi um grande sucesso o Simposio Internacional sobre
Embolização Uterina que teve lugar no Salão
Nobre do Hospital Vera Cruz no dia 24 de Junho de 2005. Organizado
pelo Centro Radiológico Campinas e com a coordenação
do Dr. Nestor Kisilevzky, estiveram presentes mais de 60 médicos
do interior de São Paulo que assistiram as palestras
proferidas pelos convidados estrangeiros, Dr. Paul Lohle e
Dr. Peter Focco Boekkoi do Hospital St. Elizabeth Zeikenhuis
da cidade de Tilburg na Holanda. Alem das brilhantes apresentações
e da discussão geral, mais uma vez o Dr. Nestor fez
uma demonstração "ao vivo" da técnica
de embolização transmitida desde o centro cirúrgico
do Hospital Vera Cruz.
Veja fotos do evento.

O Dr. Nestor Kisilevzky durante a condução
dos trabalhos
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Dr. Alexandre Borges apresentando a sua experiência
com a ressonância magnética.
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Dr. Peter Focco Boekkoi, Ginecologista holandês
durante uma das suas apresentações.
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Dr. Paul Lohle – Especialista em Radiologia
que veio da Holanda para o Simpósio.
|

Mais de 60 médicos estiveram presentes no
Simpósio Internacional.
l
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Os participantes tiveram oportunidade de assistir o
Dr. Nestor fazendo um procedimento "ao vivo".
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“Atualização no Tratamento da Miomatose
Uterina: Embolização”
Data: 24 de Junho de 2005 das 09:00 as 13:00 horas
Local: Salão Nobre do Hospital Vera Cruz
Rua 11 de Agosto 495 – Campinas
Convidados
Dr. Paul Lohle – Especialista em Radiologia
Dr. Peter Focco Boekkoi – Especialista em Ginecologia
Hospital St. Elizabeth Zeikenhuis – Tilburg –
Holanda
Organização
Centro Radiológico de Campinas
Hospital Vera Cruz
Coordenação
Dr. Francisco Prota
Dr. Alexandre Borges
Dr. Nestor Kisilevzky
Programa Preliminar
09:00 – 09:05 Apresentação.Dr. Prota
09:05 – 09:10 De Ravina a Condoleezza: 10 anos de embolização
uterina.Dr. Kisilevzky
09:10 – 09:30 Imagem associada à Miomatose uterina.
Dr. Borges
09:30 – 09:50 Seleção de pacientes: embolização,
histerectomia ou miomectomia.Dr. Focco Boekkoi
09:50 – 10:10 Aspectos técnicos relacionados
à embolização uterina.Dr. Lohle.
10:10 – 10:30 Resultados da embolização
uterinaDr. Focco Boekkoi
10:30 – 10:50 Coffe Break
10:50 – 11:00 Abordagem em situações especiais.Dr.
Lolhe.
11:00 – 11:20 Como desenvolver um programa de embolização.
A experiência de Tilburg.Dr. Focco Boekkoi / Dr. Lolhe.
11:20 - 11:30 A experiência no Brasil.Dr. Kisilevzky
11:30 – 12:00 Discussão – Perguntas e respostas
12:00 Almoço de confraternização. Demonstração
simultânea da técnica de embolização
com transmissão ao vivo.
INSCRIÇÃO GRATUITA PELO TELEFONE: 019,32310877
ou 37343196

23/05/2005
Dr. Nestor Kisilevzky faz conferência sobre
Embolização Uterina e Demonstração
da Técnica para Ginecologistas de Passo Fundo - RS.
Nos dias 20 e 21 de Maio de 2005 o Dr. Kisilevzky este na
cidade de Passo Fundo – RS a convite dos Doctores Luis
Langer e Tadeu Pereira para proferir uma conferência
sobre Embolização Uterina para médicos
da região. Na oportunidade mais de 40 ginecologistas
locais tiveram a oportunidade de conhecer e discutir com o
Dr. Nestor todos os aspectos relacionados com esta técnica.
No sábado pela manha o Dr. Nestor e o Dr. Luis Languer
fizeram um procedimento de embolização perante
um grande grupo de ginecologistas que presenciavam no local.


Veja Materia publicada no Jornal "O Nacional" de
Passo Fundo
23/04/2005
Dr. Nestor Kisilevzky faz conferencia sobre Embolização
Uterina no III Congresso Norte de Ginecologia e Obstetricia.
Mais de 200 ginecologistas do norte do Brasil tiver
a oportunidade de ouvir a conferencia do Dr. Nestor sobre
embolização uterina realizada por ocasião
do III Congresso Norte de Ginecologia e Obstetricia na Cidade
de Belém no Para. Durante esta sessão os colegas
ginecologistas tiveram aoportunidade de fazer perguntas e
esclarecer as dúvidas. O Dr. Néstor esteve acompanhado
pelo Dr. José Antonio Brito, único radiologista
do Norte capacitado e treinado para realizar a técnica
de embolização uterina.
18/04/2005
Dr. Nestor Kisilevzky participa de Eventos Internacionais
no primeiro semestre de 2005.
Mais uma vez o Dr. Nestor Kisilevzky foi convidado para palestrar
e demonstrar toda a sua experiência na área de
embolização uterina em congressos médicos
internacionais já no começo de 2005.
Nos dias 14 a 16 de Março o Dr. Nestor esteve em Buenos
Aires durante o Simpósio Internacional conhecido como
SIMI2005 (Semana do Intervencionismo Minimamente Invasivo)
organizado pela Clínica Eneri do prestigiado Dr. Pedro
Lylyk. Na ocasião o Dr. Nestor proferiu uma palestra
intitulada “Embolização uterina: antes
e depois de Condoleezza Rice” que mereceu grandes elogios
por parte dos congressistas presentes, muitos dos quais pertencem
à área ginecológica. Alem da palestra
de 40 minutos o Dr. Nestor respondeu sem hesitação
todas as perguntas elaboradas por um painel composto por quatro
ginecologistas de elevado renome na Argentina demonstrando
toda a sua solidez e conhecimento profundo no tema.
Após a palestra o Dr. Nestor foi conduzido para o Centro
Cirúrgico da clínica Fleni onde realizou uma
embolização uterina que foi transmitida “ao
vivo” para o auditório do Congresso onde mais
de 300 médicos puderam acompanhar o procedimento e
realizar perguntas de forma interativa.
Também houve um grande interesse dos meios de comunicação
local que fizeram entrevistas com o Dr. Nestor por indicação
do Dr. Lylyk que considerou esta participação
como um dos destaques da semana científica que organizou.
 |
 |
| O Dr. Nestor Kisilevzky
durante conferencia em Buenos Aires. |
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O Dr. Nestor Kisilevzky
em companhia do Presidente do Congresso Professor pedro
Lylyk
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O Dr. Nestor Kisilevzky
responde perguntas do painel de ginecologistas
|
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| O Dr. Nestor Kisilevzky
realiza procedimento de embolização uterinana
Clinica Flenni em Buenos Aires para mais de 300 médicos
que assistiram "ao vivo" |
Entre os dias 31 de Março e 4 de Abril teve lugar
na Cidade de New Orleans o Congresso Anual da SIR (Society
of Interventional Radiology), maior congresso mundial de Radiologia
Intervencionista que agrupa ao redor de 5000 profissionais
do mundo. Pelo terceiro ano consecutivo o Dr. Nestor foi o
único médico latino-americano convidado pela
organização para palestrar e coordenar atividades
científicas relacionadas com a embolização
uterina. Este ano teve sobre a sua responsabilidade a condução
de uma oficina de trabalho (workshop) para quase 100 participantes
que teve como objetivo o esclarecimento de duvidas e elaboração
de conceitos para aplicação clínica da
embolização uterina. Durante o Congresso da
SIR o Dr. Nestor foi o coordenador de uma das sessões
científicas onde foram apresentados trabalhos sobre
embolização uterina originados em vários
paises como EUA, Canadá, França, Holanda, Alemanha,
Japão e Coréia.
| O Dr. Nestor
Kisilevzky durante o congresso da SIR em New Orleans em
companhia dos organizadores. |
|
Também em abril, entre os dias 14 e 16, o Dr. Nestor
esteve em Lisboa convidado para palestrar no Curso de Pós-graduação
sobre Radiologia Intervencionista organizado pelo Professor
Doutor João Martins Pisco da Universidade Nova de Lisboa.
Nesta oportunidade o Dr. Nestor ministrou uma aula sobre embolização
uterina e respondeu inúmeras perguntas elaboradas pelos
participantes. No dia seguinte, em companhia do Professor
Pisco, operou uma paciente portuguesa no Hospital São
Luiz de Lisboa que foi transmitida “ao vivo” através
de circuito interno de TV. O procedimento ocorreu de forma
normal e os médicos portugueses tiveram a oportunidade
de assistir e tirar as dúvidas de forma interativa.
IMAGENS DE LISBOA
Com o Professor João Martins Pisco
Durante a apresentação sobre
embolização uterina
Durante a realização do procedimento
com o Professor Pisco, a paciente e a equipe de Médicos,
Enfermeiras e Técnicos do Hospital São Luiz
de Lisboa.
03/01/2005
Gravidez é possível após embolização
de miomas uterinos!
Um estudo publicado no fascículo de Janeiro da revista
Obstetrics & Gynecology confirmou a possibilidade
de preservar a fertilidade após o tratamento de miomas
feito pela técnica de embolização. O
Colegio Americano de Obstetrícia e Ginecologia informou
em seu sitio em Internet o reconhecimento ao valor deste trabalho.
O estudo conduzido pela epidemiologista Gaylene Pron da Universidade
de Toronto no Canadá agrupou uma população
de 555 mulheres com idades entre 27 e 42 anos. Embora o estudo
não fora idealizado para investigar o impacto do tratamento
sobre a fertilidade os pesquisadores observaram que 21 mulheres
ficaram grávidas sendo que três delas duas vezes.
Veja o reporte original e o link para o trabalho.
ACOG NEWS RELEASE
For Release: December 29, 2004
Contact: ACOG Office of Communications
(202) 484-3321
communications@acog.org
Pregnancy Possible After UAE
Washington, DC -- A study published in the January issue of
Obstetrics & Gynecology indicates that pregnancy is possible
for women who undergo uterine artery embolization (UAE) treatment
for problem fibroids. Due to abnormal placental development
in a few of the pregnancies, however, researchers suggest
that post-UAE pregnancies be managed conservatively and that
the condition of the placenta be closely monitored during
pregnancy.
Fibroids are benign tumors of the uterus that affect up to
one-fourth of all women. UAE is a newer treatment option available
for women whose fibroids cause symptoms such as pain or heavy
bleeding and who wish to preserve their uterus or avoid surgery
to remove fibroids (myomectomy). During this non-surgical
radiological procedure, small particles are inserted into
arteries to block the blood supply feeding fibroids, causing
them to shrink.
Medical groups such as ACOG do not currently recommend UAE
for women who may wish to get pregnant, due to the lack of
studies on women's ability to conceive or carry a pregnancy
following UAE. However, in a study of 555 women between the
ages of 27 and 42 who underwent UAE as an alternative to hysterectomy
(part of the Ontario Uterine Fibroid Embolization Trial),
Canadian researchers made an interesting discovery. Although
the study was not intended to examine UAE's effect on pregnancy,
researchers discovered that 21 of the women subsequently conceived,
three of them twice. Eighteen of the women (average age 36)
went on to deliver babies, mostly at term. There were six
spontaneous or elective abortions in the group. Researchers
were surprised by the relatively high number of problem placenta
cases (3 out of 18 deliveries), one of which resulted in a
hysterectomy. Study authors call for larger prospective studies
to examine the impact of UAE on fertility and pregnancy.
Contact: Gaylene Pron, PhD, Epidemiologist, Dept. of Public
Health Sciences, Faculty of Medicine, University of Toronto,
Ontario, at g.pron@utoronto.ca.
Pregnancy After Uterine Artery Embolization for Leiomyomata:
The Ontario Multicenter Trial
Gaylene Pron, PhD, Eva Mocarski, MD, John Bennett, MD, George
Vilos, MD, Andrew Common, MD, and Leslie Vanderburgh, MD,
for the Ontario UFE Collaborative Group
Obstet Gynecol 2005;105:67–76.
05/12/2004
Saiu na Imprensa Americana
GETTING BETTER
Finding a treatment for fibroids
A surgical procedure, recently performed on Condoleezza Rice,
minimizes tumors.
By Jacqueline Stenson
Special to The Times
November 29, 2004
When Patricia Caudle first began noticing that her menstrual
periods were abnormal, she "just dealt with it."
But after they began substantially interfering with her quality
of life, she knew she needed help. The severe pain, irregularity
of her monthly cycles and the unexpected and prolonged bleeding
she experienced were causing difficulties at work —
she sometimes had to dash out of meetings or go home early.
And her social life was suffering. She was bailing out on
engagements with friends and missing church and community
theater activities. During an exam, Caudle, a human resources
manager at a Los Angeles law firm, says her gynecologist noticed
that her abdomen was unusually hard. MRI and ultrasound scans
revealed that she had several large fibroids, masses that
were equivalent in size to two big grapefruits. Fibroids are
benign tumors that develop in the walls of the uterus. It's
not clear how many women in the United States have fibroids,
though it's estimated they may occur in up to three-fourths
of American women, most of whom do not need treatment. But
many women with severe symptoms do seek treatment, such as
Secretary of State nominee Condoleezza Rice, who on Nov. 19
underwent a procedure known as uterine fibroid embolization,
a relatively new minor surgery.
Studies suggest that 20% to 40% of women of reproductive age
have fibroids that cause symptoms such as heavy bleeding,
pelvic and back pain, fertility problems, frequent urination
and constipation. Doctors don't know exactly why fibroids
develop, although estrogen appears to promote the growth of
these noncancerous tumors. Fibroids generally shrink after
menopause, when estrogen production declines. In preparation
for a procedure to treat the fibroids, Caudle received several
months of hormone injections to
send her body into a menopausal state in an effort to reduce
the size of her fibroids. But the tumors didn't seem to budge,
and Caudle suffered hot flashes and night sweats, common menopausal
symptoms that only added to her misery.
At the time, she was also taking iron supplements to treat
her anemia. Caudle had considered having a hysterectomy, the
removal of the uterus and the only guaranteed cure. She had
also weighed a more conservative choice known as myomectomy,
a procedure in which fibroids are surgically cut out of the
uterus. But concerned about undergoing major surgery, Caudle
decided on uterine fibroid embolization, also known as
uterine artery embolization, a newer, less invasive approach.
During the procedure, a radiologist makes an incision in the
groin and, using a special dye and X-ray imaging
for guidance, threads a catheter into the main uterine artery.
Beads the size of grains of sand are then released to block
the blood vessels that nourish the fibroids.
"The fibroids shrink and die over time," says Dr.
Victoria Marx, an interventional radiologist at USC's Keck
School of Medicine in Los Angeles, who treated Caudle in October
2002. During the procedure, Caudle received intravenous sedation,
which made her sleepy but allowed her to remain conscious.
She stayed in the hospital two days and didn't feel completely
recovered until about seven weeks later. Many patients, however,
are back to normal within a couple of weeks, Marx says. Until
recently, Caudle's periods remained erratic. "If I did
bleed, it would be unannounced," she says. "Then
I didn't have periods for a while. It got to the point that
I didn't think I'd ever have one again. It's been within the
last few months that I think things are back to normal."
Caudle's periods now last about five days, as before, and
the bleeding on the first couple of days is still quite heavy.
The cramps she experiences are less severe than before she
underwent treatment for fibroids. "Now it's just your
normal cramping," she says. "I can manage it."
And her menstrual cycle is back on track; her periods arrive
pretty much every 28 days. She's happily regained an active
social life. Her energy is back and she's able to plan activities
without worrying that she'll have to cancel at the last minute
because of debilitating bleeding and pain. She knows that
uterine fibroid embolization isn't always a permanent cure.
About 20% to 25% of patients will experience a recurrence
at some point, says Marx, who underwent the embolization procedure
for fibroids in 2001. But Caudle is hoping the effects of
the procedure will carry her through to menopause. "They
can always come back, but right now I'm comfortable,"
she says. "I'm not a nervous wreck at work anymore."

November 23, 2004
Treating Troubling Fibroids Without Surgery
By LAWRENCE K. ALTMAN
Condoleezza Rice, the national security adviser, shares at
least one thing with millions of other American women: she
had fibroids, benign tumors in the uterus that required treatment.
Ms. Rice, the nominee for secretary of state, entered the
hospital for an overnight stay last week to undergo a procedure
- uterine artery embolization - that is rapidly becoming an
alternative to major surgery for troublesome fibroids.
For most women, fibroids, consisting of muscle and fibrous
tissue, are no bother. But for millions of others, fibroids
can be so large (in some cases, the size of a melon) or so
numerous that they cause discomfort, severe bleeding, anemia,
urinary frequency and other symptoms.
What causes fibroids is unknown, although estrogen is known
to promote their growth. More than one woman in five age 40
and older has the tumors, with higher rates among black women.
For decades, major surgery - a hysterectomy to remove the
uterus or a myomectomy to remove selected fibroids while leaving
the uterus in place - was the main therapy for women whose
symptoms were not controlled by oral contraceptives or other
hormonal therapies. About 30 percent of the 600,000 hysterectomies
performed in the United States each year are for fibroids.
With the introduction of technologies like ultrasound, C.T.
scans, magnetic resonance imaging and new drugs, however,
doctors have in recent years developed a number of alternative
therapies.
This year in the United States, about 13,000 women are expected,
like Ms. Rice, to choose the embolization technique, which
is less invasive than surgery. French doctors first reported
the embolization procedure in 1995. Since then, the number
of the procedures has grown, in part because of direct-to-consumer
advertising by interventional radiologists, who perform them.
Embolization involves injecting pellets the size of grains
of sand, made from plastic or gels, into uterine arteries
to stop blood flow and shrink the tumors by starvation. The
procedure is so named because the pellets are emboli, objects
that lodge and stop blood flow. M.R.I. scans are often used
to screen out fibroid patients
who are not candidates for the embolization procedure. In
performing the procedure, interventional radiologists insert
a thin tube into an artery in the groin and thread it up to
the main uterine artery in the pelvis. A dye is injected that
outlines the smaller arterial branches on an X-ray, producing
a map that guides injection of pellets through the tube into
the arteries that nourish the fibroids.
"Of the patients we see, at least a third have fibroids
the size of an orange or larger," and the size does not
influence the outcome of the procedure, said Dr. John H. Rundback,
an interventional radiologist at Columbia University. The
procedure, which may be painful, usually lasts 60 to 90 minutes.
Most patients also experience intense pain for several hours
afterward and stay overnight in the hospital. For some patients,
the pain persists for
several days, or even two weeks. Surgery for fibroids requires
a longer hospital stay.
Additional complications from the embolization procedure can
include abscesses and other infections; heavy uterine bleeding;
early menopause from the pellets damaging the ovaries; or
destruction of the uterus, requiring emergency surgery.
Although the procedure is safe, "there are still significant
uncertainties about the procedure, especially in terms of
future fertility and long-term outcomes," said Dr. Evan
R. Myers, chief of the division of clinical and epidemiologic
research in Duke University's department of obstetrics and
gynecology.
Judging the safety and effectiveness of embolization compared
with to other therapies is hard because randomized controlled
studies are lacking and because earlier studies did not report
how different symptoms responded to different treatments,
Dr. Myers said.
"It is amazing that for a condition as common as fibroids,
that has such significant impact on reproductive-age women,
there is not a lot of high-quality scientific evidence for
many of the things that are done for fibroids," Dr. Myers
said.
"There still is no gold standard randomized trial comparing
embolization to the other interventions," he added. This
is largely because patients and physicians have such strong
preferences for one method or another that it is hard to recruit
enough patients for clinical trials comparing the embolization
procedure to hysterectomy, myomectomy, hormonal and other
therapies. Dr. Myers directs a registry that the Society of
Interventional Radiology has created to monitor the outcome
of 3,000 women who have undergone the embolization procedure.
He said that the effectiveness and complication rates for
embolization seem comparable to surgery. But there is insufficient
information to draw conclusions about the procedure's safety
for women who desire to become pregnant, according to Dr.
Myers, the interventional society and the American College
of Obstetricians and Gynecologists. In very rare cases - less
than 1 percent - fibroids are cancerous. The cancers usually
develop among postmenopausal women and the embolization procedure
is not recommended for that group. Biopsies are not routinely
performed on fibroid patients before embolization, and even
if they were done, biopsies would not be able to detect cancerous
fibroids deep in the uterine muscle. So statistically, as
more women undergo embolization procedures, the cancers are
unlikely to be detected in the very few patients who have
them. "That small risk has to go into the counseling
before the embolization procedure," said Dr. Howard T.
Sharp, chief of the general division of obstetrics and gynecology
at the University of Utah.
Dr. Sharp said he believed that there were probably more cases
of cancer than the single report in the medical literature,
because doctors often "don't report the bad outcomes."
While some researchers are trying to study the embolization
procedure further, others, like Dr. Elizabeth Stewart of the
Brigham and Women's Hospital in Boston, are testing another
fibroid treatment, the ExAblate 2000 System, that won approval
from the Food and Drug Administration last month. The system,
made by InSightec Ltd. of Israel, uses ultrasound to destroy
the fibroids with heat and M.R.I. to map the uterine anatomy
and monitor the degree of fibroid destruction from a repeated
application of multiple
ultrasound waves on the tumor. The device centers the ultrasound
waves similarly to the way a magnifying glass focuses light.
The patient remains in an M.R.I. machine for about three hours
and then can go home. Initial studies found that serious side
effects occurred in 2 percent of cases, compared with 13 percent
among women who underwent a hysterectomy, Dr. Stewart said.
Additional studies are being conducted at a small number of
hospitals. The procedure is intended for women who have completed
childbearing or who do not intend to become pregnant.
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20/11/2004
Mulher forte da Administração Bush faz Embolização
Uterina.

A recém designada Secretária de Estado norte-americano
Condoleezza Rice de 50 anos de idade não pode acompanhar
a comitiva do Presidente Bush na sua recente viagem para o
Chile. Ela optou por ficar em Washintong para cuidar de um
problema que vinha comprometendo a sua qualidade de vida:
Miomas no Útero. Para evitar tratamnentos demorados
e sofredores e com intuito de retomar rapidamente a ativa
e ocupada rotina decidiu fazer a embolizaçào
uterina. Para isto ingressou na Universidade de Georgetown
no dia 19/11 quando foi submetida ao procedimento minimamente
invasivo e recebeu alta no dia seguinte passando muito bem.
Fonte:
Reuters
www.reuters.com/newsArticle.jhtml?type=topNews&storyID=6871263
Veja noticia elaborada pela CNN
Rice 'resting comfortably' after surgery
Expected to return to work on Monday
Friday, November 19, 2004 Posted: 4:07 PM EST (2107 GMT)
WASHINGTON (CNN) -- National security adviser
Condoleezza Rice, President Bush's nominee to be the next
secretary of state, is doing well after successful surgery,
Jim Wilkinson, deputy national security advisor, told CNN
Friday.
Rice is "out of surgery and resting comfortably after
undergoing a successful uterine fibroid embolization at Georgetown
University Hospital this morning," he said. "The
minimally invasive procedure took an hour and a half and was
performed by interventional radiologist James Spies."
"The procedure was complete at 10:15 a.m.," he said.
Rice will remain overnight in the hospital, returning home
on Saturday. She is expected to return to work on Monday.
In a written release, Wilkinson said, "Fibroids are non-cancerous
growths of the uterus that can cause abnormal uterine bleeding,
pain and other symptoms. ... Fibroid embolization is a minimally
invasive alternative to hysterectomy, which allows for a rapid
recovery and control of symptoms."
Uterine fibroids are among the most common tumors in women,
CNN's Sanjay Gupta said. They are not cancerous and typically
are not dangerous.
About three-quarters of women have the tumors and don't know
it, he said adding that larger fibroids can cause symptoms
including pelvic pressure or pain, heavy menstrual bleeding,
prolonged menstruation, incontinence, leg and back pain and
in some cases infertility.
Gupta said embolization is the most common treatment for fibroids.
It involves injecting a small particle into the artery that
feeds the tumor to block its blood supply, which eventually
kills the tumor.
Rice, 50, will not travel to Chile with President Bush for
the Asia-Pacific Economic Cooperation summit this weekend,
NSC spokesman Jim Wilkinson said.
Instead, Rice's top deputy, Stephen Hadley, will make the
trip.
Bush has named Hadley to fill her post when she moves to the
State Department.
CNN White House Correspondent Suzanne Malveaux contributed
to this report.
19/11/2004
Reunião com Ginecologistas em Piracicaba.
Na noite de 18 de novembro o Dr. Nestor Kisilevzky esteve
no auditório da Associação Paulista de
Medicina (APM) de Piracicaba onde apresentou uma conferencia
multimidia sobre embolização uterina para ginecologistas
locais. Após a apresentação houve uma
sessão de perguntas e respostas que sirviu para esclarecer
e tirar as dúvidas dos quase 30 colegas reunidos no
evento. Após a reunião houve um jantar de confraternização.
O Jornal de Piracicaba entrevistou o Dr. Nestor e publicou
materia sobre o evento em 20/11/04.
Esta foi mais uma iniciativa do Dr. Nestor de divulgar a técnica
de embolização entre os profissionais do Interior
Paulista.

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12/11/2004
Dr. Nestor regressa da India após Palestrar em Congresso
Internacional.
No dia 31 de outubro passado o Dr. Nestor Kisilevzky ministrou
duas conferencias sobre embolização uterina
como Professor Convidado do Congresso da Sociedade Asia-Pacífico
de Radiologia Cardiovascular Intervencionista. Durante o congresso
teve a oportunidade de mostrar a experiência brasileira
e intercambiar informações com a comunidade
médica internacional.
Mais uma vez ficou demonstrado a competência e idoneidade
do Dr. Nestor que se constitui numa das maiores autoridades
mundiais sobre a Embolização Uterin
12/11/2004
Leia materia Publicada no Jornal THE WALL STREET JOURNAL
24 de Agosto de 2004.
Tratamento Silenciado.
Ginecologistas amiúde não citam Procedimento
Menos Invasivo para tratar Fibromas, Território de
outros Especialistas.
Por KEVIN HELLIKER e LAUREN ETTER - Repórteres do THE
WALL STREET JOURNAL
Centos de milhares de mulheres vão ao ginecologista
todo ano com um problema comum chamado Mioma Uterino. Quando
isto é severo, a maioria delas obtém a mesma
recomendação: a histerectomia ou remoção
do útero.
Em anos recentes, um procedimento menos invasivo, conhecido
como embolização das artérias uterinas
o EAU tem estado crescendo em popularidade. Todavia algumas
pacientes e ate mesmo alguns ginecologistas, dizem que muitos
ginecologistas não estão contando a seus pacientes
sobre esta alternativa.
Um estudo apresentado num congresso médico em 2002
encontrou que de 100 pacientes de EAU no Hospital Memorial
Noroeste de Chicago, 79 tinham sabido do procedimento através
de uma fonte diferente do ginecologista. Um estudo da Escola
de Medicina da Universidade de Yale em 2003 encontrou que
13 de 21 pacientes de EAU souberam do procedimento pela Internet.
“É triste” diz Juergen Eisermann, um ginecologista
que é diretor médico do Instituto de Medicina
Reprodutiva do Sul da Flórida. “Estamos fazendo
um desserviço não mencionando todas as opções”.
Na grande maioria dos casos, a EAU traz alivio para os miomas
uterinos, e tem um tempo de recuperação bem
menor que a histerectomia. Estes tumores não são
cancerosos, mas o seu crescimento pode ser debilitante. A
EAU corta o suprimento de sangue para estes tumores, causando
o seu encolhimento.
Alguns ginecologistas responsabilizam a falha para informar
pacientes sobre EAU no fato que ginecologistas não
realizam este procedimento. Ao invés, membros da especialidade
conhecida como radiologia intervencionista fazem EAU. Quando
ginecologistas perdem a chance de realizar uma histerectomia,
eles também perdem aproximadamente $2000 em honorários
que poderiam ter ganhado.
“Quando você esta sentada em um consultório
ginecológico, e eles sabem que seu sustento depende
do serviço que eles provêem, eles estão
menos adeptos para te encaminhar para um outro especialista”
diz Ruth Shaber uma ginecologista que dirige a saúde
da mulher em Kaiser Permanente, na Califórnia do Norte,
uma grande organização de proteção
à saúde.
Ginecologistas nos EUA realizam ao redor de 200.000 histerectomias
por mioma todo ano, significando que $400 milhões em
honorários estão em jogo anualmente. Mulheres
que podem ter problemas no útero quase sempre vão,
ou são encaminhadas para ginecologistas, os profissionais
médicos peritos no útero.
A EAU não é a solução perfeita.
Não esta recomendado para mulheres que querem ter filhos.
Estudos têm mostrado que tanto quanto 20% das pacientes
que passam pela embolização voltam a padecer
sintomas por mioma após três anos e o procedimento
é muito novo para os médicos saberem se esta
porcentagem irá subir com o tempo. “É
difícil recomendar fortemente um procedimento sem informações
em longo prazo” diz Howard Sharp, um ginecologista da
Universidade de Utah que é vice-presidente do comitê
de prática ginecológica do Colégio Americano
de Ginecologia e Obstetrícia.
Ao redor de 15.000 mulheres com miomas tem realizado EAU anualmente
nos EUA. Mas não tem ouvido sobre EAU dos ginecologistas.
“Meu ginecologista não disse uma palavra sobre
EAU” diz Collette Styles, cujo sangramento intenso provocado
por miomas fez ela visitar Thermutus McKenzie, um ginecologista
de Atlanta. Depois que o Dr. McKenzie recomendou a histerectomia,
diz a Sra. Styles, de 36 anos de idade, ela foi para a Internet
e soube sobre a EAU. “Eu não queria que ninguém
me cortasse. Eu não queria que ninguém tirasse
o meu útero”, ela diz.
Depois de realizar a EAU em Janeiro, ela deixou o hospital
no mesmo dia, portando um Band Aid. Ela voltou a trabalhar
como aeromoça uma semana depois, livre de problemas
por miomas, ela diz. Uma histerectomia teria encalhado ela
por pelo menos oito semanas. O Dr. McKenzie não retornou
as ligações ou requisição escrita
para fazer comentários.
Alguns ginecologistas estão contando para seus pacientes
sobre a EAU, e algumas pacientes escolhem a histerectomia
mesmo depois de saberem sobre o outro procedimento. Mas os
radiologistas intervencionistas e alguns ginecologistas dizem
que a maioria das mulheres com miomas são candidatas
para EAU e devem saber sobre isto.
"Se ginecologistas fizessem EAU, o procedimento seria
realizado 100.000 vezes por ano”, ao invés de
15.000, afirma Robert Vogelzang, chefe de radiologia intervencionista
do Hospital Northwestern Memorial em Chicago.
Miomas crescem no útero em aproximadamente a metade
das mulheres, atingindo as de raça áfrico-americana
com maior freqüência. A metade das vezes, não
provocam sintomas e não requerem tratamento. Mas ignorar
os miomas resulta impossível para 25% de todas as mulheres.
Em estes casos, os miomas causam sangramentos que podem levar
a anemia e outros problemas. A dor pode ser debilitante.
Tipicamente, os sintomas atingem a mulher entre os 35 e 50
anos. Ginecologistas comumente recomendam como primeiro passo,
para estas mulheres tentarem tratamento não cirúrgico,
tal como as pílulas anticoncepcionais para reduzir
o fluxo menstrual. Mas estas medidas geralmente não
funcionam por períodos longos e então, ginecologistas
tipicamente recomendam uma cirurgia maior.
Para mulheres que querem preservar a possibilidade de dar
a luz, ginecologistas tendem, todavia a recomendar outro procedimento,
miomectomia, a remoção cirúrgica dos
miomas individualmente, mas não do útero como
um todo. A miomectomia realizada por ginecologistas pode ser
uma cirurgia mais elaborada que a histerectomia, com maior
perda de sangue e uma longa e mais difícil recuperação.
A histerectomia é o tratamento ginecológico
standard para mulheres com miomas que não estão
planejando ter filhos. Tipicamente realizada através
do corte no abdome da paciente, coloca um fim permanente para
os miomas de útero. Outra virtude da histerectomia
é que reduz o risco de outras condições
do útero, incluindo os raros casos de câncer.
Mas a histerectomia é uma operação maior,
requerendo de anestesia geral e os riscos que a acompanham
incluindo reações alérgicas potencialmente
fatais.
Recuperação rápida.
A EAU feita sob o menor risco da anestesia local envolve uma
pequena incisão na virilha direita. Um cateter é
introduzido dentro da artéria femoral e guiado para
dentro da artéria uterina. Um agente embolizante, que
funciona como uma pequena rolha, é injetado para cortar
o fluxo de sangue para os miomas. O cateter é então
retirado, deixando tipicamente só um corte na pele
que é tampado com uma espuma de gel e coberto por um
Band Aid. Os pacientes deixam o hospital ou clinica no mesmo
dia. Muitos seguros e organizações de proteção
à saúde agora cobrem EAU.
Embora poucas mulheres vão para cirurgia e perdem um
órgão a EAU não esta livre de risco.
Entre as mais de 40.000 mulheres que realizaram o procedimento
em EUA desde 1996, sabe-se que quatro morreram de infecção
ou outras complicações, de acordo com a Sociedade
de Radiologia Intervencionista.
Mas quando comparado com a histerectomia, que em se é
um procedimento de muito baixo risco, a EAU pode ter um menor
índice de complicações, incluindo a morte.
Um estudo da Universidade de Georgetown com 102 pacientes
de EAU e 50 pacientes de histerectomias apresentado num congresso
médico em 2003, encontrou que as pacientes de EAU tiveram
a metade das complicações daquelas submetidas
a histerectomia.
Esta é a informação que Angela Augustine-Daye
diz desejar que seu ginecologista tenha dado para ela. Mas
quando a Sra. Augustine-Daye, um detetive de policia em New
Haven, Connecticut, de 40 anos de idade, visitou um ginecologista
no último ano com dor e sangramento causado por miomas,
ela diz que ele não mencionou EAU, mas recomendou histerectomia.
Normalmente cética devido ao seu trabalho como detetive,
a Sra. Augustine-Daye diz que simplesmente confiou no médico,
Carl M. Cassin.
Depois de fazer a histectomia, a Sra. Augustine-Daye ficou
infetada, quase morreu e perdeu um ano inteiro de trabalho.
Somente depois da histerectomia ela soube sobre EAU. “Eu
sinto uma espécie de culpa porque sou velha o suficiente
para saber melhor, e eu meramente confiei nele” ela
diz sobre o Dr. Cassin. O doutor não retornou as ligações
ou requisição escrita para fazer comentários.
Muitos estados têm elaborado leis do, assim chamado,
consentimento informado, requerendo que os médicos
contem para os pacientes todas as “alternativas razoáveis”
à cirurgia. Adicionalmente, as sociedades médicas
tais como a Associação Médica Americana
e o Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia
têm feito do consentimento informado a pedra fundamental
dos seus códigos de ética.
Especialistas em ética médica e peritos legais
dizem que o termo “alternativa razoável”
é considerado por médicos como a liberdade de
ter que mencionar sobre terapias caseiras e tratamento com
ervas. Um procedimento recém inventado também
não constituiria uma alternativa razoável, se
existe, ainda, pouca pesquisa sobre o mesmo.
A associação de ginecologistas, conhecida como
ACOG, declinou comentar se a EAU constitui uma alternativa
razoável à histerectomia. A ACOG publicou um
reporte em Fevereiro anunciando que a EAU efetivamente provoca
alivio dos miomas com um baixo índice de complicações.
Mas um panfleto desta organização sobre miomas
foi enviado a pacientes fazendo nenhuma menção
sobre EAU.
A sociedade diz que cada médico deve decidir se a EAU
constitui uma alternativa razoável, “Dizer a
eles que tipo de informação dão a seus
pacientes – isto não estaria certo” Diz
o Dr. Sharp da ACOG.
O porta-voz da ACOG sobre consentimento informado é
Jeffrey L. Ecker, um ginecologista da Escola Médica
de Harvard. “Se quer ou não que este procedimento
específico tenha alcançado o ponto onde é
reconhecido como alternativa depende do médico”
diz Dr. Ecker. “Meu sentimento é que a EAU não
tem alcançado este ponto” Ele diz que não
tem estudado as pesquisas sobre o tema e não se especializa
em tratar miomas.
Um ginecologista membro de Harvard toma uma posição
oposta: Os pacientes devem ser informados sobre EAU . "Você
deve absolutamente mencionar isto”, diz Elizabeth A.
Stewart, diretor clínico do Centro de Miomas Uterinos
do Hospital Brigham and Women's em Boston, que tem estudado
sobre EAU e se especializa em tratar miomas. “Para muitas
mulheres é uma opção razoável”.
Arthur Caplan, diretor de ética médica na Escola
de Medicina da Universidade de Pensilvânia diz que é
“obvio” que ginecologistas devem anunciar a disponibilidade
da EAU para pacientes com mioma. Um ginecologista pode recomendar
uma histerectomia ao invés, mas a paciente deve fazer
a escolha informada, diz Dr. Caplan. "Quando uma especialidade
médica legítima esta oferecendo uma alternativa
que tem estado em volta por oito anos, você tem que
contar a seus pacientes sobre isto”, ele diz.
A descoberta da EAU ocorreu por acidente em meiados dos ’90
da colaboração entre ginecologistas e radiologistas
intervencionistas na França. Radiologistas gerais tradicionalmente
tem obtido e estudado imagens antes e depois de cirurgias
Radiologistas Intervencionistas são aqueles que tem
ganhado habilidade adicional para usar a última tecnologia
de imagem para fazer procedimentos e reparos minimamente invasivos,
geralmente manipulando delicados cateteres através
dos vasos sanguíneo. Ao longo do caminho, eles têm
virado expertos em controlar sangramentos mediante a inserção
de agentes bloqueadores nestes vasos.
Os ginecologistas franceses recrutaram radiologistas intervencionistas
para embolizar as artérias uterinas semanas antes de
uma miomectomia, para controlar o sangramento durante a cirurgia.
Resultou que a embolização por se mesma dramaticamente
contraiu os miomas, eliminando os sintomas. Palavras sobre
este desenvolvimento espalharam-se rapidamente através
do grupo de radiologistas intervencionistas. Em 1996, membros
desta especialidade começaram a proporcionar este procedimento
em EUA.
Muitos ginecologistas rapidamente formaram equipes com radiologistas
intervencionistas em hospitais como a Cleveland Clinic. O
procedimento funcionou bem, e noticias sobre o mesmo se espalharam
na Internet. Um grande número de mulheres, enfrentando
uma recomendação para histerectomia dos seus
ginecologistas, souberam sobre EAU conectadas (no computador)
e procuraram algum radiologista intervencionista.
Segunda opinião.
Muitas mulheres americanas estavam tendo uma segunda opinião
sobre histerectomia por outras razões. Médicos
realizam a cirurgia por miomas e outras condições
ao redor de 650.000 vezes por ano em EUA, por uma taxa per-capita
que é três ou quatro vezes mais alta que nos
paises europeus. Embora estudos mostram que a indecência
de complicações muito baixa, investigadores
têm ligado a cirurgia com outros problemas, tais como
depressão, disfunção sexual, ganho de
peso, pressão sanguínea alta, e menopausa prematura.
Carla Dionne, 48, diz que visitou 16 ginecologistas de 1985
até 1998, esperando ouvir sobre uma alternativa à
histerectomia como tratamento dos seus miomas de útero.
O 17o sugeriu a EAU. Depois de fazer o procedimento, ela iniciou
a Fundação Nacional Miomas Uterinos, uma organização
sem fins lucrativos que oferece informação sobre
histerectomia e suas alternativas.
O estímulo da investida na Internet ajudou radiologistas
intervencionistas a conduzir estudos sobre EAU. Um estudo
com 200 pacientes de EAU na Universidade de Georgetown, publicado
no fascículo de Julio de 2001 do Obstetrics & Gynecology,
encontrou melhora em 90% das pacientes após 12 meses.
Houve somente um caso com uma complicação maior
– uma embolia pulmonar, ou bloqueio, e foi resolvido
com medicação.
Evan Myers, chefe de pesquisa clínica e epidemiológica
no departamento de ginecologia e obstetrícia no Centro
Médico da Universidade Duke, diz que radiologistas
intervencionistas têm realizado assíduas pesquisas
sobre EAU. “Eu fiquei impressionado que radiologistas
intervencionistas fizeram o esforço de obter informação
neste caminho” diz Dr. Myers. Após anos de estudo
e copilando pesquisa sobre EAU, ele considera o procedimento
uma alternativa viável à histerectomia.
Radiologistas Intervencionistas e alguns ginecologistas concordam
que muitas mulheres podem se beneficiar das duas especialidades
colaborando sobre EAU. Ginecologistas geralmente examinam
a paciente antes e depois do procedimento. “Nos não
conhecemos o sistema reprodutor tão bem quanto os ginecologistas
conhecem” diz John Lipman, um radiologista intervencionista
de Atlanta que tem realizado mais de 1.000 EAU. “Nos
damos a bem-vinda ao seu envolvimento”. Um pequeno número
de ginecologistas está tentando o longo e altamente
especializado treinamento requerido para fazer EAU por eles
mesmos.
Mas muitos ginecologistas permanecem em silencio sobre EAU.
Em recomendação que Cindy Harding, na época
48, fosse submetida a histerectomia no último ano,
Don Kratz de Springfield, Missouri, não mencionou a
EAU. O Dr. Kratz diz em uma entrevista que ele não
sabia se o seguro cobria o procedimento e que ele tinha ouvido
que custa ao redor de $30,000.
Seguradoras geralmente cobrem EAU. E uma comparação
de custo publicada este anos no periódico Radiology
encontrou que a EAU custa ao redor de $6.800, incluindo hospital
e honorários médicos, ou cerca de $1.000 a menos
que a histerectomia.
Após saber sobre EAU na Internet, a Sra. Harding, uma
executiva de um banco, teve o procedimento realizado por outro
médico em Março do ano passado e tem estado
livre de sintomas desde então.
Em 2003, Merrill Albert, acometida por sangramento e anemia,
visitou uma ginecologista chamada Ruth Clemens no subúrbio
de Atlanta. Depois que a Dra. Clemens diagnosticou miomas
no útero, a ginecologista escreveu uma carta para o
médico de cabeceira da paciente descrevendo como opções
miomectomia e histerectomia. Perturbada com a idéia
de fazer qualquer cirurgia a Sra. Albert, uma consultora de
informática de 38 anos de idade foi para a Internet
e soube sobre EAU. “Eu imaginei que a Dra. Clemens não
tinha mencionado isto porque era contraria” diz a Sra.
Albert.
Mas durante a sua visita seguinte com a Dra. Clemens, ela
pediu para a Dra. Clemens repetir as opções
frente a ela. A doutora disse miomectomia e histerectomia,
diz a Sra. Albert.
"Então eu pergunte a ela sobre EAU” diz
a Sra. Merrill. “E ela disse, “ ‘você
não seria uma candidata para isto’ ”
"Eu sai andando de lá tão atordoada para
perguntar por que ela não tinha dito nada sobre isto
antes” diz a Sra. Albert. Em Outubro último,
a Sra. Albert for submetida a EAU, realizada por um radiologista
intervencionista e agora esta livre de sintomas.
A Dra. Clemens não retornou as ligações
ou requisição escrita para fazer comentários.
Linda Bradley, uma ginecologista da Cleveland Clinic, tem
encaminhado mais de 300 mulheres para radiologistas intervencionistas
para EAU e diz que 70% das mulheres com sintomas de mioma
são candidatas para este procedimento. “Eu estou
completamente apaixonada com este procedimento” ela
diz.
A Dra. Bradley reconhece, entre tanto, que muitos em sua especialidade
não compartilham a sua visão. “Quando
eu dou uma conferência sobre este procedimento para
ginecologistas,” ela diz, “a minha piada clássica
é que preciso vestir um colete a prova de balas”.
http://webreprints.djreprints.com/1202630411278.html
TEXTO ORIGINAL
August 24, 2004
Silent Treatment
Hysterectomy Alternative Goes Unmentioned to Many
Women Gynecologists Often Don't Cite Less-Invasive Procedure
To Treat Fibroid Tumors Bailiwick of Other Specialists
By KEVIN HELLIKER and LAUREN ETTER - Staff Reporters of THE
WALL STREET JOURNAL
Hundreds of thousands of women go to gynecologists each year
with a common condition known as uterine fibroid tumors. When
it's severe, a majority of them get the same recommendation:
a hysterectomy, or removal of the uterus.
In recent years, a less invasive procedure, known as uterine
artery embolization or UAE, has been growing in popularity.
Yet some patients, and even some gynecologists, say many gynecologists
aren't telling their patients about the alternative.
A study presented at a medical conference in 2002 found that
of 100 UAE patients at Chicago's Northwestern Memorial Hospital,
79 had learned about the procedure from a source other than
a gynecologist. A survey by Yale University School of Medicine
in 2003 found that 13 of 21 UAE patients had learned about
the procedure from the Internet.
"It's sad," says Juergen Eisermann, a gynecologist
who is medical director of the South Florida Institute for
Reproductive Medicine. "We do a disservice not to mention
all the options."
In the large majority of cases, UAE brings relief from uterine
fibroid tumors, and it has a much shorter recovery time than
hysterectomies. These tumors aren't cancerous, but their growth
can be debilitating. UAE involves cutting off the blood supply
to the tumors, causing them to shrink.
Some gynecologists blame the failure to inform patients about
UAE on the fact that gynecologists generally don't perform
the procedure. Instead, members of a specialty known as interventional
radiology do UAE. When gynecologists lose the chance to perform
a hysterectomy, they also lose the roughly $2,000 fee the
gynecologist might have earned.
"When you are sitting in a gynecologist's office, and
they know that their livelihood is depending on the services
that they provide, they are less likely to refer you"
to another specialist, says Ruth Shaber, a gynecologist who
heads women's health at Kaiser Permanente, Northern California,
a large health-maintenance organization.
Gynecologists in the U.S. perform about 200,000 hysterectomies
a year for fibroids, meaning that $400 million in annual fees
is at stake. Women who may have uterine problems almost always
go to, or are referred to, gynecologists, the medical profession's
experts on the uterus.
UAE isn't a perfect solution. It isn't recommended for women
who want to have children. Studies have shown that as many
as 20% of patients who undergo it experience further fibroid
symptoms after three years, and the procedure is too new for
doctors to know whether that percentage will rise with time.
"It's difficult to strongly recommend a procedure without
long-term data," says Howard Sharp, a University of Utah
gynecologist who is vice chairman of the American College
of Obstetrics and Gynecology's gynecologic practice committee.
About 15,000 women with fibroids have UAE performed annually
in the U.S. But many don't hear about UAE from gynecologists.
"My gynecologist didn't say a word about UAE," says
Collette Styles, whose heavy bleeding from fibroids last year
prompted her to visit Thermutus McKenzie, an Atlanta gynecologist.
After Dr. McKenzie recommended hysterectomy, says Ms. Styles,
who is 36 years old, she got on the Internet and learned about
UAE. "I didn't want anybody cutting on me. I didn't want
anybody removing my uterus," she says.
After undergoing UAE in January, she left the hospital the
same day, sporting a Band Aid. She returned to work as a flight
attendant one week later, free of fibroid troubles, she says.
A hysterectomy could have grounded her for as long as eight
weeks. Dr. McKenzie didn't return phone calls or written requests
for comment.
Some gynecologists are telling their patients about UAE, and
some patients choose hysterectomy even after they are told
about the other procedure. But interventional radiologists
and some gynecologists say that the majority of women with
fibroids are candidates for UAE and ought to know about it.
"If gynecologists did UAE, the procedure would be done
100,000 times a year," rather than 15,000, asserts Robert
Vogelzang, chief of interventional radiology at Northwestern
Memorial Hospital in Chicago.
Fibroids grow in the uteruses of about half of all women,
striking African-American women with greater frequency. Half
of the time, they produce no symptoms and require no treatment.
But ignoring fibroids becomes impossible for about 25% of
all women. In these cases, fibroids cause bleeding that can
lead to anemia and other problems. Pain can be debilitating.
Typically, symptoms strike women between the ages of 35 and
50. Gynecologists commonly recommend that as a first step,
these women try nonsurgical treatments, such as taking birth-control
pills to reduce menstrual blood flow. But these measures usually
fail to work over the long term, and gynecologists then typically
recommend major surgery.
For women who want to retain their ability to give birth,
gynecologists tend to recommend yet another procedure, myomectomy,
the surgical removal of individual fibroids, not the whole
uterus. Myomectomy, performed by gynecologists, can be a more
elaborate surgery than hysterectomy, with more blood loss
and a longer and more difficult recovery.
Hysterectomy is the gynecologist's standard treatment for
women with fibroids who aren't planning to have children.
Typically done by cutting through the patient's abdomen, it
puts a permanent end to uterine fibroids. Another virtue of
hysterectomy is that it reduces the risk of other uterine
conditions, including relatively rare cases of cancer. But
hysterectomy is a major operation, requiring general anesthesia
and the risks that accompany it, including potentially fatal
allergic reactions.
Quick Recovery
UAE, done under much-less-risky local anesthesia, involves
a small incision in the right groin. A catheter is inserted
into the femoral artery and guided into the uterine artery.
An embolizing agent that functions like a tiny cork is injected
to cut off blood flow to the fibroids. The catheter is then
removed, typically leaving only a nick in the skin that is
plugged with gel foam and covered with a Band Aid. Patients
usually leave the hospital or clinic the same day. Most insurers
and health-maintenance organizations now cover UAE.
While sparing women major surgery and the loss of an organ,
UAE isn't free of risk. Out of the more than 40,000 women
who have undergone the procedure in the U.S. since 1996, four
are known to have died of infections or other complications,
according to the Society for Interventional Radiology.
But when compared with hysterectomy—which itself is
a very low-risk procedure—UAE may have a lower rate
of complications, including death. A Georgetown University
study of 102 UAE patients and 50 hysterectomy patients, presented
at a medical conference in 2003, found that the UAE patients
had half as many complications as those undergoing hysterectomy.
That is information Angela Augustine-Daye says she wishes
her gynecologist had given her. But when Ms. Augustine-Daye,
a 40-year-old police detective in New Haven, Conn., visited
a gynecologist last year with pain and bleeding caused by
fibroids, she says, he didn't mention UAE but recommended
hysterectomy. Normally skeptical because of her work as a
detective, Ms. Augustine-Daye says she simply trusted the
doctor, Carl M. Cassin.
After he did a hysterectomy, Ms. Augustine-Daye became infected,
nearly died and missed an entire year of work. Only after
the hysterectomy did she learn about UAE. "I feel sort
of guilty because I am old enough to know better, and I just
trusted him," she says of Dr. Cassin. The doctor didn't
return calls or written requests for comment.
Most states have passed so-called informed-consent laws, requiring
physicians to tell patients about all "reasonable alternatives"
to surgery. In addition, medical societies such as the American
Medical Association and American College of Obstetrics &
Gynecology have made informed consent a cornerstone of their
ethical codes.
Medical ethicists and legal experts say the term "reasonable
alternative" is meant to free physicians from having
to mention home therapies and herbal treatments. A just-invented
procedure also wouldn't constitute a reasonable alternative,
if little research on it exists yet.
The association for gynecologists, known as ACOG, declined
to comment on whether UAE constitutes a reasonable alternative
to hysterectomy. ACOG published a report in February noting
that UAE effectively provides fibroid relief with a low rate
of complications. But a fibroid pamphlet the organization
sends to patients makes no mention of UAE.
The society says each physician must decide whether UAE constitutes
a reasonable alternative. "To tell them what kind of
information to give their patients—that wouldn't be
right," says ACOG's Dr. Sharp.
The ACOG spokesman on informed consent is Jeffrey L. Ecker,
a Harvard Medical School gynecologist. "Whether or not
this specific procedure has reached the point where it is
a recognized alternative is up to the physician," says
Dr. Ecker. "My sense is that UAE has not reached that
point." He says that he hasn't studied the research on
it and doesn't specialize in treating fibroids.
A fellow Harvard gynecologist takes the opposite position:
Patients must be told about UAE. "You absolutely should
mention it," says Elizabeth A. Stewart, clinical director
of the Center for Uterine Fibroids at Brigham and Women's
Hospital in Boston, who has studied UAE and specializes in
treating fibroids. "For many women it is a reasonable
option."
Arthur Caplan, chairman of medical ethics at the University
of Pennsylvania School of Medicine, says it's "a no-brainer"
that gynecologists should disclose the availability of UAE
to fibroid patients. A gynecologist can recommend a hysterectomy
instead, but the patient should make an informed choice, Dr.
Caplan says. "When a legitimate medical specialty is
offering an alternative that's been around for eight years,
you need to tell your patients about it," he says.
The discovery of UAE occurred by accident in the mid-1990s
from the collaboration of gynecologists and interventional
radiologists in France. Basic radiologists traditionally have
taken and studied scans before and after surgery. Interventional
radiologists are those who have gained additional skills in
using the latest scanning technology to do minimally invasive
repairs and procedures, usually by threading delicate catheters
through blood vessels. Along the way, they have become experts
on controlling bleeding by inserting stopper-like embolizing
agents in those vessels.
The French gynecologists enlisted interventional radiologists
to embolize the uterine artery weeks before a myomectomy,
to control bleeding during the procedure. It turned out the
embolization itself dramatically shrank the fibroids, eliminating
symptoms. Word of this development spread quickly through
the ranks of interventional radiologists. In 1996, members
of the specialty began providing the procedure in the U.S.
Many gynecologists soon were teaming up with interventional
radiologists at hospitals such as the Cleveland Clinic. The
procedure worked well, and news about it spread on the Internet.
Scores of women, facing a hysterectomy recommendation from
their gynecologist, learned about UAE online and sought out
interventional radiologists.
Second Thoughts
More American women were having second thoughts about hysterectomy
for other reasons. Physicians perform the surgery for fibroids
and other conditions about 650,000 times a year in the U.S.,
for a per-capita rate that is three to four times as high
as in European countries. Although studies show that the complication
rate for hysterectomy is very low, research has linked the
surgery to other problems, such as depression, sexual dysfunction,
weight gain, high blood pressure and premature menopause.
Carla Dionne, 48, says she visited 16 gynecologists from 1985
through 1998, hoping to hear about an alternative to hysterectomy
as a treatment for her uterine fibroids. The 17th suggested
UAE. After undergoing the procedure, she started the National
Uterine Fibroids Foundation, a nonprofit that offers information
on hysterectomy and its alternatives.
The Internet-fueled rush of patients helped interventional
radiologists conduct studies on UAE. A study of 200 UAE patients
at Georgetown University, published in the July 2001 issue
of Obstetrics & Gynecology, found improvement in more
than 90% of patients at 12 months. There was only one case
with a major complication—a pulmonary embolism, or blockage,
and that was resolved with medication.
Evan Myers, chief of clinical and epidemiological research
in the department of obstetrics and gynecology at Duke University
Medical Center, says that interventional radiologists have
done diligent research on UAE. "I was impressed that
interventional radiologists went to the effort to gather data
in this way," Dr. Myers says. After years of studying
and compiling research on UAE, he calls it a viable alternative
to hysterectomy.
Interventional radiologists and some gynecologists agree that
many women can benefit from the two specialties collaborating
on UAE. Gynecologists ordinarily examine the patient both
before and after the procedure. "We don't know the reproductive
system as well as gynecologists do," says John Lipman,
an interventional radiologist in Atlanta who has performed
more than a 1,000 UAE's. "We welcome their involvement."
A small number of gynecologists are undertaking the lengthy
and highly specialized training required to do UAE themselves.
But many gynecologists remain silent about UAE. In recommending
that Cindy Harding, then 48, undergo hysterectomy last year,
Don Kratz of Springfield, Mo., didn't mention UAE. Dr. Kratz
says in an interview that he didn't know whether insurance
covered the procedure and that he had heard it cost about
$30,000.
Insurance does usually cover UAE. And a cost comparison published
this year in the journal Radiology found that UAE costs about
$6,800, including hospital and doctor fees, or nearly $1,000
less than hysterectomy.
After learning about UAE on the Internet, Ms. Harding, a bank
executive, had the procedure performed by another doctor in
March of last year and has been free of symptoms ever since.
In 2003, Merrill Albert, plagued by bleeding and anemia, visited
a gynecologist named Ruth Clemens in suburban Atlanta. After
Dr. Clemens diagnosed uterine fibroids, the gynecologist wrote
a letter to the patient's primary-care physician describing
as options myomectomy and hysterectomy. Disturbed at the thought
of having either surgery, Ms. Albert, a 38-year-old computer
consultant, went online and learned about UAE. "I figured
Dr. Clemens hadn't mentioned it because she was opposed to
it," says Ms. Albert.
But during her next visit with Dr. Clemens, she says she asked
Dr. Clemens to repeat the options facing her. The doctor said
myomectomy and hysterectomy, says Ms. Albert.
"So then I asked her about UAE," says Ms. Merrill.
"And she said, 'You would be a candidate for that.' "
"I walked out of there too stunned to ask her why she
hadn't said anything about it earlier," says Ms. Albert.
Last October, Ms. Albert underwent UAE, performed by an interventional
radiologist, and is now free of fibroid symptoms.
Dr. Clemens didn't return phone calls or a written request
for comment.
Linda Bradley, a gynecologist at the Cleveland Clinic, has
referred more than 300 women to interventional radiologists
for UAE and says that 70% of women with fibroid symptoms are
candidates for the procedure. "I'm quite passionate about
this procedure," she says.
Dr. Bradley recognizes, however, that many in her specialty
don't share her view. "When I give a talk about this
procedure to gynecologists," she says, "my standing
joke is that I need to wear a bulletproof jacket."
http://webreprints.djreprints.com/1202630411278.html
15/10/2004
Palestra em Piracicaba esta programada para o dia 18 de Novembro
de 2004. Se você é médico ou paciente
na região de Piracicaba e esta interessado em obter
informação sobre embolização uterina
tem aqui uma ótima oportunidade. Veja abaixo o convite
do Centro de hemodinâmica de Piracicaba.
CENTRO DE HEMODINÂMICA DE PIRACICABA
www.emcor.com.br
hemodinamica@emcor.com.br
Piracicaba, Outubro de 2.004.
Colega Ginecologista,
O Centro de Hemodinâmica de Piracicaba tem prazer em
convidar para a palestra a ser proferida às 20 horas
do dia 18 de novembro, na APM-Piracicaba, onde o Dr. Nestor
Kisilevzky falará sobre Embolização Uterina
para Tratamento dos Miomas Sintomáticos. A vastíssima
experiência do palestrante permitiu-lhe realizar aproximadamente
300 procedimentos no Hospital Santa Catarina – SP, entre
outras instituições hospitalares, e publicar
vários artigos científicos e apresentações
em congressos nacionais e fora do Brasil. A iniciativa da
palestra deve-se à relevância do tema, amplamente
debatido em Congresso de Radiologia, e, também, à
capacitação técnico-estrutural do Centro
de Hemodinâmica para a realização do procedimento,
que exige profissionais, equipamentos e instalações
apropriadas. Seguindo a sugestão de vários colegas,
gostaríamos de disponibilizar rotineiramente essa estrutura
em Piracicaba, evitando-se, assim, o deslocamento de pacientes
para outras cidades. Por isso, além da palestra, Dr.
Nestor estará na cidade também para a realização
do procedimento, oportunidade em que conhecerá de perto
a capacidade técnica do nosso Centro de Hemodinâmica.
Sua presença será imprescindível, pois
sabemos da importância de sua contribuição
através de dúvidas e sugestões.
Até lá, então! Cordialmente,
Dr. Eduardo Lúcio Nicolela Jr
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12/10/2004
Atualização
Bibliográfica - Informe-se sobre os últimos trabalhos
científicos publicados na literatura médica selecionados.
Título do Trabalho:
Outcome of uterine embolization and hysterectomy for leiomyomas:
results of a multicenter study
Autores: Spies JB, Cooper JM, Worthington-Kirsch R, Lipman JC,
Mills BB, Benenati JF
Origem: Universidade de Georgetown - Washington
Revista: Am J Obstet Gynecol. 2004 Jul;191(1):22-31.
Resumo: Foi um estudo multicentrico prospectivo com intuito
de comparar a evolução clínica entre pacientes
submetidas a retirada cirúrgica de útero (histerectomia)
ou a embolização uterina. O resultado mostrou
que ambos métodos melhoram os sintomas e a qualidade
de vida de mulheres com mioma sintomático. Embora as
complicações foram poço frecquentes em
ambos grupos, foram maiores no grupo de pacientes submetidas
a histerectomia.
Título do Trabalho:
Patient satisfaction and disease specific
quality of life after uterine artery embolization.
Autores: Smith WJ, Upton E, Shuster EJ, Klein AJ, Schwartz ML.
Origem: Departmento de Ginecologia e Obstetricia, Northwest
Permanente PC, Portland, OR, USA.
Revista: Am J Obstet Gynecol. 2004 Jun;190(6):1697-703
Resumo: 80 mulheres submetidas a embolização uterian
responderam um questionário sobre qualidade de vida e
satisfação após o tratamento. O resultado
mostrou que a maioria das pacientes melhorou nos seus sintomas
o que as deixou muito satisfeitas com o tratamento mesmo naquelas
onde houve a necessidade de algum procedimento complementar
a embolização. Houve uma enorme melhora na qualidade
de vida das mulheres após o tratamento.
Título
do Trabalho: Uterine fibroid
tumors: long-term MR imaging outcome after embolization.
Autores: Pelage JP, Guaou NG, Jha RC, Ascher SM, Spies JB.
Origem: Department of Radiology, Georgetown University Hospital,
Washington, USA.
Revista: Radiology. 2004 Mar;230(3):803-9.
Resumo:. Este estudo traz um novo conceito para a evolução
das pacientes submetidas a embolização uterina.
A investigação por ressonância magnética
em 20 pacientes mostrou que o infarto incompleto dos miomas
após a embolização, embora apresente uma
boa evolução clínica imediatamente após
o procedimento, pode provocar o re crescimento dos miomas futuramente
o que levará ao aparecimento de sintomas futuros. Destaca-se
assim, a importância do estudo de ressonância magnética
para verificar a perfusão dos miomas após a embolização.
Título do Trabalho: Uterine
artery embolisation for symptomatic fibroids: the effect of
the large uterus on outcome
Autores: Prollius A, de Vries C, Loggenberg E, du Plessis A,
Nel M, Wessels PH.
Origem: Departamento de Ginecologia e Obstetricia, University
of the Free State, Bloemfontein, South Africa.
Revista: BJOG. 2004 Mar;111(3):239-42.
Resumo: Neste estudo foi comparada a eficácia da embolização
uterina em pacientes com útero de grandes tamanhos. Assim
dois grupos de pacientes tratados com embolização
uterina foram divididos em aquelas com útero maior de
780cc (correspondente a 24 semanas de gestação)
e menores que este volume. O resultado mostrou que o grande
tamanho uterino no diminui a eficácia da embolização
e mesmo que muitas pacientes continuem com um útero grande
após a embolização a diminuição
dos sintomas provocou uma grande satisfação pelo
método.
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10/10/04
Novo
Convite para participar em Congresso Internacional demontra
o recomnhecimento da comunidade científica ao trabalho
desenvolvido pelo Dr. Nestor Kisilevzky no Brasil.
No dia 31 de outubro de 2004 o Dr. Nestor estará proferindo
duas palestras no Congresso da Sodiedade Asia-Pacífico
de Radiologia Intervencionista que terá lugar na cidade
de Nova Delhi na India. Na oportunidade o Dr. nestor estrá
falando sobre a técnica de embolização
uterina. Veja abaixo o convite formal.
Dear Dr. Kisilevsky,
Greetings from the organizing secretariat! I am glad to inform
you that work on the forthcoming Asia-Pacific Congress of Cardiovascular & Interventional Radiology - ISVIR meeting to be held in
New Delhi on October 31 – November 03, 2004 is progressing
well, thanks in a large measure to your efforts. As you already
know, this meeting is co-sponsored jointly by the Asia- Pacific
Society of Cardiovascular & Interventional Radiology and
the Indian Society of Vascula r and Interventional Radiology.
In addition, almost all the national societies of the Asia-Pacific
region, including those from Japan, Korea, China, Australia,
Thailand and Hong Kong have come forward to endorse this meeting.
The annual meeting of the Indian Society will also coincide
with this event for optimal utilization of the resources. It
will surely be a defining moment for this nascent sub-specialty
in this continent. It will be a personal pleasure to have you
share this occasion with us and I take this opportunity to
thank
you for accepting our invitation. Your scientific engagements
are as follows:
1. Topic: - Technical aspects of UFE
Duration: - 12 min
Session: - Plenary Session (Uterine Fibroid Embolization)
Date and Time: - 31st October, 2004, 11:30am – 12:30pm;
Hall: - A
Other topics in this session include: -
· Pre-procedure
evaluation, including the role of MRI
· Clinical
outcome, comparison with surgery
· Failures, Recurrences,
complications, effect on fertility
2. Topic: - UFE is the preferred treatment-method in suitable
patients with uterine fibroid- Defendant
Duration: - 12 min
Session: -: DEBATE / CONTROVERSY SESSION
Date and Time: -31st October, 2004, 3.45- 4.15 PM, Hall: -A
Other topics in this session include: - UFE is the preferred
treatment-method in suitable patients with uterine fibroid-
Contestant
Please ensure that you finish the lectures within the specified
time.
Please submit your manuscripts for the above presentations latest
by 31st July 2004 (electronic or CD submission). I enclose the
guidelines for preparation of manuscripts for your reference.
I request you to kindly forward your requirements regarding
hotel accommodation and airport transfers to Official Conference
cum Travel Manager at below address.
Contact person: Ms Shivani Tripathi
Conference & Incentives Management (I) Pvt. Ltd.
C 1/D, First Floor, Green Park Extn.
New Delhi 110 016
Tel: 91 11 26536075-77, 26536084
Fax: 91 11 26536086
E-mail: info@cimindia.com ; shivani@cimindia.net
Website: www.cimindia.com ; www.cimindia.net
I look forward to welcoming you during the meeting.
Kind regards and best wishes,
Yours truly,
(Sanjiv Sharma)
Convener, 6th APCCVIR-7th ISVIR meeting
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01/10/04
Participação no Congresso Europeio de Intervenção
- CIRSE
Mais uma vez o Dr. Nestor teve a oportunidade de contatar-se
com a comun idade científica internacional no Congresso
da CIRSE que teve lugar em Barcelona - Espanha de 25 a 29 de
Setembro de 2004. O Dr. Nestor apresentou a experiencia brasileira
com embolização uterina que foi muito elogiada
pelos lideres mundiales da especialidade. Entre eles estavam
presentes Jean Pierre Pelage de Paris, Isabel Pinto de Madrid,
Jim Spies de Washington, Paul Lohle de Tilburg, Jim Benenati
de Mimai, Lindsay Machan de Vancouver, Tomas Kroenche de Berlin
e Robert W-Kirch de Filadelfia.
De regresso por Madrid, o Dr Nestor foi visitar a Faculdade
de Medicina para enterar-se sobre o processo de aprendissagem
na Espanha.
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10/07/04
WebMioma começa a desenvolver um program de embolização
em Campinas

Através de uma parceria desenvolvida entre o
Centro Radiológico de Campinas e o Dr. Nestor Kisilevzky
começou a ser desenvolvido um programa de embolização
uterina no Hospital Vera Cruz de Campinas. Este programa conta
com o paoio do Serviço de Ginecologia e com a equipe
de Radiologia do Hospital. Já foram realizados os três
primeiros casos com sucesso absoluto. Isto representa um grande
avanço para a populaçã de Campinas e do
Interior de São Paulo que agora terão um serviço
de referencia para tratar os miomas de forma minimamente invasiva.
Os interessados em obter maiores informações sobre
como proceder em Campinas podem contatar o nosso consultório
em São Paulo ou procurar pelo Dr. Alexandre Borges no
Centro Radiológico de Campinas, telefone: 019,32311177
ou 019, 37393700
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24/04/04
Demonstrações ao vivo em Buenos Aires
Dr. Nestor Kisilevzky foi Professor convidado do SIMI –
Simpósio Intervencionista Minimamente Invasivo realizado
em Buenos Aires durante o mês de Abril de 2004, oportunidade
na qual proferiu algumas palestras sobre embolização
uterina e realizou uma cirurgia de demonstração
transmitida “ao vivo” desde a Clínica Fleni
para o teatro do congresso.
Veja o convite e a carta de agradecimento do Presidente do congresso,
Dr. Pedro Lylyk.
Doctor Nestor Kisilevsky
Dear Colleague
It is our great pleasure to invite you to participate at SIMI
(Minimal Invasive Interventional Course), international scientific
meeting which will be held at Buenos Aires City, at the Emperador
Hotel, from April 5th. to 7th, 2004.
For this meeting, Buenos Aires, will have the honor to receive
most off interventional neurorradiologist, cardiologist and
radiologist from all around Latin-American.
Because of your expertise and experience in your professional
carrier, the Scientific Committee, cordially invites you to
participate as an International Faculty.
Your participation will contribute to the success of this important
meeting and help to make it an interesting and memorable event.
We would appreciate your confirmation as soon as possible.
We look forward to seeing you at our Meeting.
Yours sincerely,
Pedro Lylyk, MD
Director SIMI2004
Caro Nestor,
Ya estamos de vuelta en casa, y llegó la hora de agradecer.
Llegó la hora de manifestarte mi profundo agradecimiento
por la colaboración prestada para hacer del SIMI 2004
un fenomenal exito médico en materia de concurrencia,
trascendencia y organización.
Muchas gracias por contar contigo.
Um abraço
Pedro
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04/04/04
Presença
Brasileira no Maior Congresso Mundial
Pelo segundo ano consecutivo o Dr. Nestor Kisilevzky foi o único
médico Brasileiro a ser convidado para participar do
Congresso da SIR – Society or Interventional Radiology,
que teve lugar na cidade de Phoenix – EUA de 25 a 30 de
Março de 2004. Nesta oportunidade o Dr. Nestor coordenou
um workshop, moderou uma mesa de trabalhos cìentíficos
sobre embolização uterina e foi jurado de paneis
apresentados. Foi mais uma oportunidade para demonstrar o prestigio
do Dr. Nestor perante a comunidade científica internacional.
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20/01/04
Palestras para a comunidade
Com intuito de facilitar um canal de comunicação
para mulheres interessadas nos problemas causados pelos miomas
o Dr. Nestor Kisilevzky participou do ciclo de Palestras para
a comunidade que foram organizadas pelo Hospital Santa Catarina.
Na ocasião teve oportunidade de prestar esclarecimentos
sobre a técnica de embolização uterina.
O Dr. Nestor falou também para um grupo de mulheres reunidas
no anfiteatro da sede da ADVB quando houve participação
também de pacientes que já passaram pelo tratamento
de embolização e deram o seu depoimento. Ambas
reuniões foram muito esclarecedoras e produtivas e serão
periodicamente organizadas. Fique atenta!!
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10/11/2003
Atualização
Bibliográfica - Informe-se sobre os últimos trabalhos
científicos publicados na literatura médica selecionados.
Título do trabalho: Abdominal
myomectomy versus uterine fibroid embolization in the treatment
of symptomatic uterine leiomyomas.
Autores: Razavi MK, Hwang G, Jahed A, Modanloo S, Chen B.
Origem: Departamento de Radiologia vascular e Intervencionista – Universidade de Stanford – USA.
Revista: AJR Am J Roentgenol. 2003 Jun;180(6):1571-5
Resumo: O objetivo deste trabalho foi comparar a eficácia
e complicações do tratamento de mulheres com miomatose
sintomática submetidas a miomectomia ou a embolização.
Foram analizadas 111 pacientes tratadas com embolização
(n=67) ou com miomectomia (n=44) num período de 30 meses.
A conclusão do trabalho foi que a embolização
foi menos invasiva e mais segura na opinião das mulheres.
O sangramento foi mais bem controlado com a embolização.
Já a miomectomia é uma opção melhor
para tratar o efeito de massa. Ambos métodos foram igualmente
efetivos para controlar a dor.
Título
do trabalho: Uterine fibroids:
uterine artery embolization versus abdominal hysterectomy for
treatment--a prospective, randomized, and controlled clinical
trial.
Autores: Pinto I, Chimeno P, Romo A, Paul L, Haya J, de la Cal
MA, Bajo J.
Origem: Departamento de Radiologia – Hospital Universitário
de Getafe – Madrid – Espanha.
Revista: Radiology. 2003 Feb;226(2):425-31.
Resumo: Este é um trabalho prospectivo e randomizados
comparando a eficácia entre a embolização
uterina e a histerectomia, enfocando particularmente a duração
da estadia hospitalar e as complicações (segurança).
O resultado mostrou que a embolização é
efetiva para controlar o sangramento de pacientes com miomatose
uterina, requerendo menos tempo de hospitalização
e resultando em menor número de complicações.
Título do trabalho: Cost
analysis of myomectomy, hysterectomy, and uterine artery embolization.
Autores: Al-Fozan H, Dufort J, Kaplow M, Valenti D, Tulandi
T.
Origem: Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da
Universidade de Quebec - Canadá.
Revista: Am J Obstet Gynecol. 2002 Nov;187(5):1401-4.
Resumo: O objetivo deste trabalho foi comparar os custos hospitalares
do tratamento de mulheres com mioma sintomático com diferente
metodologia: histerectomia abdominal ou vaginal, miomectomia
abdominal e embolização uterina. Os registros
de 545 pacientes entre 1997 e 2001 foram analisados. Mulheres
que realizaram histerectomia ou embolização tinham
idade maior. As pacientes submetidas a embolização
uterina tiveram a mais curta internação. A embolização
apresentou o menor custo de enfermaria. O custo total do tratamento
com embolization foi ($1,007.44 +/- $60.65 [dólares canadenses])
significativamente menor que o da histerectomia abdominal ($1,933.37
+/- $47.68 [dólares canadenses]), da miomectomia abdominal
($1,781.73 +/- $47.16 [dólares canadenses]), e da histerectomia
vaginal ($1,515.39 +/- $66.72 [dólares canadenses]; P
<.001).
A conclusão é que a embolização
apresenta o menor custo e a menor estadia hospitalar.
Titulo do trabalho: Embolização
Uterina para Tratamento de Mioma Sintomático. Experiência
Inicial e Revisão de Literatura.
Autores: Kisilevzky N, Sena M.
Origem: Hospital Santa Catarina – São Paulo – Brasil
Revista: Radiol Bras 2003; 36(3):129-140
Resumo: Neste trabalho apresenta-se a experiência clínica
inicial após 100 casos de mulheres portadoras de miomatose
sintomática que foram submetidas a embolização
das artérias uterinas como forma de tratamento principal.
Apresenta-se também, uma extensa revisão bibliográfica
sobre o tema, inédita na língua portuguesa. As
pacientes com queixa de miomatose sintomática foram submetidas
a embolização das artérias uterinas como
forma de tratamento principal. O principal sintoma que indicou
a intervenção foi o aumento do fluxo menstrual
em 79 pacientes e dor associada à miomatose em 21. O
diagnóstico de miomatose foi realizado através
de ultra-som em 75 pacientes ou com a associação
de ultra-som e ressonância magnética em 25. O volume
uterino médio avaliado por estes métodos de imagem
resultou de 487 cc. O acompanhamento e a avaliação
clínica após 12 semanas evidenciou que houve melhora
sintomatológica em mais de 90% das pacientes. Verificou-se
ainda, uma redução de volume uterino de 52%. Não
foram observadas complicações técnicas
ou clínicas relevantes. A conclusão foi que a
técnica de embolização uterina para tratamento
da miomatose sintomática é um método simples,
eficiente e seguro.
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24
de Agosto de 2003
Saiu na Folha de São Paulo
10
de Setembro de 2003
Saiu na revista Isto É
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28
de Agosto de 2003
Simpósio Internacional sobre Miomatose Uterina é
destaque em São Paulo

No dia 28 de Agosto passado o Centro de Estudos do Hospital
Santa Catarina organizou um Simpósio Internacional sobre
Miomatose Uterina que teve lugar no teatro principal do Hospital.
Este evento contou com a presença de numerosos Médicos
das áreas de Ginecologia e Radiologia, interessados nas
novas alternativas para abordagem deste problema que afeta a
saúde de tantas mulheres. Vários renomados palestrantes
com reconhecida trajetória no ambiente ginecológico
nacional abrilhantaram o Simpósio com a sua participação.
Entre eles destacam-se o Prof. Dr. Nilo Bozini do Hospital das
Clínicas da FMUSP e os Professores Drs. Gustavo de Souza
e Luis Bahamontes, ambos Professores titulares de Ginecologia
da UNICAMP. O destaque internacional ficou por conta dos Drs.
Peter Focco Boekkoi, ginecologista do Hospital Saint Elizabeth
de Tilburg na Holanda e de Jean Pierre Pelage, radiologista
do Hospital Larriboisiere de Paris – França, que
é um dos maiores especialistas no mundo com a técnica
de embolização uterina. Outro ponto alto do Simpósio
foi a demonstração com transmissão ao vivo
do procedimento de embolização uterina conduzida
brilhantemente pelo Dr. Nestor Kisilevzky que é o Coordenador
de Angiorradiologia do Hospital Santa Catarina. Mais uma vez
o Dr. Nestor demonstrou toda a sua competência técnica
e conhecimento do tema respondendo interativamente as perguntas
do público enquanto realizava o procedimento na sala
de angiografia.
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| O Dr. Nestor Kisilevzky
em companhia dos Professores de Ginecologia da UNICAMP. |
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| “Quem sabe
faz ao vivo” foi o comentário dos
colegas presentes no Simpósio Internacional que
assistiram a cirurgia de embolização de
mioma realizada pelo Dr. Kisilevzky e transmitida desde
a sala de cirurgia para o teatro. Mais uma vez o Dr. Nestor
demonstrou a sua habilidade e competência, não
só conduzindo o caso, mas também respondendo
as perguntas do público de forma interativa. |
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28
de Agosto de 2003
Entrevista com o Dr. Jean-Pierre Pelage.
 O
Dr. Jean-Pierre Pelage é especialista em Radiologia Intervencionista
que trabalha no Hospital Larriboisiere em Paris – França
e visitou recentemente São Paulo para participar do Simpósio
Internacional sobre Miomatose Uterina. O Dr. Pelage contribuiu
enormemente para o desenvolvimento da técnica de embolização
uterina e é considerado atualmente como uma das maiores
autoridades mundiais neste tema. O WebMioma aproveitou a oportunidade
para fazer algumas perguntas:
WebMioma: Dr. Pelage, qual é o estado
atual do tratamento da miomatose uterina por médio da
embolização?
Dr.
Pelage: A embolização de miomas
começou na França há aproximadamente 10
anos agora, e eu acho que tem se transformado na primeira línea
de tratamento para pacientes com miomas sintomáticos
em todos os lugares do mundo. Inicialmente a embolização
era oferecida como uma alternativa da histerectomia na maioria
das mulheres, mas nos dias de hoje a maioria das nossas pacientes
são tratadas como uma alternativa das múltiplas
miomectomias. Assim, eu acho que as indicações
estão mudando e podemos oferecer a embolização
como uma alternativa válida em quase 20% das mulheres
candidatas à cirurgia e seguramente esta porcentagem
ira crescer no futuro.
WebMioma: Como você vê e lida com
a reação dos ginecologistas quando vem um radiologista
tratando uma doença eminentemente ginecológica?
Dr. Pelage: A
reação inicial e quase sempre a mesma, um certo
tipo de hostilidade. Ginecologistas ficam preocupados de ver
radiologistas oferecendo procedimentos alternativos da cirurgia
porque o seu pensamento é: eu vou perder pacientes ...,
eu vou ter uma redução dos procedimentos cirúrgicos....,
etc.
Porem, a resposta é que este não é o problema;
o problema é poder oferecer o melhor tratamento às
mulheres; a nossa experiência é que quando você
tem uma verdadeira equipe com ginecologistas e radiologistas
trabalhando juntos e discutindo as indicações,
tudo mundo vai melhorar, tudo mundo vai aumentar sua própria
atividade e prática. A razão é que quando
se tem um centro altamente especializado capaz de oferecer tudo
tipo de tratamento, radiológico ou cirúrgico,
as mulheres são encaminhadas de longe somente para consulta
e se a paciente não é uma boa candidata para embolização
seguramente será operada pelos cirurgiões. Assim,
a nossa experiência na França é que os nossos
ginecologistas têm aumentado o número de histerectomias
que realizam somente porque a embolização é
oferecida em nosso centro. Por isso eu acho que isto não
deveria ser um problema, todos deveriam estar felizes, ginecologistas
e radiologistas trabalhando juntos vão a aumentar suas
práticas.
WebMioma: Como o Senhor avalia a contribuição
dada pelas empresas do setor para o desenvolvimento da técnica
de embolização?
Dr.
Pelage: Bom, a industria esta ajudando atualmente
e ajudará muito mais no futuro, eu espero, de diferentes
maneiras. Primeiro, eu acho que temos mais indicações
para a embolização de miomas atualmente devido
à melhora da técnica. E estas melhorias técnicas
foram possíveis através da colaboração
entre radiologistas e a industria. Por exemplo, temos melhores
cateteres que no passado, novos, seguros e sofisticados agentes
para embolização que fizeram muitas melhoras;
por exemplo, a introdução de agentes embolizantes
esféricos, como as Embospheras, comparado com outros
agentes usados há 10 anos que outorgam maior confiança
no tempo de procedimento e provavelmente o tornam mais seguro
para as pacientes. Assim, estes são dois verdadeiros
e significativos avanços que nos permitem oferecer embolização
em maior número de pacientes que anteriormente. A segunda
contribuição eu acho é o esforço
para ajuda-nos na informação das pacientes, já
que em alguns paises aos médicos, como médicos,
lhes é difícil fazer divulgação
para as pacientes e muitas delas só conhecem as velhas
opções de tratamento. E eu acho que a industria
esta atualmente nos ajudando produzindo folders, ajudando a
organizar congressos, informando a mídia sobre embolização
e educação. Por isto eu acho que o rol da industria
é claramente muito importante para a educação
de ambos, médicos e obviamente pacientes.
WebMioma: Qual é a sua impressão
sobre novas alternativas que estão surgindo para tratar
miomas como a ultra-sonografia de alta energia guiada por ressonância
magnética?
Dr. Pelage: Bem,
há muitos novos tratamentos para miomas. Eu acho
que a maioria deles são o que chamamos de tratamentos
locais. O principio é tratar cada mioma, cada tumor,
separadamente. Assim você pode tratar com ultra-som de
alta energia, tem sido utilizado Laser ocasionalmente, tem sido
tentado crioablação, o seja diferentes técnicas
para queimar o tumor, para coagular o tumor ou para congela-lo;
diferentes abordagens, mas as limitações, eu acho,
são principalmente baseadas no propósito: é
um tratamento local. Então se você tem um paciente
com múltiplos miomas eu não acho que estas técnicas
poderão ser de muita ajuda em oposto a embolização
de miomas que é alvejar os vasos, não diretamente
o tumor; então a vantagem é que com este tratamento
podemos matar, ao menos teoricamente, todos os miomas com um
único tiro, porque cortamos o aporte sanguíneo
e sabemos que todos os tumores têm a mesma suplência
de sangue. Então esta é a diferença entre
os tratamentos locais, cirúrgicos ou radiológicos
que requerem uma abordagem para cada tumor comparado com o tratamento
global do útero que é a embolização.
Por isto eu acho que estas diferentes técnicas não
competem entre si; há provavelmente indicações
diferentes, por exemplo, talvez em mulheres com miomas únicos
há um rol para tratamentos locais como o ultra-som de
alta freqüência, mas para múltiplos tumores
não creio que seria um tratamento de escolha. Esta é
a minha opinião.
WebMioma: Dr. Pelage, para onde estamos indo?
Qual é o futuro do tratamento da miomatose?
Dr.
Pelage: Eu acho que o futuro da embolização
é amplo e promissor. Não somente porque faço
muito destes procedimentos, mas eu acho que é realmente
um avanço para as mulheres, não somente em termos
de eficácia clínica já que os procedimentos
cirúrgicos são muito efetivos. Mas em termos de
estadia hospitalar o que é algo muito importante quando
se trata pacientes ao redor dos 40 anos, muitas delas estão
trabalhando ou tem crianças, então, quando se
pode tratar ficando somente uma noite ou duas noites no hospital
é um grande beneficio comparado com o tratamento antigo,
o tratamento cirúrgico. A duração da recuperação
é também algo muito importante, quando se esta
trabalhando 3 ou 4 dias após o tratamento comparado com
3 o 4 semanas após a cirurgia eu acho é um avanço
significativo. Então desde que os índices de sucesso
permaneçam altos, eu acho que a embolização
vai ficar. Assim, teremos que trabalhar em novos desenvolvimentos,
novas indicações, melhores indicações.
Eu acho que o futuro é a utilização da
embolização em pacientes mais jovens do que inicialmente,
de novo, inicialmente a embolização era oferecida
como alternativa a histerectomia, e eu acho que deverá
ser futuramente oferecida como uma valiosa alternativa a uma
miomectomia e talvez exista para esta técnica um papel
nas pacientes com infertilidade.
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| Dr. Nestor Kisilevzky
junto do Dr. Pelage durante o Curso Internacional de Miomatose
Uterina realizado no Teatro do Hospital Santa Catarina
em 28 de Agosto de 2003. |
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30
de Setembro de 2003
Atualização Bibliográfica.

O WebMioma destaca alguns trabalhos científicos que foram
publicados recentemente na literatura médica:
Título do trabalho: Abdominal myomectomy versus
uterine fibroid embolization in the treatment of symptomatic
uterine leiomyomas.
Autores: Razavi MK, Hwang G, Jahed A, Modanloo S, Chen B.
Origem: Departamento de Radiologia vascular e Intervencionista – Universidade de Stanford – USA.
Revista: AJR Am J Roentgenol. 2003 Jun;180(6):1571-5
Resumo: O objetivo deste trabalho foi comparar a eficácia
e complicações do tratamento de mulheres com miomatose
sintomática submetidas a miomectomia ou a embolização.
Foram analizadas 111 pacientes tratadas com embolização
(n=67) ou com miomectomia (n=44) num período de 30 meses.
A conclusão do trabalho foi que a embolização
foi menos invasiva e mais segura na opinião das mulheres.
O sangramento foi mais bem controlado com a embolização.
Já a miomectomia é uma opção melhor
para tratar o efeito de massa. Ambos métodos foram igualmente
efetivos para controlar a dor.
Título do trabalho: Uterine fibroids: uterine
artery embolization versus abdominal hysterectomy for treatment--a
prospective, randomized, and controlled clinical trial.
Autores: Pinto I, Chimeno P, Romo A, Paul L, Haya J, de la Cal
MA, Bajo J.
Origem: Departamento de Radiologia – Hospital Universitário
de Getafe – Madrid – Espanha.
Revista: Radiology. 2003 Feb;226(2):425-31.
Resumo: Este é um trabalho prospectivo e randomizados
comparando a eficácia entre a embolização
uterina e a histerectomia, enfocando particularmente a duração
da estadia hospitalar e as complicações (segurança).
O resultado mostrou que a embolização é
efetiva para controlar o sangramento de pacientes com miomatose
uterina, requerendo menos tempo de hospitalização
e resultando em menor número de complicações.
Título do trabalho: Cost analysis of myomectomy,
hysterectomy, and uterine artery embolization.
Autores: Al-Fozan H, Dufort J, Kaplow M, Valenti D, Tulandi
T.
Origem: Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da
Universidade de Quebec - Canadá.
Revista: Am J Obstet Gynecol. 2002 Nov;187(5):1401-4.
Resumo: O objetivo deste trabalho foi comparar os custos hospitalares
do tratamento de mulheres com mioma sintomático com diferente
metodologia: histerectomia abdominal ou vaginal, miomectomia
abdominal e embolização uterina. Os registros
de 545 pacientes entre 1997 e 2001 foram analisados. Mulheres
que realizaram histerectomia ou embolização tinham
idade maior. As pacientes submetidas a embolização
uterina tiveram a mais curta internação. A embolização
apresentou o menor custo de enfermaria. O custo total do tratamento
com embolization foi ($1,007.44 +/- $60.65 [dólares canadenses])
significativamente menor que o da histerectomia abdominal ($1,933.37
+/- $47.68 [dólares canadenses]), da miomectomia abdominal
($1,781.73 +/- $47.16 [dólares canadenses]), e da histerectomia
vaginal ($1,515.39 +/- $66.72 [dólares canadenses]; P
<.001).
A conclusão é que a embolização
apresenta o menor custo e a menor estadia hospitalar.
Titulo do trabalho: Embolização Uterina
para Tratamento de Mioma Sintomático. Experiência
Inicial e Revisão de Literatura.
Autores: Kisilevzky N, Sena M.
Origem: Hospital Santa Catarina – São Paulo – Brasil
Revista: Radiol Bras 2003; 36(3):129-140
Resumo: Neste trabalho apresenta-se a experiência clínica
inicial após 100 casos de mulheres portadoras de miomatose
sintomática que foram submetidas a embolização
das artérias uterinas como forma de tratamento principal.
Apresenta-se também, uma extensa revisão bibliográfica
sobre o tema, inédita na língua portuguesa. As
pacientes com queixa de miomatose sintomática foram submetidas
a embolização das artérias uterinas como
forma de tratamento principal. O principal sintoma que indicou
a intervenção foi o aumento do fluxo menstrual
em 79 pacientes e dor associada à miomatose em 21. O
diagnóstico de miomatose foi realizado através
de ultra-som em 75 pacientes ou com a associação
de ultra-som e ressonância magnética em 25. O volume
uterino médio avaliado por estes métodos de imagem
resultou de 487 cc. O acompanhamento e a avaliação
clínica após 12 semanas evidenciou que houve melhora
sintomatológica em mais de 90% das pacientes. Verificou-se
ainda, uma redução de volume uterino de 52%. Não
foram observadas complicações técnicas
ou clínicas relevantes. A conclusão foi que a
técnica de embolização uterina para tratamento
da miomatose sintomática é um método simples,
eficiente e seguro.
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· Convidados
Dr. Jean Pierre Pelage
Hospital Larribosier- Paris - França |
Dr. Peter Focco Boekkoi
Hospital St. Elizabeth - Tilburg - Holanda |
| · Comissão
Organizadora |
· Apoio |
Dr. Carlos
José Benatti
Dr. Carlos Borsatto
Dr. Nestor Kisilevzky
Dr. Mauricio Sena
Dr. Valdir Tadini |
Biospher Medical / Line
Life
Merck Sharp & Dohme
CMS
G.E. Sistemas Médicos
Schering / Iopamiron 300
Multimed |
Tradução
Simultânea
Estacionamento no local
Certificado de Presença
Vagas Limitadas: 250 |
Inscrição:
50,00 R$
Informações através do
telefone 011,30164269
com Sra. Rose ou Regina ou através
do e-mail:
centroestudos@hsc.org.br |
Programa
Preliminar
14:00-14:10 · Abertura

14:10-14:25 · A mulher no
terceiro milênio. Prof.
Dr. Gustavo de Souza 
14:25-14:40 · Epidemiologia
da Miomatose Uterina Prof.
Dra. Cecilia Martins 
14:40-14:55 · Miomatose
e qualidade de vida Prof.
Dr. Valdir Tadini. 
14:55-15:10 · Diagnóstico
Ultra-sonográfico da miomatose. Dr.
Felipe Lazar Jr. 
15:10-15:25 · Papel da Ressonância
Magnética Dr.
Jean Pierre Pelage 
15:25-15:40 · Miomatose
e infertilidade. Prof.
Dr. Carlos Petta. 
15:40-16:00 · Coffee Break

16:00-16:15 · Quando a miomatose
deve ser tratada. Prof.
Dr. Nilo Bozini. 
16:15-16:30 · Tratamento
Hormonal: tem utilidade para a Miomatose? Prof.
Dr. Luis Bahamontes 
16:30-16:45 · Impacto da
histerectomia na feminidade. Prof.
Dra. Maria Yolanda Makuch 
16:45-17:00 · Miomectomia:
preserva a fertilidade? Prof.
Dr. Daniel Faundes 
17:00-17:15 · Emboloterapia
em Ginecologia. Dr.
Jean Pierre Pelage 
17:15-17:30 · Embolização
Uterina para tratamento da Miomatose: seleção
de pacientes. Dr.
Peter Focco Boekkoi 
17:30-17:45 · Considerações
técnicas da embolização uterina.
Dr.
Jean Pierre Pelage 
17:45-18:00 · Embolização
Uterina com Embospheras: Demonstração
com transmissão ao vivo desde o serviço
de angiorradiologia do HSC. Dr.
Nestor Kisilevzky 
18:10-18:15 · Embolização
em casos difíceis. Dr.
Jean Pierre Pelage 
18:15-18:30 · Acompanhamento
PO da embolização uterina. Dr.
Peter Focco Boekkoi 
18:30-18:45 · Resultados
Clínicos da Embolização Uterina.
Dr.
Jean Pierre Pelage 
18:45-19:00 · Função
ovariana e fertilidade após a Embolização.
Dr.
Peter Focco Boekkoi 
19:00-19:15 · Embolização
em mulheres de baixa renda. Prof.
Dr. Mauricio Sena 
19:15-19:30 · Perspectivas
futuras da embolização uterina.
Dr.
Jean Pierre Pelage 
19:30-20:00 · Discussão
geral. 
20:00 · Encerramento. |
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17
de Maio de 2003
Chega ao Brasil o novo material para embolização
uterina.
Na segunda feira 13 de Maio a empresa Line Life apresentou um
novo produto para embolização uterina num evento
que teve lugar no Hotel Renasaince de São Paulo.
Trata-se das “Embospheres”, microesferas calibradas
desenvolvidas na França e comercializadas nos EUA pela
empresa Biosphere Medical (www.biospheremed.com).
Segundo o fabricante, as embosferas permitem um controle maior
da embolização arterial já que diferentemente
do PVA não formam acúmulos dentro dos vasos permitindo
assim uma embolização mais distal com menor quantidade
de partículas.
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Embolização
com PVA: devido a irregularidade da partícula
é necessário o acúmulo das mesmas
para bloquear o fluxo sanguínea. |
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Embolização
com Embosphera: a regularidade de embosfera permite
o bloqueio seletivo do fluxo sanguíneo com poucas
unidades. |
As embospheras são o único material para embolização
uterina aprovado pelo FDA (agencia do governo americano que
controla o uso de medicamentos e alimentos) e na atualidade
é o material mais utilizado para embolização
uterina. 
Como parte do lançamento das Embospheras no Brasil, o
Dr. Nestor Kisilevzky foi escolhido para ser o primeiro médico
a usar este material que foi doado pela empresa para realizar
o tratamento de mioma por embolização em duas
pacientes. Assim, sob a condução do Dr. Nestor,
duas pacientes realizaram embolização uterina
na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo no
dia 15 de Maio. Ambos procedimentos foram muito bem sucedidos
e os médicos que assistiram a demonstração
gostaram e aprovaram o novo produto.
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25/04/2003
Dr. Nestor Kisilevzky regressa da sua visita à Universidade
de British Columbia em Vancouver – Canadá.
Durante todo o mês de Março de 2003 o Dr. Nestor
Kisilevzky esteve visitando o Hospital da Universidade British
Columbia e o Hospital General de Vancouver em Canadá.
Durante a sua visita teve oportunidade de conhecer e compartilhar
o trabalho da equipe de intervencionistas locais alem de tomar
contato com várias novidades e avanços no tratamento
minimamente invasivo guiado por imagens. “O sistema de
saúde no Canadá é socializado o que significa
que é subsidiado integralmente pelo governo. Embora seja
um pais desenvolvido há uma preocupação
constante com o custo da saúde e dos insumos requeridos
para a assistência dos doentes. Entretanto, mesmo como
uma estrutura competente porem simples é surpreendente
a capacidade de produção nos aspectos científico,
acadêmico e assistencial. Isto se deve fundamentalmente
a uma grande capacidade de organização alem de
um espírito de companheirismo digno de menção.
A preocupação com a pesquisa é permanente.
Uma das grandes novidades no campo da intervenção
radiológica minimamente invasiva é a utilização
da Ressonância Magnética como equipamento de imagem
que irá guiar os procedimentos minimamente invasivos.
A principal vantagem da ressonância é que não
emite radiação como os equipamentos de fluoroscopia
digital utilizados atualmente para guiar as intervenções
minimamente invasivas. Os equipamentos mais recentes permitem
realizar fluoroscopia por ressonância gerando uma imagem
em tempo real que permite guiar e orientar com segurança
os procedimentos. Em Vancouver tive a oportunidade de acompanhar
alguns procedimentos como embolização de varicocele
e de mioma uterino. Há muito para se evoluir nesta área
e numerosas pesquisas estão sendo conduzidas para elaborar
material e instrumentos apropriados e equipamentos de ressonância
mais versáteis que certamente transformarão totalmente
nos próximos anos a prática da intervenção
guiada por imagens.”
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O Dr. Nestor Kisilevzky
em Visita ao Hospital Geral de Vancouver
Canadá - durante Março de 2003. |
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25/04/2003
Destacada participação do Dr. Kisilevzky no
maior Congresso Internacional de Radiologia Intervencionista.
Entre os dias 27 de Março e 1 de Abril de 2003 aconteceu
o 28 Congresso Anual da Sociedade da Radiologia Intervencionista
(SIR), maior congresso internacional na área de radiologia
intervencionista que reuniu arredor de 6000 profissionais do
mundo inteiro na cidade de Salt Lake City – USA. O Dr.
Nestor Kisilevzky foi o único Médico de toda a
América Latina a formar parte do corpo docente deste
evento, tendo sob a sua responsabilidade a moderação
de uma sessão científica sobre Embolização
Uterina em parceria com o Dr. James Spies da Universidade de
Georgetown de Washington que teve lugar no sábado 29/03
alem de proferir uma conferencia sobre “Seleção
de pacientes, técnica e acompanhamento pós-operatório
na Embolização Uterina” no workshop sobre
Intervenções Ginecológicas moderado pelo
Dr. Rob Kirch da Filadélfia que aconteceu no domingo
30/03.
“Moderar a sessão científica
foi bastante interessante já que tivemos a oportunidade
de discutir numerosos trabalhos realizados ao redor do mundo
que nos faz apreender mais a cada dia sobre as vantagens da
Embolização Uterina para tratamento dos Miomas.
Todavia, a minha conferencia no workshop foi um desafio muito
maior. Me preocupava que muitas pessoas de fora que no conhecem
a realidade brasileira, pudessem criticar a nossa metodologia;
porem a apresentação foi tão didática
e os resultados tão evidentes que longe de criticarem
o pessoal não economizou elogios para a nossa apresentação
que foi avaliada com nota 4,6 sobre 5. Conseguimos mostrar que
mesmo no Brasil podemos cuidar dos nossos doentes igual ou melhor
que lá fora o que nos enche de orgulho e satisfação.”
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O Dr. Kisilevzky frente ao panel que
anuncia as atividades sobre a Saúde da Mulher no
28 Congresso da Sociedade de Radiologia Intervencionista. |
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O Dr. Kisilevvzky junto do Dr. Kirch
na sala de workshop sobre Embolização Uterina
no 28 Congresso da Sociedade de Radiologia Intervencionista. |
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Tela inicial da Conferencia do Dr.
Kisilevzky no 28 Congresso da Sociedade de Radiologia
Intervencionista. |
Novidades apresentadas no 28 Congresso Anual
do SIR.
Numerosos trabalhos e novidades foram apresentados no Congresso
Anual da SIR. Entre eles destacamos:
Papel da Ressonância
Magnética na avaliação pré-operatória
da Miomatose Uterina: a ressonância é considerado
hoje um procedimento fundamental para avaliação
das pacientes com miomatose uterina que já que como foi
mostrado pelo Dr. H Chrisman de Chicago pode mudar o diagnóstico
inicial e eventualmente o tipo de tratamento em quase 20% dos
pacientes.
Gravidez após a embolização
Uterina: num trabalho multicéntrico realizado em
Ontário – Canadá e apresentado pela Doutora
Gaylene Pron médica epidemiologista da Universidade de
Toronto. Sobre uma casuística de 550 casos entre as quais
havia 30% de mulheres que desejavam engravidar novamente foram
observados 17 embaraços confirmando assim os dados já reportados
em outros trabalhos.
Resultados Iniciais
do Registro Multicéntrico patrocinado por CIRREF:
O Registro (UFE Registry) é um estudo multicentrico organizado
pela Sociedade de Radiologia Intervencionista e patrocinado
pela Fundação para Pesquisa e Educação
em Radiologia Intervencionista (CIRREF) com analise estatística
do Instituto de Pesquisa Médica da Universidade Duke
de Carolina do Norte (www.fibroidregistry.org). Os reultados
iniciaes após 2332 casos de Embolização
Uterina foram apresentados pelo Dr. Kirch da Filadelpia. Os
números evidenciaram que o procedimento continua a ser
muito eficaz e seguro.
Comparação
entre Embolização Uterina e Histerectomia para
tratamento de Miomas: este estudo apresentado pelo Dr.
James Spies da Universidade Georgetown de Washington que foi
parte de uma notificação para avaliação
da segurança da utilização de partículas
calibradas (Embosferas) por parte da agencia americana que controla
a utilização de alimentos é medicamentos
(FDA) mostrou que ambos métodos são igualmente
eficientes para controlar os sintomas da miomatose porem a embolização
uterina mostrou ter menos complicações pós-operatórias
e uma recuperação clínica mais rápida.
Embolização para tratamento de Miomas
de Grande Tamanho: este trabalho apresentado pelo Dr.
Pelage de Paris mostrou que a embolização de miomas com
tamanho maior de 10cm não é perigosa e esta associada
com um alto índice de sucesso clínico e imagenologico.
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01/03/2003
Entre os dias 1 e 27 de Março de 2003 o Dr. Nestor Kisilevzky
estará visitando a Universidade de British Columbia em
Vancouver – Canadá. Como Professor Convidado terá
oportunidade de lecionar para Médicos e Estudantes além
de participar em algumas pesquisas na área de intervenção
ginecológica e vascular.
“ Alem de participar
de algumas pesquisas que estamos desenvolvendo em conjunto,
terei a oportunidade de ver algumas técnicas e materiais
que ainda não dispomos no Brasil e assim traze-los para
colocá-los em beneficio dos nossos pacientes.”
30/01/2003
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27/03/2003
O Dr. Nestor Kisilevzky é convidado para ser moderador
da sessão científica sobre embolização
de miomas no Congresso da Society of Interventional Radiology,
maior congresso do mundo da especialidade que terá lugar
na cidade de Salt Lake City – USA em 27 de Março
de 2003.
Dear Dr. Kisilevzky –
I would like to invite you to participate this year's annual
Society of Interventional Radiology (SIR) Meeting as a scientific
session moderator.
The 2003 meeting will be held from March 28-April 1, In Salt
Lake City. You are assigned to Scientific Session 12, titled "UFE: Techniques",
on Saturday, March 29, 2003 at 3:00 - 4:30 PM.

The scientific sessions define the core of our specialty and
it's future. We are excited about the strength of the accepted
abstracts, and with the participation of acknowledged experts
like yourself, confident that the program will easily "reach
new heights of excellence."
To confirm receipt and accept our invitation, simply reply to
this email.

Sincerely,
Brian F. Stainken, MD
Chair, 2003 Scientific Sessions
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10/01/2003
Estudo comparando o custo entre a embolização
de mioma e a miomectomia é publicado no Journal of Vascular
and Interventional Radiology evidenciando uma vantagem adicional
da embolização sobre a miomectomia.
Estimated
Costs for Uterine Artery Embolization and Abdominal Myomectomy
for Uterine Leiomyomata: A Comparative Study at a Single Institution
Chandra M. Baker, BS, Craig A. Winkel,
MD, MBA, Sujha Subramanian, PhD and James B. Spies, MD
Journal of Vascular and Interventional Radiology 13:1207-1210
(2002)
From the Departments of Radiology (C.M.B., J.B.S.) and Obstetrics
and Gynecology (C.A.W.), Georgetown University Hospital, 3800
Reservoir Road NW, CG 201, Washington, DC 20007-2197, and Health
Economics (S.S.), Waltham, Massachusetts.
PURPOSE: To determine and compare the costs associated with
uterine artery embolization (UAE) and abdominal myomectomy for
the treatment of symptomatic leiomyomata.

MATERIALS AND METHODS: Charge information was gathered and
analyzed from 23 patients who underwent UAE and 17 who underwent
abdominal
myomectomy in a single institution. The mean charges for each
procedure were calculated from the patients’ billing
data. Cost-to-charge ratios were applied to the mean charges
to estimate
costs. The work relative value units (RVUs) for all physician
services for each procedure were calculated. These total work
RVUs for each intervention were multiplied by the appropriate
Medicare conversion factors to estimate a uniform physician
fee. These costs were totaled and compared with use of the
unpaired
t test to estimate the cost difference between UAE and abdominal
myomectomy.

RESULTS: The estimated hospital cost for UAE was $3,193, which
was significantly lower than the $5,598 estimated for abdominal
myomectomy (P < .0001). The discrepancy was caused primarily
by increased hospital care and operating room costs for abdominal
myomectomy. The total professional costs were significantly
higher for UAE ($2,220) than for abdominal myomectomy ($1,611)
(P = .002). When all associated costs, including typical imaging
costs, were considered, there was a trend toward lower costs
for UAE ($6,708) compared to abdominal myomectomy ($7,630)
(P
= .086).

CONCLUSION: UAE had lower procedure-related costs than abdominal
myomectomy despite higher physician costs. When typical imaging
costs were included, there was still a trend toward lower costs
for UAE.
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20/12/2002
O Dr. Nestor Kisilevzky é convidado para participar do
workshop sobre intervenções ginecológicas
no Congresso da Society of Interventional Radiology, maior congresso
do mundo da especialidade que terá lugar na cidade de
Salt Lake City – USA em 27 de Março de 2003.
Dr.
Kisilevezky
It is my pleasure to join Dr. Gary Siskin in inviting you to
participate as faculty in the Gynecologic Interventions workshop
at the 2003 SIR 28th Annual Scientific Meeting. Your selection
is a reflection of your standing within our community and the
primary reason for the workshop programs continued success.
As a member of this vitally important group you will directly
impact upon nearly every meeting attendee.

The meeting, to be held at the Salt Palace Convention Center
March 27-April 1, 2003, has begun to take shape. Our theme,
Reaching New Heights of Excellence, will be reflected in every
aspect of the program. As you consider your participation in
the meeting I strongly encourage you to reflect upon your presentation
within the context of our professional direction. If you are
a returning faculty member, try to update your material and
critically review it's relevance to the audience.

On behalf of the Society and the Annual Meeting Committee, thank
you for participating. We look forward to seeing you at the
Meeting. If you have any questions, please do not hesitate to
call BJ Hillier at the SIR office at 703-691-1805 or e-mail
at bj@sirweb.org.

Sincerely,
James F. Benenati, MD
Chair, 2003 Workshops
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14/12/2002
Comunicação sobre a publicação de
um estudo de grande porte é enviado aos seus membros
pelo Sociedade Americana de Radiologia Intervencionista (SIR
– Society of Interventioonal Radiology)
Largest Study To Date Shows Minimally Invasive Uterine
Artery Embolization Effective Treatment for Fibroids
British
Journal of Obstetrics and Gynaecology Study Confirms Results
and Low Complication Rates Reported in Previous Large, Prospective
Study

Fairfax, VA (November 14, 2002) -- Results of the largest prospective
study to date of uterine artery embolization as a treatment
for uterine fibroids shows a high clinical success rate, low
complication rate, low treatment failure or symptom recurrence,
and no regrowth of treated fibroids, as reported in the November,
2002 issue of the British Journal of Obstetrics and Gynaecology.1
This study of 400 consecutive women showed an improvement in
symptoms in 84 percent of women, and 97 percent of these women
were pleased with the outcome and would recommend this treatment
to others. These results are similar to and confirm the results
of another large prospective study of 200 women, reported on
in the July 2001 issue of Obstetrics & Gynecology.2 That
study showed an improvement of symptoms in 90 percent of patients
and a less than one percent complication rate.
British Journal Study Results
Four hundred consecutive women were treated with uterine artery
embolization, an interventional radiology treatment, to relieve
uterine fibroid symptoms. Indications included heavy menstrual
bleeding, menstrual pain, abdominal swelling or bloating and
other pressure effects. Eighty-four percent of women had improvement
in symptoms. Only one percent (three patients) had infective
complications requiring a hysterectomy. Six percent (23 patients)
had clinical failure or symptom recurrence; of these nine patients,
(2 percent) had a hysterectomy. Thirteen pregnancies occurred
in 12 patients.

“This prospective study adds to the growing body of evidence
that uterine artery embolization is a clinically effective treatment
for fibroids. There have now been several large case series
suggesting that uterine embolization is effective, with a low
symptom recurrence rate, and safe,” says James B. Spies,
MD, Associate Professor of Interventional Radiology and Vice
Chairman of the Department of Radiology, Georgetown University
Hospital, Washington, DC. “The complication rate of this
new study is essentially the same as we reported from our own
research.2 The next step is for us to complete the ongoing
prospective
studies comparing embolization to standard surgical therapies
for fibroids.”
About Uterine Fibroids
Uterine fibroids are one of the most common medical conditions
experienced by women ages 35 – 50. These benign tumors
can cause prolonged bleeding that can lead to anemia, pelvic
pain and pressure, and an abnormally large abdomen. Twenty
to
40 percent of women 35 and older, and nearly 50 percent of
African-American women, have uterine fibroids of a significant
size. They are
the most frequent indication for hysterectomy in pre-menopausal
women and, therefore, are a major public health issue. Of the
600,000 hysterectomies performed annually in the United States,
one-third of these are due to fibroids. Women who wish to preserve
their fertility have traditionally been treated with myomectomy,
the surgical removal of the fibroids. While both myomectomy
and hysterectomy are established open surgical procedures,
there
has been very little study of these two treatments, or tracking
of long-term results in patient registries.
About Uterine Artery Embolization
Uterine artery embolization, also known as uterine fibroid
embolization, is performed by interventional radiologists,
physicians who
are fellowship trained to perform this and other types of embolization
and minimally invasive targeted treatments. The interventional
radiologist makes a tiny nick in the skin, less than a ¼ of
an inch, in the groin and inserts a catheter into the femoral
artery. Using real-time imaging, the physician guides the catheter
through the artery and then releases tiny particles, each one
the size of a grain of sand, into the specific artery that
is
supplying blood to the fibroid tumor. This blocks the blood
flow and causes the fibroid tumor to shrink. The particles
flow
to the fibroids and wedge into the vessels and cannot travel
to other parts of the body.
Because uterine fibroid embolization does not require open surgery
or general anesthesia, the risks are less than with open hysterectomy
or myomectomy. There is about a one percent chance of injury
to the uterus or infection, potentially leading to hysterectomy.
These complication rates are lower than those of hysterectomy
and myomectomy.
About the Society of Interventional Radiology
The Society represents interventional radiologists — physicians
who specialize in minimally invasive, targeted treatments performed
using guided imaging. Interventional radiology procedures are
a major advance in medicine that do not require large incisions
– only a nick in the skin – and offer less risk,
less pain and shorter recovery times compared to surgery. Interventional
radiologists pioneered modern medicine with the invention of
angioplasty, the first catheter-delivered stent and the coronary
angiography technique most used worldwide -- state of the art
treatments that are common place in medicine today. More information
can be found at www.SIRweb.org.
1.
Walker, W. J., Pelage, P. Uterine Artery Embolization for Symptomatic
Fibroids: Clinical Result in 400 Women with Imaging Follow Up,
British Journal of Obstetrics and Gynaecology, November 2002
2.
Spies, James B., Ascher, Susan A, et al. Uterine Artery Embolization
for Leiomyomata, Obstetrics & Gyneocology, vol. 98, No.
1 July 2001
Uterine artery embolisation for symptomatic fibroids:
clinical results in 400 women with imaging follow up.
Walker WJ, Pelage JP.

BJOG 2002 Nov;109(11):1262-72
Department of Radiology, The Royal Surrey County Hospital,
Guildford, UK.
OBJECTIVE: To evaluate the mid-term efficacy and complications
of uterine artery embolisation in women with symptomatic fibroids.
To assess reduction in uterine and dominant fibroid volumes
using ultrasound and magnetic resonance imaging. DESIGN: Prospective
observational single-centre study. SETTING: A district general
hospital in Surrey and a private hospital in London. METHODS:
Four hundred consecutive women were treated between December
1996 and February 2001. Indications for treatment were menorrhagia,
menstrual pain, abdominal swelling or bloating and other pressure
effects. Uterine artery embolisation was performed using polyvinyl
alcohol particles and platinum coils. MAIN OUTCOME MEASURES:
Imaging was performed before embolisation and at regular intervals
thereafter. Clinical evaluation was made at regular intervals
after embolisation to assess patient outcome. RESULTS: Bilateral
uterine artery embolisation was achieved in 395 women, while
5 women had a unilateral procedure. With a mean clinical follow
up of 16.7 months, menstrual bleeding was improved in 84% of
women and menstrual pain was improved in 79%. Using ultrasound,
the median uterine and dominant fibroid volumes before embolisation
were 608 and 112 cc, respectively, and after embolisation 255
and 19 cc, respectively (P = .0001). Three (1%) infective complications
requiring emergency hysterectomy occurred. Twenty-three (6%)
patients had clinical failure or recurrence. Of these, nine
(2%) had a hysterectomy. Twenty-six (7%) women had permanent
amenorrhoea after embolisation including four patients under
the age of 45 (2%). Of these, amenorrhea started between 4
and
18 months after embolisation, and only three had elevated follicle
stimulating hormone levels when amenorrhea developed. Thirteen
(4%) women had chronic vaginal discharge considered as a major
irritant. Thirteen pregnancies occurred in 12 patients. Ninety-seven
percent of women were pleased with the outcome and would recommend
this treatment to others. CONCLUSIONS: Uterine artery embolisation
is associated with a high clinical success rate and good fibroid
volume reduction. Infective complications requiring hysterectomy,
amenorrhoea under the age of 45 and chronic vaginal discharge
may complicate the procedure.
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10/12/2002
O Dr. Nestor Kisilevzky foi o convidado do workshop sobre
embolização
uterina organizado pela Clínica Eneri de Buenos Aires.
Durante a sua estadia na Capital Argentina o Dr. Nestor proferiu
uma palestra e realizou uma cirurgia demonstrativa com transmissão
ao vivo desde a clínica Fleni para o anfiteatro do Eneri.
30/11/2002
O Dr. Nestor Kisilevzky proferiu palestra sobre embolização
uterina para tratamento de mioma no “V Encontro Anual
da SOBRICE” acontecido no centro de convenções
do Hotel Sheraton em São Paulo.
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